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cid g50
CID-10

Distonia (CID G50)

Distonia cervical

Resumo

Distonia: contrações musculares involuntárias que podem deformar pescoço; tratamento reduz sintomas.

Identificação

Código Principal
G50
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Distonia
Nome em Inglês
Dystonia
Outros Nomes
Distonia • Dystonia • Torticollis dystonia • Distonia cervical • Cervical dystonia
Siglas Comuns
G50 DTN DT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Distúrbios do movimento
Subcategoria
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderadamente rara; números variam por tipo, geralmente baixos por milhão.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; distonia é pouco comum, sem números oficiais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Proporção desigual; mais comum em mulheres em alguns subtipos
Grupos de Risco
Historia familiar de distonia Fatores genéticos Trauma craniano Uso de certos antipsicóticos
Tendência Temporal
Evolução estável com variação regional; melhora com tratamento.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa primária envolve disfunção basal ganglionar com alterações neurológicas idiopáticas.
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção circuitos cortico-basal ganglia com desequilíbrio dopaminérgico, gerando contrações musculares involuntárias.
Fatores de Risco
Historia familiar de distonia Fatores genéticos Trauma craniano Uso de antipsicóticos Estresse?
Fatores de Proteção
Tratamentos eficazes Reabilitação precoce Gerenciamento do estresse Qualidade de sono
Componente Genético
Algumas formas são hereditárias; genes identificados em subtipos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Contrações involuntárias com torção de cabeça, pescoço ou membros.
Sintomas Frequentes
Movimentos involuntários
Posturas anormais
Dor muscular localizada
Rigidez leve
Fadiga facial
Alteração de fala
Sinais de Alerta
  • Aparecimento de fraqueza súbita
  • Perda de coordenação aguda
  • Dor intensa progressiva
  • Alteração de fala abrupta
  • Novos déficits neurológicos
Evolução Natural
Sem tratamento, evolução pode variar com flutuações na gravidade.
Complicações Possíveis
Dor crônica Limitação de movimentos Problemas de postura Dificuldade de fala Impacto na qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica por neurologista, padrão de movimento e exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
Hemograma Função hepática Função renal Eletólitos Metabolismo
Exames de Imagem
RM encefálica RM base do crânio TC cerebral RM funcional?
Diagnóstico Diferencial
  • Parkinsonismo
  • Mioclonia
  • Distonia psicogênica
  • Tiques motores
  • Distonia de outra região
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos, conforme subtipo.

Tratamento

Abordagem Geral
Plano multimodal com reabilitação, fármacos ajustados e toxina botulínica quando indicada.
Modalidades de Tratamento
1 Toxina botulínica (tipo A)
2 Medicamentos dopaminérgicos
3 Fisioterapia
4 Estimulação cerebral profunda
5 Neuromodulação não invasiva
Especialidades Envolvidas
Neurologia Fisiatria Fisioterapia Ortopedia Reabilitação Neurológica
Tempo de Tratamento
Tratamento contínuo; respostas variam por subtipo.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses com reavaliação e ajustes.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia por subtipo; muitos mantêm função com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Boa adesão
  • Distonia focal com boa resposta
  • Ausência de comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Distonia generalizada
  • Resposta limitada ao botox
  • Gravidade inicial alta
  • Doenças neurológicas associadas
Qualidade de Vida
Pode variar; com manejo, melhora significativa é possível.

Prevenção

Prevenção Primária
Não há medidas universais; manter saúde neurológica ajuda a evitar piora.
Medidas Preventivas
Acesso rápido a avaliação neurológica
Adesão ao tratamento
Gestão de estresse
Boa higiene do sono
Reabilitação precoce
Rastreamento
Não há rastreamento específico; monitoramento clínico regular.

Dados no Brasil

Poucas internações anuais; variam por região.
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; distonia não é fonte de óbito.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior reconhecimento em capitais; menor em áreas remotas.

Perguntas Frequentes

1 Distonia cervical é curável?
Não há cura universal, mas sintomas costumam reduzir com tratamento.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação neurológica detalhada e exclusão de outras causas.
3 Qual o tratamento padrão?
Toxina botulínica, fisioterapia, medicamentos; depende do subtipo.
4 Como prevenir recidiva?
Não há prevenção específica; manter tratamento e acompanhamento.
5 Dicas do dia a dia?
Exercícios de alongamento, boa postura e pausas ativas.

Mitos e Verdades

Mito

distonia é apenas dor.

Verdade

é um distúrbio neurológico com contrações involuntárias.

Mito

distonia cervical é culpa de má postura.

Verdade

não é causada apenas por postura; pode ocorrer independentemente.

Mito

distonia afeta apenas idosos.

Verdade

pode ocorrer em qualquer idade, inclusive crianças.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure neurologista ou clínica de movimento para avaliação.
Especialista Indicado
Neurologista especialista em distúrbios do movimento.
Quando Procurar Emergência
Procure atendimento se houver fraqueza súbita ou piora repentina.
Linhas de Apoio
Ligue 136 do SUS Apoio de pacientes local Contato da sua unidade de saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.