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cid g40.4
CID-11

Epilepsia focal de lobo temporal

Epilepsia temporal

Resumo

Epilepsia focal de lobo temporal reduz crises com tratamento, preserva qualidade de vida.

Identificação

Código Principal
G40.4
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Epilepsia focal de lobo temporal, síndrome neurológica com crises parciais
Nome em Inglês
Temporal lobe focal epilepsy
Outros Nomes
Epilepsia do lobo temporal • Epilepsia focal temporal • Epilepsia temporal focal • Convulsões temporais
Siglas Comuns
ELT EPT EFT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Epilepsias e convulsões
Subcategoria
Epilepsia focal
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
varia

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global estimada entre 0,5% e 1% da população.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; média semelhante à global.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
História familiar de epilepsia Trauma craniano AVC prévio Lesões cerebrais Distúrbios do sono
Tendência Temporal
Tende a permanecer estável com tratamento adequado

Etiologia e Causas

Causa Principal
Alteração estrutural cortical ou atividade elétrica anormal no lobo temporal
Mecanismo Fisiopatológico
Descargas neuronais em redes hipersincronizadas no lobo temporal
Fatores de Risco
História familiar de epilepsia Trauma craniano Stroke prévio Distúrbios do sono Abuso de álcool
Fatores de Proteção
Tratamento adequado Sono regular Gerenciamento de estresse Vida saudável
Componente Genético
Contribuição genética relevante em alguns subtipos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Crises parciais com ou sem perda de consciência
Sintomas Frequentes
Aura sugerindo a crise
Perda de fala breve
Movimentos automáticos
Confusão pós-crise
Alteração de memória curta
Sinais de Alerta
  • Crise >5 minutos
  • Crises repetidas sem recuperação
  • Dificuldade para respirar
  • Confusão extrema
  • Sangramento ou trauma
Evolução Natural
Crises podem persistir sem tratamento; controle melhora com medicação
Complicações Possíveis
Dano cognitivo leve Ansiedade Depressão Lesões por quedas Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de crises recorrentes + EEG e imagem compatíveis
Exames Laboratoriais
EEG RM de crânio Hemograma Bioquímica Função renal/hepática
Exames de Imagem
RM cerebral TC craniana SPECT/PET quando indicado Video-EEG
Diagnóstico Diferencial
  • Convulsões psicogênicas
  • Epilepsia generalizada
  • Distúrbios do sono
  • Pânico com convulsões
  • Enxaqueca com aura
Tempo Médio para Diagnóstico
6-12 meses em muitos casos

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo multidisciplinar: segurança, medicação e reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos antiepilépticos
2 Cirurgia de epilepsia
3 Estimulação nervosa
4 Dieta cetogênica
5 Terapias comportamentais
Especialidades Envolvidas
Neurologia Neurofisiologia Neuropsicologia Psiquiatria Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Duração personalizada conforme resposta
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 3-6 meses; ajuste de medicação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo adequado, boa qualidade de vida é possível
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Poucas crises
  • Boa monitorização
  • Apoio familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • Não adesão ao tratamento
  • Crises frequentes
  • Comorbidades
  • Diagnóstico tardio
Qualidade de Vida
Impacto variável; foco em adaptação, apoio e educação

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de crise, sono adequado e saúde neurológica
Medidas Preventivas
Boa higiene do sono
Redução de álcool
Gerenciamento de estresse
Adesão ao tratamento
Vacinação atualizada
Rastreamento
Monitoramento periódico com EEG e avaliação neurológica

Dados no Brasil

Média anual de internações por epilepsia varia
Internações/Ano
Óbitos relacionados representam parcela pequena
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração em grandes centros; acesso desigual

Perguntas Frequentes

1 Quais são as crises mais comuns?
Crises parciais simples ou com generalização são mais frequentes.
2 É possível curar a epilepsia?
Não há cura única; muitas pessoas vivem sem crises frequentes.
3 Como sei se preciso de cirurgia?
Crises refratárias e mapa cerebral ajudam na decisão.
4 Como evitar crises no dia a dia?
Adesão à medicação, sono regular e evitar gatilhos
5 Qual é o papel da família?
Apoio, monitorar crises e conversar com a equipe de saúde

Mitos e Verdades

Mito

epilepsia é rara

Verdade

comum e tratável com manejo adequado

Mito

medicação vicia

Verdade

uso correto não gera dependência

Mito

só afeta idosos

Verdade

pode surgir em qualquer idade

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure atendimento com médico de atenção primária ou neurologista
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Convulsão dura mais de 5 minutos exige atendimento imediato
Linhas de Apoio
SAMU 192 Disque-SUS 136 Associação de Epilepsia local

CIDs Relacionados

G40.0 G40.1 G41 R56.8 Z83.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.