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cid g 56
CID-11

Mononeuropatia de nervos do membro superior

Mononeuropatia do membro superior

Resumo

Condição de nervos do braço com dor e fraqueza, tratável com treino e acompanhamento médico.

Identificação

Código Principal
G56
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Mononeuropatias dos nervos do membro superior
Nome em Inglês
Mononeuropathies of the upper limb nerves
Outros Nomes
Mononeuropatia de nervo único do membro superior • Mononeuropatia de nervo periférico do braço • Neuropatia focal do membro superior • Neuropatia de nervo do braço
Siglas Comuns
MONO UL MNUP MONOUL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Doenças do sistema nervoso
Subcategoria
Mononeuropatias periféricas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam por subtipos e definição.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variação regional.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Uso repetitivo de membros superiores Trauma no ombro/braço Diabetes mellitus Síndromes compressivas Envelhecimento
Tendência Temporal
Varia conforme ocupação e hábitos; sem sinal claro de aumento.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Compressões nervosas por uso repetitivo, trauma ou compressão crônica.
Mecanismo Fisiopatológico
Lesão focal de mielina/axônio por compressão ou trauma, déficit motor e sensorial.
Fatores de Risco
Uso repetitivo Lesões prévias Diabetes Hipertensão Obesidade Fator ocupacional
Fatores de Proteção
Ergonomia adequada Pausas regulares Exercícios de alongamento Controle glicêmico
Componente Genético
Contribuição genética em alguns subtipos; maioria adquirida.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor, formigamento ou fraqueza em braço/mão
Sintomas Frequentes
Dor ao longo do nervo
Dormência na mão
Fraqueza de preensão
Dificuldade de destreza
Redução de sensibilidade
Dor ao uso
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita com dor aguda
  • Perda súbita de sensibilidade
  • Dor intensa que não cede
  • Dor com febre e sensação de mal-estar
  • Alteração de pele ao redor do nervo
Evolução Natural
Sem tratamento pode progredir; com manejo pode estabilizar ou melhorar parcialmente
Complicações Possíveis
Fraqueza residual Perda de destreza Dor crônica Alterações sensoriais permanentes Redução da coordenação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com EMG/estudo de condução nervosa
Exames Laboratoriais
Glicemia de jejum HbA1c Vitamina B12 TSH Ferro ou ferritina
Exames de Imagem
RM/angio RM do braço Ultrassom do nervo RX de ombro quando necessário Ultrassom Doppler se vascular
Diagnóstico Diferencial
  • Radiculopatia cervical
  • Polineuropatia diabética
  • Síndrome do túnel do carpo
  • Plexopatia braquial
  • Esclerose múltipla
Tempo Médio para Diagnóstico
Sem tempo fixo; pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com alívio da dor, reabilitação e correção de causas.
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia e exercícios
2 Analgesia neuropática
3 Correção de fatores de risco
4 Cirurgia de descompressão quando indicada
5 Reabilitação ocupacional
Especialidades Envolvidas
Neurologia Ortopedia Fisioterapia Endocrinologia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Duração varia conforme causa e resposta; meses a longo prazo
Acompanhamento
Retornos periódicos a cada 3-6 meses; ajuste terapêutico

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia conforme nervo envolvido e manejo; recuperação parcial possível
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Tratamento aderente
  • Pouco dano nervoso
  • Boa reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Dano nervoso extenso
  • Diabetes mal controlada
  • Ausência de reabilitação
Qualidade de Vida
Pode melhorar com tratamento adequado e reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Ergonomia, pausas, educação postural e atividades seguras
Medidas Preventivas
Ergonomia adequada
Pausas regulares
Exercícios de alongamento
Controle de diabetes
Fortalecimento de mãos
Rastreamento
Avaliação periódica de nervos em grupos de risco

Dados no Brasil

Hospitilizações variam por região.
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; relacionada a doenças subjacentes.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração onde há maior atividade ocupacional.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais iniciais?
Dor, dormência e fraqueza local.
2 O EMG é necessário?
EMG ajuda a confirmar o diagnóstico.
3 Posso evitar recaídas?
Gerenciar risco e manter reabilitação ajudam.
4 Qual é o prognóstico?
Depende do nervo e do tratamento; pode melhorar.
5 Existe prevenção no dia a dia?
Posturas, pausas e exercícios reduzem o risco.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura a neuropatia.

Verdade

recuperação é impulsionada por tratamento ativo.

Mito

neuropatia piora sempre com idade.

Verdade

melhora com manejo adequado pode ocorrer.

Mito

cirurgia é sempre necessária.

Verdade

nem sempre há necessidade cirúrgica.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou neurologista com persistência de sintomas
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, dor intensa ou perda de função requer atendimento
Linhas de Apoio
0800-000-000 DISQUE SAÚDE CENTRO DE REFERÊNCIA

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.