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cid fratura fibula
CID-10

Fratura da fíbula

Fratura da fíbula

Resumo

Fratura da fíbula é lesão óssea comum após trauma; normalmente tratada com imobilização e fisioterapia.

Identificação

Código Principal
S82.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura da fíbula conforme CID-10; lesão traumática do membro inferior
Nome em Inglês
Fibula fracture
Outros Nomes
Fratura da fíbula distal • Fratura externa da perna • Fratura lateral da fíbula • Fratura da perna com fíbula
Siglas Comuns
S82.3 FFB FIB Frx

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema osteoarticular
Categoria Principal
Lesões osteomusculares
Subcategoria
Fraturas da fíbula
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globais dados limitados; fraturas fibulares são traumas comuns, porém menos frequentes que tibia.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais esporádicos; mais comuns em traumas de perna.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Predomínio masculino em trauma; equilíbrio entre jovens
Grupos de Risco
Atletas de alto impacto Motoristas de veículo Trabalhadores de queda Idosos com osteoporose Pessoas com desequilíbrio postural
Tendência Temporal
Tendência estável na maior parte das regiões

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma externo direto ou indireto durante quedas ou acidentes
Mecanismo Fisiopatológico
Força excede resistência óssea; fratura ocorre com possível lesão associada
Fatores de Risco
Atividade de alto impacto Quedas em idosos Osteopenia/osteoporose Uso de corticosteroides Álcool Hábito de fumar
Fatores de Proteção
Proteção adequada Calçados apropriados Treinamento de equilíbrio Superfícies seguras
Componente Genético
Influência genética mínima na densidade óssea

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no terço externo da perna após trauma
Sintomas Frequentes
Dor aguda
Inchaço
Deformidade discreta
Dor ao apoiar
Hematoma
Sinais de Alerta
  • Dor muito intensa
  • Perda de pulso distal
  • Ferimento aberto
  • Alteração de cor e sensibilidade
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e função piora
Complicações Possíveis
Consolidação lenta Dor crônica Instabilidade articular Infecção em fratura aberta Necrose rara

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor, edema e deformidade; confirmação radiográfica
Exames Laboratoriais
Hemograma básico Marcadores inflamatórios se infecção suspeita
Exames de Imagem
Rx AP e lateral perna e tornozelo Tomografia se dúvida RM para ligamentos
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse grave de tornozelo
  • Fratura tibial distal
  • Lesão de ligamentos
  • Lesão de perônio
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, dependendo acesso

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização, alinhamento e alívio da dor
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com gesso
2 Cirurgia apenas em casos estáveis/instáveis
3 Fisioterapia precoce
4 Cuidados com feridas
5 Analgesia conforme protocolo
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Enfermagem Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Consolidação em 6-12 semanas
Acompanhamento
Consultas seriadas e radiografias

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento apropriado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Consolidação rápida
  • Ausência de desalinhamento
  • Boa perfusão
  • Jovem ativo
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fratura aberta
  • Desalinhamento radiográfico
  • Infecção
  • Edad avançada
Qualidade de Vida
Retorno gradual à vida diária com reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenir quedas e trauma durante atividades
Medidas Preventivas
Calçados adequados
Superfícies seguras
Treinamento de equilíbrio
Proteção em esportes
Iluminação adequada
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em capitais com maior densidade populacional

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de fratura da fíbula?
Dor no local, inchaço, dor ao toque e peso limitado.
2 Fraturas da fíbula sempre requerem cirurgia?
Não; muitas são tratadas com imobilização e fisioterapia.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica mais radiografias simples; TC se necessário.
4 Qual é o tempo de recuperação?
Consolidação leva semanas; reabilitação acelera retorno.
5 Cuidados após alta?
Proteja a perna, higiene, sinais de infecção e retorno gradual.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total acelera a cura.

Verdade

Movimento gradual com fisioterapia favorece recuperação.

Mito

gelo cura fratura.

Verdade

Gelo ajuda a reduzir edema; não substitui imobilização.

Mito

toda fratura da fíbula exige cirurgia.

Verdade

Depende do desalinhamento e traumas; muitas curam conservadoramente.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Pronto atendimento ou ortopedista rapidamente
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com deformidade, púse distal comprometido, ferimento aberto
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Disque 100

CIDs Relacionados

S82.3 S82.4 S99.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.