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cid g55 1
CID-10

Mononeuropatia do plexo braquial

Plexopatia braquial

Resumo

Lesão nervosa no ombro/braço afeta força e sensibilidade; tratamento envolve reabilitação.

Identificação

Código Principal
G55.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Mononeuropatia do plexo braquial
Nome em Inglês
Mononeuropathy of the brachial plexus
Outros Nomes
Plexopatia braquial • Neuropatia do plexo braquial • Lesão do plexo braquial • Mononeuropatia do ombro • Plexo braquial neuropatia
Siglas Comuns
PB MPB PNB

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema nervoso periférico
Categoria Principal
Doenças do sistema nervoso periférico
Subcategoria
Mononeuropatia do plexo braquial
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Casos globais são raros; depende da etiologia e do trauma.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; foco em traumas e parto obstétrico.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a idosos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em homens
Grupos de Risco
trauma no ombro parto complicado cirurgia cervical diabetes inflamação neural
Tendência Temporal
Estável nos últimos anos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dano ou compressão do plexo braquial, tipicamente por trauma, inflamação ou compressão crônica.
Mecanismo Fisiopatológico
Lesão ou compressão dos nervos do plexo braquial gera déficit motor e sensorial no ombro, braço e mão.
Fatores de Risco
trauma físico cirurgia cervical parto complicado diabetes infecções neurais uso prolongado de dispositivos
Fatores de Proteção
reabilitação precoce controle metabólico proteção de ombro boa postura
Componente Genético
Contribuição genética rara; geralmente não hereditária.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza muscular e dor no ombro/ braço, com redução de força e alcance.
Sintomas Frequentes
dor no ombro que pode irradia
fraqueza de flexão do cotovelo
dificuldade em levantar o braço
sensibilidade alterada no braço
parestesia
dor pior com movimento
Sinais de Alerta
  • perda brusca de força
  • dor progressiva intensa
  • alteração sensorial extensa
  • inchaço ou vermelhidão no ombro
  • sinais de radiculopatia
Evolução Natural
Sem tratamento pode persistir dor e fraqueza com limitações funcionais
Complicações Possíveis
dor neuropática crônica atrofia muscular limitação de movimento deformidade do ombro dor persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história detalhada, exame neurológico focal, e exames como EMG/NCS e RM para confirmar.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR velocidade de hemossedimentação anticorpos autoimunes bioquímica metabólica
Exames de Imagem
RM cervical com foco no plexo RM ombro RM de plexo braquial TC/angiografia se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Radiculopatia cervical
  • Lesão do manguito rotador
  • Compressão do plexo por tumor
  • Neurite periférica
  • Polineuropatia
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso; tempo típico de semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Equilíbrio entre controle da dor, preservação de função e reabilitação precoce.
Modalidades de Tratamento
1 fisioterapia intensiva
2 terapia ocupacional
3 analgesia não opioide
4 cirurgia em casos selecionados
5 infiltração quando indicada
Especialidades Envolvidas
ortopedista neurologista fisioterapeuta fisiatra reabilitacao
Tempo de Tratamento
depende da gravidade; meses até melhoria
Acompanhamento
retornos a cada 2-4 semanas no início

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; com reabilitação, muitos recuperam função; casos graves podem deixar sequelas
Fatores de Bom Prognóstico
  • reabilitação precoce
  • baixa gravidade
  • pequeno dano neural
  • boa adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • grande lesão neural
  • idade avançada
  • duração prolongada sem tratamento
  • dor neuropática refratária
Qualidade de Vida
impacto variável; reabilitação eficaz melhora qualidade de vida

Prevenção

Prevenção Primária
evitar traumas, proteção durante atividades e prática de exercícios de ombro
Medidas Preventivas
uso de proteção
treinamento de técnicas de levantamento
controle de doenças metabólicas
postura ergonômica
evitar sobrecarga repetitiva
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Regiões diferentes apresentam números distintos; não há cifra nacional estável
Internações/Ano
Mortalidade rara com manejo adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior registro em áreas urbanas com maior trauma; sub-registros em zonas rurais

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais iniciais?
Fraqueza, dor e dificuldade para levantar o braço.
2 Como é feito o diagnóstico?
História, exame neurológico e EMG/NCS e RM.
3 É possível tratamento sem cirurgia?
Sim, muitos casos melhoram com fisioterapia e manejo da dor.
4 Quais os fatores de prognóstico?
Gravidade, idade e adesão à reabilitação.
5 Posso prevenir?
Proteção, treino físico adequado e controle de condições médicas.

Mitos e Verdades

Mito

toda dor no ombro é grave.

Verdade

muitas causas são tratáveis sem cirurgia.

Mito

cirurgia é sempre necessária.

Verdade

recuperação com fisioterapia é comum.

Mito

plexo braquial não se recupera.

Verdade

recuperação depende da extensão da lesão e da intervenção.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico se houver fraqueza persistente ou dor no ombro
Especialista Indicado
Neurologista ou ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza grave ou incapacidade de movimento procure pronto atendimento
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS 0800 612 2112

CIDs Relacionados

G54.0 G56.0 G55.0 G53.9 G54.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.