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cid g 40.0
CID-11

Epilepsia focal idiopática

Epilepsia focal

Resumo

Epilepsia focal idiopática envolve crises elétricas sem lesão visível; tratamento reduz crises.

Identificação

Código Principal
G40.0
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Epilepsia focal idiopática segundo OMS, crises parciais ou generalizadas sem lesão estrutural detectável
Nome em Inglês
Focal Idiopathic Epilepsy
Outros Nomes
epilepsia focal • crise focal • epilepsia parcial • epilepsia localizada • epilepsia de foco
Siglas Comuns
EF EPI-FOCAL GFO

Classificação

Capítulo CID
Cap. VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Neurológica
Subcategoria
Epilepsia focal idiopática
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam 50-70 milhões de pessoas com epilepsia.
Prevalência no Brasil
Prevalência semelhante à global; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Multigeracional: crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Traumas cranianos Convulsões na infância Anomalias congênitas História familiar Desordens neurodegenerativas
Tendência Temporal
Tendência estável com melhora por diagnóstico precoce.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Disfunção elétrica cerebral com foco parcial, sem lesão estrutural visível.
Mecanismo Fisiopatológico
Disparo elétrico anormal em redes corticais com propagação seletiva.
Fatores de Risco
História familiar Trauma cranioencefálico Distúrbios do sono Desordens metabólicas Estresse extremo
Fatores de Proteção
Tratamento adequado Sono regular Controle de gatilhos Adesão à medicação
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns síndromes; maioria idiopática.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Crises parciais ou generalizadas com ou sem perda de consciência.
Sintomas Frequentes
Convulsões tônico-clônicas
Aura sensitiva
Perda de consciência momentânea
Confusão pós-ictal
Movimentos repetitivos
Sinais de Alerta
  • Duração >5 minutos
  • Crises repetidas sem recuperação
  • Dificuldade respiratória
  • Lesão súbita
  • Mudanças neurológicas
Evolução Natural
Sem tratamento pode progredir com crises frequentes.
Complicações Possíveis
Quedas graves Déficits cognitivos Dificuldades escolares Ansiedade Depressão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de crises, EEG anormal e exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia Função renal Função hepática Testes metabólicos
Exames de Imagem
EEG RM encefálica TC sem contraste
Diagnóstico Diferencial
  • Síncope
  • Pseudocrises psicogênicas
  • Distúrbios do sono
  • Convulsões febris
  • Distúrbios neurológicos
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente meses; acesso rápido encurta o tempo

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de crises com antiepilépticos, ajuste gradual.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamento antiepiléptico
2 Cirurgia de epilepsia
3 Estimulação do nervo vago
4 Dieta cetogênica
5 Terapias comportamentais
Especialidades Envolvidas
Neurologia Neurocirurgia Reabilitação Pediatria Psiquiatria
Tempo de Tratamento
Longo prazo com acompanhamento regular.
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses; ajuste de medicação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva favorável com adesão; muitas pessoas controlam crises.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão
  • Tipo focal com boa resposta
  • Sem comorbidades
  • Tratamento precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Crises generalizadas frequentes
  • Lesões estruturais
  • Idade avançada
  • Baixa adesão
Qualidade de Vida
Melhora com controle; exige ajustes diários.

Prevenção

Prevenção Primária
Sono regular, evitar gatilhos, tratamento adequado de doenças neurológicas.
Medidas Preventivas
Sono adequado
Rotina estável
Evitar álcool
Adesão à medicação
Gestão de stress
Rastreamento
Acompanhamento neurológico com EEG conforme necessidade

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais no Brasil
Internações/Ano
Mortalidade varia por região; total relativamente baixo
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior rede em capitais; acesso reduzido no interior

Perguntas Frequentes

1 A epilepsia é contagiosa?
Não é contagiosa; envolve o cérebro e a eletricidade neural.
2 Quais são as causas?
Idiopática na maioria; causas estruturais ocorrem em alguns casos.
3 É possível curar?
Crise bem controladas; cura total não é garantida.
4 Como prevenir crises?
Adesão ao tratamento, sono regular, evitar gatilhos.
5 Preciso dieta especial?
Dieta cetogênica pode ajudar em casos refratários sob orientação.

Mitos e Verdades

Mito

epilepsia é convulsão constante.

Verdade

crises variam; nem toda é convulsiva.

Mito

anticonvulsivantes causam dependência.

Verdade

uso supervisionado, efeitos colaterais existem.

Mito

crises somem sem tratamento.

Verdade

tratamento adequado reduz crises.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure neurologista; procure pronto-socorro se crise durar >5 min.
Especialista Indicado
Neurologista especialista em epilepsia
Quando Procurar Emergência
Crise longa ou repetição sem recuperação exige atendimento
Linhas de Apoio
Disque 100 SUS Central CAPS locais

CIDs Relacionados

G40.1 G40.2 G40.8 G41.0 G41.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.