Fratura de rádio distal
Fratura no rádio distal
Resumo
Fratura de rádio distal: dor, raio-X confirma; imobiliza e reabilita para recuperação.
Identificação
- Código Principal
- S52.5
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Fratura distal do rádio, lesão do antebraço com ou sem desalinhamento
- Nome em Inglês
- Distal Radius Fracture
- Outros Nomes
- Fratura de rádio distal • Fratura distal do rádio • Lesão do rádio distal • Fratura do rádio
- Siglas Comuns
- FRD Rádio distal DRF
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XVI - Doenças do aparelho locomotor
- Categoria Principal
- Fraturas do punho e antebraço
- Subcategoria
- Fratura distal do rádio
- Tipo de Condição
- lesao
- Natureza
- traumatica
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Fratura distal de rádio é comum entre fraturas de antebraço, especialmente em idosos.
- Prevalência no Brasil
- Padrão semelhante ao global, com pico em idosos por osteoporose.
- Faixa Etária Principal
- Adultos idosos, pico entre 60 e 70 anos.
- Distribuição por Sexo
- Predominância feminina por osteoporose.
- Grupos de Risco
- Osteoporose Quedas domiciliares Idade avançada Uso de corticoides
- Tendência Temporal
- Incidência estável com leve aumento pela longevidade.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Trauma de queda com impacto no punho ou antebraço.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Força excede a resistência óssea,(fendas) rotas de lesão de tecidos moles.
- Fatores de Risco
- Osteoporose Idade avançada Sexo feminino Quedas domiciliares Uso de corticoides
- Fatores de Proteção
- Fortalecimento de punho Densidade óssea adequada Exercícios regulares Ambiente seguro em casa
- Componente Genético
- Contribuição genética na densidade óssea.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor aguda no punho, sensibilidade e dificuldade ao movimento.
- Sintomas Frequentes
-
Dor à palpaçãoInchaçoDeformidade visívelLimitação de movimentoDor ao agarrar objetos
- Sinais de Alerta
-
- Pulso distal fraco
- Parestesia com déficit sensorial
- Deformidade acentuada
- Edema difuso intenso
- Dor que não cede com analgésicos
- Evolução Natural
- Sem tratamento, deformidade pode ser permanente com dor constante
- Complicações Possíveis
- Maluniao Artrose pós-traumática Rigidez do punho Nervo periférico lesado Sinostose
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de trauma, dor localizada, exame com ROM reduzida; raio-x confirmado.
- Exames Laboratoriais
- Hemograma Eletrólitos PCR Função renal Calcio sérico
- Exames de Imagem
- Radiografias punho/antebraço TC para fraturas complexas RM se lesões de tecidos moles
- Diagnóstico Diferencial
-
- Luxação do punho
- Fratura de ulna
- Fratura proximal de rádio
- Lesão de ligamentos
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Geralmente imediato com radiografia padrão
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio da dor, imobilização e planejamento de redução quando necessário
- Modalidades de Tratamento
-
1 Imobilização com gesso2 Redução fechada3 Cirurgia com fixação4 Fisioterapia pós-imobilização5 Cuidados com edema
- Especialidades Envolvidas
- Ortopedia Radiologia Fisioterapia Reabilitação
- Tempo de Tratamento
- Variano de semanas a meses conforme tipo e idade
- Acompanhamento
- Radiografias de controle e ajuste da reabilitação
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Bom em fraturas estáveis; idade e osteoporose influenciam
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Fratura simples
- Idade jovem
- Boa adesão ao plano
- Ossos densos
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Osteoporose grave
- Fratura cominutiva
- Desalinhamento severo
- Trauma múltiplo
- Qualidade de Vida
- Recuperação costuma restabelecer funções, com reabilitação adequada
Prevenção
- Prevenção Primária
- Prevenir quedas e manter densidade óssea com nutrição e exercícios
- Medidas Preventivas
-
Controle de osteoporoseExercícios de peso leveCálcio e vitamina DAmbiente seguro em casaProteção durante atividades
- Rastreamento
- Densitometria óssea em grupos de risco
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
toda fratura exige cirurgia.
muitas fraturas tratam-se com imobilização e reabilitação.
dor alta sempre significa lesão grave.
gravidade exige avaliação clínica e imagem detalhada.
gesso é sempre doloroso.
técnicas modernas reduzem desconforto e tempo de imobilização.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure pronto-socorro ou ortopedista diante de dor, deformidade ou incapacidade
- Especialista Indicado
- Ortopedista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa com deformidade, pulso fraco, dormência distal
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Central de Regulação 0800-600-0000 Ouvidoria MS
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.