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cid g44
CID-10

Síndrome de cefaleias não especificadas

cefaleias não especificadas

Resumo

Dor de cabeça recorrente sem lesão conhecida; avaliação clínica ajuda a confirmar.

Identificação

Código Principal
G44
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Other headache syndromes
Nome em Inglês
Other headache syndromes
Outros Nomes
cefaleia inespecífica • dor de cabeça não especificada • cefaleias não classificadas • cefaleia sem classificação • cefaleias diversas
Siglas Comuns
G44 OEH

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Cefaleias e dores de cabeça
Subcategoria
Cefaleias não especificadas
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta; cefaleias recorrentes afetam grande parte da população com variações por tipo.
Prevalência no Brasil
Brasil: alta prevalência semelhante global; variações regionais e métodos de pesquisa.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade predominam
Distribuição por Sexo
Predomina em mulheres em muitos subtipos, com variação por tipo
Grupos de Risco
Mulheres em idade adulta Estresse crônico Privação de sono Uso excessivo de analgésicos Fatores genéticos moderados
Tendência Temporal
Tendência de prevalência estável com aumento moderado em alguns subtipos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Cefaleias primárias com base multifatorial não identificada em todos os casos.
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção da nocicepção trigeminal e vasodilatação cerebral contribuindo para a dor.
Fatores de Risco
Estresse crônico Privação de sono Consumo excessivo de cafeína História familiar Ambiente barulhento Fumo
Fatores de Proteção
Sono regular Hidratação adequada Redução de cafeína Gestão de estresse
Componente Genético
Predisposição genética moderada em alguns subtipos; não obrigatória.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor de cabeça recorrente, tipicamente pulsátil, com variação de intensidade.
Sintomas Frequentes
Dor pulsátil
Náusea ocasional
Fotofobia
Fonofobia
Piora com esforço
Dor unilateral em alguns casos
Sinais de Alerta
  • Dor súbita muito forte
  • Alteração visual repentina
  • Fraqueza focal súbita
  • Fala dificultosa
  • Nova dor após trauma
Evolução Natural
Varia conforme subtipos; episódios podem ser episódicos ou tornar-se crônicos sem tratamento.
Complicações Possíveis
Crônica diária Uso abusivo de analgesia Redução de qualidade de vida Isolamento social Depressão associada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, critérios estabelecidos e exclusão de causas graves.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Glicose Função renal Avaliação de ferro
Exames de Imagem
RM cerebral quando indicado TC sem contraste Angio-RM se suspeita de vasculopatias Não rotineiro para cefaleias comuns
Diagnóstico Diferencial
  • Enxaqueca com aura
  • Cefaleia tensional
  • Cefaléia por cluster
  • Cefaleia secundaria
  • Neuralgia do trigêmio
Tempo Médio para Diagnóstico
Variável; acesso a serviços determina tempo até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem global com foco em gatilhos, sono, estilo de vida e uso racional de analgesia.
Modalidades de Tratamento
1 Terapias não farmacológicas
2 Terapia cognitivo-comportamental
3 Gestão de estresse
4 Fisioterapia
5 Biofeedback
Especialidades Envolvidas
Neurologia Medicina da Dor Fisiatria Psicologia Pediatria (crianças)
Tempo de Tratamento
Duração depende do subtipo e resposta; meses a anos.
Acompanhamento
Consultas regulares, diário de crises e ajuste de tratamento.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente estável para cefaleias primárias com manejo adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Identificação precoce
  • Controle de gatilhos
  • Adesão ao plano de cuidado
  • Apoio psicossocial
Fatores de Mau Prognóstico
  • Crônicas não tratadas
  • Uso abusivo de analgésicos
  • Comorbidades psiquiátricas
  • Não buscar cuidado
Qualidade de Vida
Pode variar; bem-estar melhora com tratamento adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Sono regular, hidratação, alimentação estável, evitar gatilhos ambientais.
Medidas Preventivas
Rotina de sono
Hidratação
Alimentação balanceada
Gestão de estresse
Redução de cafeína
Rastreamento
Avaliação neurológica quando surgem sinais atípicos; monitoramento periódico.

Dados no Brasil

Estimativas de internação variam conforme subtipos.
Internações/Ano
Distribuição Regional
Maior detecção em regiões com maior acesso a serviços.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais de alerta para buscar atendimento?
Dor súbita forte, fraqueza repentina ou fala difícil exigem avaliação rápida.
2 Cefaleias são sempre graves?
Não; a maioria é benigna, com manejo de gatilhos e estilo de vida.
3 É possível confirmar diagnóstico sem exames?
História clínica detalhada ajuda; exames direcionados conforme suspeita.
4 Como reduzir crises no dia a dia?
Sono regular, hidratação, alimentação estável e evitar gatilhos.
5 Qual o papel da reinserção profissional?
Plano de retorno gradual ajuda a manter trabalho e bem-estar.

Mitos e Verdades

Mito

dor de cabeça é sempre sinal de doença grave.

Verdade

na maioria, é benigna e tratável com manejo adequado.

Mito

beber água evita todas as crises.

Verdade

hidratação ajuda, mas gatilhos e sono influenciam mais.

Mito

cefaleias são só ansiedade.

Verdade

podem coexistir, exigem avaliação médica.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família e neurologista se crises forem frequentes.
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita intensa, déficit neurológico ou confusão requerem pronto atendimento.
Linhas de Apoio
Disque 136 - SUS CRAS local Telefone da sua SMS

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.