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cid fratura dedos pe
CID-10

Fratura de falange do pé

Fratura do dedo do pé

Resumo

Fratura do dedo do pé é lesão óssea comum após trauma; tratamento varia conforme gravidade.

Identificação

Código Principal
S92.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura da falange do pé
Nome em Inglês
Toe fracture
Outros Nomes
Fratura de falange do pé • Fratura de dedo do pé • Fratura distal do dedo • Fratura digital do pé • Fratura do hálux/dedos
Siglas Comuns
S92.3 FDPE TOE-FR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Trauma musculoesquelético
Categoria Principal
Lesão de dedo do pé
Subcategoria
Fratura de falange do pé
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas de falange do pé ocorrem com traumas comuns; variações por atividade local.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; prática esportiva aumenta casos, sobretudo em jovens.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e adultos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres em equilíbrio
Grupos de Risco
Esportes de alto impacto Quedas em idosos Uso inadequado de calçados Trauma repetido Osteoporose
Tendência Temporal
Padrão estável com flutuações sazonais por atividades

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico direto ou torção do pé durante queda ou pisada incorreta
Mecanismo Fisiopatológico
Força súbita quebra a estrutura óssea, gerando fissura ou fratura com ou sem desvio
Fatores de Risco
Osteoporose Idade avançada Calçados inadequados Atividade física intensa Quedas frequentes Desbalanceamento
Fatores de Proteção
Calçados com bom amortecimento Fortalecimento muscular Aquecimento pré-treino Superfícies seguras
Componente Genético
Contribuição para densidade óssea em alguns indivíduos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no dedo do pé após trauma, com sensibilidade ao toque
Sintomas Frequentes
Inchaço local
Hematoma
Dificuldade para caminhar
Dor à pressão
Possível deformidade leve
Sinais de Alerta
  • Dor muito intensa
  • Deformidade visível
  • Perda de circulação/parestesia
  • Febre com piora do quadro
  • Ferida aberta grave
Evolução Natural
Sem tratamento, dor pode persistir e consolidação pode atrasar
Complicações Possíveis
Dor crônica Deformidade permanente Instabilidade articular Pseudoartrose rara Infecção em ferida aberta

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma, exame sensitivo e imagem para confirmar
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Eletrólitos Glicemia
Exames de Imagem
Radiografias do pé (AP/Lateral) Raio-X simples Tomografia Ressonância
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse de pé
  • Fratura de metatarso
  • Lesão de cartilagem
  • Luxação do dedo
  • Fratura por estresse
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico típico em até 1-2 dias com imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Controle da dor, imobilização, realinhamento se deslocado e monitoramento
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com tala
2 Redução conservadora
3 Cirurgia com fixação
4 Fisioterapia
5 Cuidados com feridas se houver
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Podologia Fisioterapia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Duração da imobilização varia de 3 a 6 semanas
Acompanhamento
Retornos regulares com radiografias de controle até consolidação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo adequado, recuperação completa é comum
Fatores de Bom Prognóstico
  • Imobilização adequada
  • Consolidação rápida
  • Ausência de deslocamento
  • Início precoce da reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Deslocamento não reduzido
  • Fratura múltipla
  • Osteoporose grave
  • Infecção ou comorbidades graves
Qualidade de Vida
Retorno à vida diária normalmente preservado após tratamento

Prevenção

Prevenção Primária
Usar calçados adequados, calçado com bom amortecimento e piso seguro
Medidas Preventivas
Calçados com ajuste
Superfícies seguras
Fortalecimento do pé
Aquecimento pré-treino
Cuidados com entorses
Rastreamento
Avaliações de densidade óssea quando indicadas

Dados no Brasil

Internações podem ocorrer, porém manejo ambulatorial predomina
Internações/Ano
Mortalidade muito baixa associada a fraturas de dedo do pé
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior load em áreas urbanas com mais prática de esportes

Perguntas Frequentes

1 Posso caminhar com fratura do dedo do pé?
Depende; fraturas estáveis costumam permitir carga com proteção adequada.
2 Quando é indicada cirurgia?
Cirurgia indicada para fragmentos deslocados ou instabilidade.
3 Como é o retorno às atividades?
Retorno gradual conforme consolidação, com fisioterapia.
4 Fratura de dedo do pé cura sozinha?
Algumas curam com imobilização; outras necessitam tratamento específico.
5 Posso voltar a esportes?
Somente com avaliação médica e liberação; evite impacto até cura.

Mitos e Verdades

Mito

dor simples não requer avaliação médica.

Verdade

mesmo dor leve merece avaliação para confirmar estágio.

Mito

cirurgia é sempre necessária.

Verdade

muitos casos resolvem com imobilização.

Mito

dor some sem tratamento.

Verdade

tratamento adequado acelera recuperação e evita sequelas.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Dirija-se a pronto atendimento em caso de dor forte ou deformidade
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, deformidade, perda de sensibilidade, sinais de circulação comprometida
Linhas de Apoio
SUS 136 Contato médico local Telefones de apoio comunitário

CIDs Relacionados

S92.3 S92.0 S92.1 S92.4 S92.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.