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cid g43 1
CID-10

Enxaqueca com aura

Enxaqueca com aura

Resumo

Enxaqueca com aura é dor de cabeça com fenômenos visuais temporários; manejo individual.

Identificação

Código Principal
G43.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Enxaqueca com aura – nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Migraine with aura
Outros Nomes
Enxaqueca com aura • Cefaleia com aura • Migraña com aura • Enxaqueca de aura • Cefaleia migrânea com aura
Siglas Comuns
EA EAA EAura

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do Sistema Nervoso
Categoria Principal
Cefaleias
Subcategoria
Enxaqueca com aura
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam 10-15% da população com enxaqueca com aura.
Prevalência no Brasil
Brasil: similar à mundial, cerca de 9-12%.
Faixa Etária Principal
20-40 anos
Distribuição por Sexo
Predominância em mulheres
Grupos de Risco
Historia familiar de enxaqueca Estresse crônico Privação de sono Uso irregular de cafeína Desidratação
Tendência Temporal
Prevalência estável, com variações sazonais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Multifatorial, genética; ativação cortical e vias trigeminovasculares.
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção neurovascular com ativação cortical e liberação de neuropeptídeos.
Fatores de Risco
Genética História familiar Estresse Privação de sono Uso irregular de cafeína/álcool Desidratação
Fatores de Proteção
Hidratação adequada Sono regular Gestão de estresse Identificação de gatilhos
Componente Genético
Herança multifatorial com polimorfismos neuronais.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor de cabeça moderada a intensa, pulsátil, frequentemente unilateral
Sintomas Frequentes
Náusea
Sensibilidade à luz
Sensibilidade ao som
Piora com atividades
Aura visual
Vômitos
Sinais de Alerta
  • Dor súbita muito intensa
  • Dor progressiva
  • Nova cefaleia em idoso
  • Rigidez de nuca
  • Alteração de consciência
Evolução Natural
Ataques variam; resposta a tratamento muda entre pessoas
Complicações Possíveis
Aura prolongada Migração para cefaleia crônica Qualidade de vida prejudicada Uso excessivo de analgésicos Desconforto persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Ataques recorrentes com aura; neurologia normal entre crises; excluir causas secundárias.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Função renal Eletrolitos Glicose
Exames de Imagem
RM craniana TC sem contraste RM se sinais neurológicos persistentes Angiografia se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Cefaleia tensional
  • Enxaqueca sem aura
  • Cefaleia por sinusite
  • AVC
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias desde o primeiro ataque

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo de crises com fármacos; evitar gatilhos; educação terapêutica.
Modalidades de Tratamento
1 Triptanos na crise
2 Analgesia simples
3 Antieméticos
4 Profilaxia com betabloqueadores
5 Terapias de estilo de vida
Especialidades Envolvidas
Neurologia Medicina da Dor Clínica Geral Fisioterapia Psiquiatria
Tempo de Tratamento
Duração varia por ataque; ajuste conforme resposta
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses; acompanhar frequência de ataques

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesao ao tratamento
  • Identificacao de gatilhos
  • Resposta rapida a crises
  • Saude geral boa
Fatores de Mau Prognóstico
  • Ataques frequentes nao controlados
  • Comorbidades depressivas
  • Uso incorreto de analgésicos
  • Estresse não gerenciado
Qualidade de Vida
Melhora entre crises; manejo adequado preserva funcionalidade

Prevenção

Prevenção Primária
Identificar gatilhos, sono estável, hidratação e alimentação regular
Medidas Preventivas
Hidratação
Sono regular
Gestão de estresse
Identificar gatilhos
Evitar jejum
Rastreamento
Monitorar frequência de ataques e resposta ao tratamento

Dados no Brasil

Varia por região; números não uniformes
Internações/Ano
Mortalidade muito baixa; geralmente desprezível
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição similar entre regiões, acesso molda diagnóstico

Perguntas Frequentes

1 Aura vem antes da dor sempre?
Nem sempre; pode ocorrer com ou sem dor, episódios variam.
2 Triptanos são seguros a longo prazo?
Uso conforme orientação médica; monitoramento necessário.
3 Como diagnosticar sem exames invasivos?
História cuidadosa e exames básicos costumam ser suficientes.
4 É possível prevenir ataques?
Sim; identificar gatilhos e manter hábitos ajudam.
5 Qual é o papel da alimentação diária?
Dieta regular e hidratação reduzem desencadeantes para alguns.

Mitos e Verdades

Mito

enxaqueca é apenas dor de cabeça forte

Verdade

aura, náusea e sensibilidade são comuns

Mito

cafeína cura enxaqueca

Verdade

cafeína pode desencadear ou aliviar, conforme caso

Mito

crianças não têm enxaqueca

Verdade

crianças podem ter enxaqueca com manejo adequado

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure neurologista ou clínica de cefaleia para avaliação
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita muito intensa com fraqueza ou fala alterada
Linhas de Apoio
0800-000-0000 136 188

CIDs Relacionados

G43.0 G43.8 G43.9 R51 G44.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.