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cid g51
CID-10

Paralisia facial periférica

Paralisia facial periférica

Resumo

Paralisia facial periférica é fraqueza repentina de um lado do rosto; melhora com tratamento e reabilitação.

Identificação

Código Principal
G51
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Other disorders of the peripheral nervous system
Nome em Inglês
Peripheral facial nerve palsy
Outros Nomes
Paralisia facial periférica • PFP • paralisia do nervo facial • paralisia de VII nervo • neuropatia facial periférica
Siglas Comuns
PFP CN VII palsy Nervo facial palsy

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Neuropatias periféricas
Subcategoria
Paralisia do nervo facial
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência global ~20 por 100 mil/ano; pico em meia-idade.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; média semelhante mundial.
Faixa Etária Principal
40-60 anos
Distribuição por Sexo
Sem diferença relevante entre sexos
Grupos de Risco
Diabetes Gestação Imunossupressão Idade avançada Hipotermia
Tendência Temporal
Estável, variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desconhecida na maioria; inflamação do nervo facial é hipótese
Mecanismo Fisiopatológico
Edema e compressão do nervo facial no canal, falha de condução
Fatores de Risco
Diabetes Gestação Imunossupressão Idade avançada Hipotermia prolongada História de paralisia facial
Fatores de Proteção
Vacinação atualizada Boas condições de saúde Controle de crônicas Proteção ocular
Componente Genético
Não há herança comum; predisposição rara

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza súbita de um lado do rosto
Sintomas Frequentes
Dificuldade em fechar o olho
Sorriso assimétrico
Boca torta ao falar
Saliva lacrimejamento alterado
Fraqueza de sobrancelha
Alteração do paladar
Sinais de Alerta
  • Fraqueza progressiva
  • Dor ocular intensa com visão
  • Febre alta com piora neurológica
  • Dor recente sem melhoria
  • Confusão/Obraceamento súbito
Evolução Natural
Recuperação pode ocorrer em semanas a meses; varia
Complicações Possíveis
Secura ocular grave Assimetria facial permanente Dor neuropática Espasmos faciais Problemas de paladar

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História súbita + exame focal; excluir AVC
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia PCR/VHS se indicado Função renal/hepática Eletrólitos
Exames de Imagem
RM do nervo facial TC de crânio para AVC RM cerebral se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • AVC com paralisia facial
  • Síndrome de Horner
  • Esclerose múltipla com envolvimento facial
  • Infecções do ouvido/topo
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação rápida, proteção ocular, fisioterapia e reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 Proteção ocular e lágrimas artificiais
2 Fisioterapia facial
3 Terapia medicamentosa conforme indicação
4 Reabilitação
5 Cirurgia apenas em casos especiais
Especialidades Envolvidas
Neurologia Oftalmologia Fisiatria Otorrinolaringologia Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Sem prazo único; semanas a meses
Acompanhamento
Consultas frequentes nas primeiras semanas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa a moderada; muitos recuperam expressão
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início rápido do tratamento
  • Gravidade leve
  • Boa adesão à reabilitação
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Tratamento atrasado
  • Fraqueza grave persistente
  • Recurrência
  • Complicações oculares
Qualidade de Vida
Impacto leve a moderado na expressão; melhora com reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção específica; saúde geral favorece recuperação
Medidas Preventivas
Vacinação segura
Controle de diabetes
Higiene respiratória
Gestão de estresse
Proteção ocular
Rastreamento
Não há rastreamento de rotina; diagnóstico quando surgem sinais

Dados no Brasil

Distribuição Regional
Maior acesso em capitais/centros universitários; variações regionais

Perguntas Frequentes

1 Posso evitar paralisia facial?
Não há prevenção específica; manter saúde geral ajuda na recuperação.
2 Existe cura total?
Muitos recuperam totalmente; depende de início do tratamento e gravidade.
3 Como é o diagnóstico?
História súbita + exame; exames excluem AVC.
4 Preciso cirurgia?
Cirurgia é rara; uso apenas em casos especiais.
5 Como é a vida na recuperação?
Fisioterapia, proteção ocular e apoio emocional ajudam bastante.

Mitos e Verdades

Mito

paralisia facial é contagiosa

Verdade

não é transmissível

Mito

sempre precisa de cirurgia

Verdade

maioria melhora com tratamento conservador

Mito

afeta apenas idosos

Verdade

pode ocorrer em adultos de várias idades

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico ao perceber fraqueza súbita no rosto
Especialista Indicado
Neurologista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Procure pronto-socorro se sinais de AVC surgirem
Linhas de Apoio
Disque 136 - Saúde Centro de reabilitação local Apoio psicológico

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.