Fratura de rádio distal
Fratura do rádio distal
Resumo
Fratura distal do rádio é a quebra do osso do pulso perto da mão, comum após quedas.
Identificação
- Código Principal
- S52.3
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Fratura distal do rádio
- Nome em Inglês
- Distal Radius Fracture
- Outros Nomes
- Fratura distal do rádio do punho • Fratura distal do rádio distal • Fratura do rádio na porção distal
- Siglas Comuns
- FRD S52.3 DRD
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo S52 - Fraturas do rádio
- Categoria Principal
- Fraturas do antebraço
- Subcategoria
- Fratura distal do rádio
- Tipo de Condição
- lesao
- Natureza
- traumatica
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global variável; pico em idosos.
- Prevalência no Brasil
- Distribuição brasileira com variações regionais.
- Faixa Etária Principal
- Faixa etária típica 50–70 anos.
- Distribuição por Sexo
- Distribuição próxima entre homens e mulheres.
- Grupos de Risco
- Osteoporose/osteopenia Quedas em idosos Fraqueza muscular Atividades de alto risco Uso de corticosteroides
- Tendência Temporal
- Tendência estável com leve incremento em idosos.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Trauma de queda sobre a mão ou impacto direto no punho.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Trauma gera fratura por compressão/torção, com desvio parcial ou total.
- Fatores de Risco
- Osteoporose/osteopenia Idade avançada Sexo feminino Quedas frequentes Baixa massa muscular Uso de corticosteroides
- Fatores de Proteção
- Exercícios de equilíbrio Ambiente seguro para quedas Calçados antiderrapantes Iluminação adequada
- Componente Genético
- Influência genética moderada na densidade óssea.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor intensa no punho após queda, com inchaço.
- Sintomas Frequentes
-
Dor aguda no punhoInchaço e sensibilidadeHematoma localDificuldade de pegadaRigidezDor à flexão
- Sinais de Alerta
-
- Pulsos fracos ou ausentes
- Alteração de cor/parestesia
- Dor que piora com o tempo
- Negligência clínica
- Necessita avaliação imediata
- Evolução Natural
- Sem tratamento, deformidade permanece e função reduz.
- Complicações Possíveis
- Rigidez persistente Dor crônica Artrose distal Lesões neurais Instabilidade crônica
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de queda, exame local, e radiografias do punho com duas incidências.
- Exames Laboratoriais
- Hemograma Vitamina D Cálcio sérico PCR se inflamação Marcadores metabólicos
- Exames de Imagem
- Rx punho/antebraço em dois planos Rx oblíquas Tomografia se desvio complexo RM se lesões associadas
- Diagnóstico Diferencial
-
- Entorse grave do punho
- Fratura do escafóide
- Luxação carpometacarpal
- Fratura de rádio proximal
- Lesões de ligamentos
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Tempo médio de diagnóstico: 1–7 dias, conforme acesso à imagem.
Tratamento
- Abordagem Geral
- Imobilização inicial, redução quando necessária, analgesia e reabilitação precoce.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Imobilização com gesso ou tala2 Redução fechada com imobilização3 Cirurgia com fixação interna4 Fixação externa em casos complexos5 Reabilitação fisioterápica
- Especialidades Envolvidas
- Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Enfermagem
- Tempo de Tratamento
- Duração típica de 4–6 semanas de imobilização.
- Acompanhamento
- Retornos semanais nas primeiras 2–4 semanas, depois mensal.
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Com tratamento adequado, recuperação geralmente boa e retorno funcional comum.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Tratamento precoce
- Ausência de lesões associadas
- Adesão à reabilitação
- Condição óssea boa
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Idade avançada
- Osteoporose severa
- Gravidade do desvio
- Lesões nervosas graves
- Qualidade de Vida
- A recuperação pode restabelecer a função, com impacto temporário na vida diária.
Prevenção
- Prevenção Primária
- Prevenir quedas com iluminação, piso seguro, exercícios de equilíbrio.
- Medidas Preventivas
-
Exercícios de equilíbrioCalçados antiprradapentesAmbiente seguro para quedasProteção de punho durante atividadesSuporte de antebraço em atividades de risco
- Rastreamento
- Avaliar densidade óssea em idosos para prevenir fraturas.
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
cura sem tratamento é comum.
tratamento adequado evita sequelas.
cirurgia é sempre necessária.
muitos casos vão bem com imobilização.
dor prolongada é normal.
dor sob controle melhora com manejo adequado.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure pronto atendimento ou ortopedista após queda com punho dolorido.
- Especialista Indicado
- Ortopedista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa, deformidade, dormência ou pulso ausente.
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Ligações locais de saúde Central de regulação do hospital
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.