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cid g431 o que significa
CID-10

Enxaqueca com aura

Enxaqueca com aura

Resumo

Enxaqueca com aura é dor de cabeça forte com sinais visuais antes ou durante a dor

Identificação

Código Principal
G431
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Enxaqueca com aura
Nome em Inglês
Migraine with aura
Outros Nomes
Enxaqueca com aura • Migraine with aura • Cefaleia com aura • Aura de enxaqueca • Migração com aura
Siglas Comuns
EA E-AURA M-AURA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Cefaleias neurológicas
Subcategoria
Enxaqueca com aura
Tipo de Condição
doenca
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Aproximadamente 12% da população mundial sofre de enxaqueca com aura.
Prevalência no Brasil
Brasil: ~11-15% da população sofre de enxaqueca.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens, 20-40 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres; razão ~3:1
Grupos de Risco
História familiar Estresse prolongado Sono inadequado Hormonios Álcool/cafeína
Tendência Temporal
Tendência estável, variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial envolvendo genética, gatilhos ambientais e ativação trigeminal
Mecanismo Fisiopatológico
Ativação do nervo trigêmeo, peptídeos inflamatórios e alterações vasculares
Fatores de Risco
História familiar Alterações hormonais (menstruação) Estresse crônico Privação de sono Uso de substâncias desencadeantes Dietas irregulares
Fatores de Proteção
Sono regular Hidratação adequada Gestão de estresse Exercício físico
Componente Genético
Predisposição genética significativa, herança multifatorial

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor de cabeça pulsátil, unilateral, moderada a grave
Sintomas Frequentes
Náusea
Vômitos
Fotofobia
Fonofobia
Aura visual
Irritabilidade
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com piora progressiva
  • Fraqueza facial súbita
  • Dificuldade de fala
  • Nova aura em >50 anos
  • Crises muito frequentes
Evolução Natural
Crises recorrentes podem aumentar sem tratamento adequado
Complicações Possíveis
Impacto na qualidade de vida Uso inadequado de analgésicos Ansiedade/Depressão Problemas de sono Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica detalhada com crises recorrentes e aura; exclusão de outras causas
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Creatinina Urina Eletrolytes
Exames de Imagem
RM ou TC apenas se red flags RM se aura intracraniana suspeita TC na crise aguda
Diagnóstico Diferencial
  • Cefaleia tensional
  • Cefaleia em salvas
  • AVC
  • Tumor intracraniano
  • Enxaqueca não especificada
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico pode demorar semanas a meses conforme padrão de crises

Tratamento

Abordagem Geral
Planejamento multidisciplinar: gatilhos, abortivo e prophyláxico; educação ao paciente
Modalidades de Tratamento
1 Tratamento agudo
2 Profilaxia medicamentosa
3 Terapias comportamentais
4 Toxina botulínica (crônica)
5 Neuromodulação
Especialidades Envolvidas
Neurologia Medicina da dor Psiquiatria Fisioterapia Nutrição
Tempo de Tratamento
Meses a anos; ajuste conforme resposta
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses; ajuste de plano

Prognóstico

Prognóstico Geral
Controle possível com tratamento; crises podem persistir, mas reduzem
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Redução de gatilhos
  • Resposta rápida a terapias
  • Rede de apoio
Fatores de Mau Prognóstico
  • Crises frequentes
  • Migrânea crônica
  • Uso inadequado de analgésicos
  • Comorbidades depressivas/ansiedade
Qualidade de Vida
Pode melhorar com tratamento, crises podem persistir

Prevenção

Prevenção Primária
Sono regular, alimentação estável, hidratação e evitar gatilhos
Medidas Preventivas
Diário de crises
Rotina de sono
Hidratação
Redução de estresse
Exercício regular
Rastreamento
Acompanhamento de crises e ajuste de prevenção

Dados no Brasil

Internação variável; crises graves raras
Internações/Ano
Mortalidade direta baixa
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior prevalência em áreas urbanas com acesso a serviços

Perguntas Frequentes

1 Essa condição é hereditária?
Predisposição genética existe, somada a gatilhos ambientais.
2 Dói sempre do mesmo jeito?
Crises variam; aura e intensidade mudam entre episódios.
3 Teste definitivo?
Diagnóstico é clínico, sem único teste definitivo.
4 Dá para curar?
Controle eficaz é possível com tratamento adequado.
5 Posso trabalhar durante uma crise?
Depende; repouso em ambiente escuro costuma ajudar.

Mitos e Verdades

Mito

enxaqueca é apenas dor de cabeça.

Verdade

envolve aura, sensibilidade e gatilhos neurológicos.

Mito

alimentos causam crises sempre.

Verdade

gatilhos variam; não é universal.

Mito

só mulheres sofrem.

Verdade

afeta todos; mais comum em mulheres.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Médico de família ou neurologista são caminhos comuns
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza ou fala difícil requer atendimento rápido
Linhas de Apoio
136 (SUS) 192 SAMU 188 CVV

CIDs Relacionados

G431 G431.0 G432 G433 G431.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.