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cid fratura umero proximal
CID-10

Fratura de Úmero Proximal

Fratura do colo do úmero (ombro)

Resumo

Fratura do colo proximal do úmero é lesão do ombro; tratamento depende de deslocamento e idade, com reabilitação para recuperar movimento.

Identificação

Código Principal
S42.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura do colo proximal do úmero segundo a classificação OMS (CID S42.2)
Nome em Inglês
Proximal Humerus Fracture
Outros Nomes
fratura do colo proximal do úmero • fratura proximal do úmero • quebra do ombro proximal • fratura do ombro próximo • fratura de colo do úmero
Siglas Comuns
S42.2 CID-10 ProxUhFr

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Traumatismos
Categoria Principal
Fraturas do úmero proximal
Subcategoria
Fratura do colo proximal do úmero
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas proximal do úmero são comuns em idosos, principalmente com osteoporose.
Prevalência no Brasil
Maior incidência entre idosos no Brasil, com variação regional pela população idosa.
Faixa Etária Principal
60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Predomínio em mulheres pela osteoporose.
Grupos de Risco
idosos osteoporose quedas acidentais fraqueza muscular sedentarismo
Tendência Temporal
Envelhecimento populacional mantém tendência estável a crescente.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Traumatismo externo, como queda sobre o ombro ou braço.
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma sobre a região proximal do úmero leva a fratura com deslocamento variável e instabilidade articular
Fatores de Risco
idade avançada osteoporose quedas sedentarismo uso de corticosteroides tabagismo
Fatores de Proteção
atividade física regular dieta rica em cálcio suplementação vitamínica ambiente seguro para quedas
Componente Genético
Contribuição genética associada à densidade óssea e osteoporose

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no ombro com edema e dificuldade de movimento
Sintomas Frequentes
dor no ombro
edema ao redor
dificuldade para levantar o braço
perda de ROM
sensibilidade local
hematoma
Sinais de Alerta
  • dor que persiste
  • deformidade evidente
  • perda de pulso distal
  • parestesia progressiva
  • diminuição de movimento extremo
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persistente e mobilidade reduzida podem progredir
Complicações Possíveis
rigidez do ombro pseudoartrose necrose avascular da cabeça do úmero artrose pós-traumática instabilidade articular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor + achado radiografico; TC/RM ajudam em subtipos
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS bioquimica eletrólitos
Exames de Imagem
Rx ombro em dois planos TC para fraturas complexas RM para tecidos moles US para derrame
Diagnóstico Diferencial
  • luxação do ombro
  • fratura distal do úmero
  • lesão do manguito rotador
  • entorse de ombro
  • fratura de clavícula
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico geralmente imediato com imagem inicial

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização, analgesia e decisão cirúrgica conforme deslocamento; reabilitação precoce
Modalidades de Tratamento
1 conservador com imobilizacao
2 cirurgia com fixação interna
3 artroplastia proximal
4 fixação externa
5 reabilitação intensiva
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Geriatria
Tempo de Tratamento
Plano de semanas a meses, com fases de imobilização e ROM
Acompanhamento
Visitas de ortopedia, avaliações de ROM, ajuste de carga

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia conforme deslocamento, idade e adesão à reabilitação; bons resultados com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • fratura não deslocada
  • idosos ativos
  • boa perfusão
  • reabilitação precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • fratura deslocada
  • cominutiva
  • osteoporose grave
  • comorbidades relevantes
Qualidade de Vida
Impacto temporário na rotina, recuperação plena possível com fisioterapia

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenir quedas, manter mobilidade, controlar osteoporose e exercício regular
Medidas Preventivas
iluminacao adequada
tapetes antiderrapantes
corrimões
exercícios de equilíbrio
dieta rica em cálcio
Rastreamento
Densitometria óssea para avaliação de risco de fratura em idosos

Dados no Brasil

Internações anuais variam, com pico em idosos em regiões com maior densidade idosa.
Internações/Ano
Óbitos anuais variam conforme idade e comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição desigual; áreas com mais idosos e acesso a reabilitação têm maior incidência.

Perguntas Frequentes

1 Quais são sintomas de fratura proximal do úmero?
Dor súbita no ombro, inchaço, dificuldade para mover o braço e dor ao toque.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica e radiografias; TC/RM em casos complexos.
3 É necessário cirurgia?
Depende do tipo, deslocamento e função desejada; algumas fraturas curam com imobilização.
4 Quando iniciar reabilitação?
Iniciação precoce conforme dor e evolução; fisioterapia orientada auxilia recuperação.
5 Quais sinais de complicação?
Dor crescente, alteração de cor, formigamento, pulso fraco ou dormência exigem avaliação.

Mitos e Verdades

Mito

fraturas nao deslocadas precisam sempre de cirurgia

Verdade

muitos casos curam com imobilização adequada

Mito

dor leve é normal por semanas

Verdade

dor persistente requer avaliação médica

Mito

tempo de recuperação é igual para todos

Verdade

recuperação varia com idade, fratura e tratamento

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ou ortopedista após trauma no ombro
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Procure urgência se deformidade, dor intensa ou pulso ausente
Linhas de Apoio
SUS Disque Saúde 136 Central de Apoio ao Paciente

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.