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cid fratura dedo pé
CID-10

Fratura do dedo do pé

Fratura do dedo do pé

Resumo

Fratura do dedo do pé é lesão comum; envolve dor, imobilização, recuperação e reabilitação

Identificação

Código Principal
S92.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura da falange do dedo do pé
Nome em Inglês
Toe fracture
Outros Nomes
Fratura de falange do pé • Fratura do dedo do pé • Fratura distal do dedo do pé • Fratura do hálux
Siglas Comuns
FDPP FxDedoPe FDPe

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Trauma osteoarticular
Subcategoria
Fratura de dedo do pé
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas de dedo do pé ocorrem com quedas e impactos; prevalência global elevada entre atletas.
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
Adultos entre 20-40 anos
Distribuição por Sexo
Equilibrada, leve predomínio masculino
Grupos de Risco
Atletas Adultos ativos Idosos com osteopenia Diabetes com neuropatia Caídas urbanas
Tendência Temporal
Tendência estável nos últimos anos, com manejo conservador.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma externo por impacto, queda ou torção no pé
Mecanismo Fisiopatológico
Força de compressão/torção durante impacto leva à fratura da falange ou base do dedo
Fatores de Risco
Atletas Calçados inadequados Osteopenia/osteoporose Diabetes com neuropatia Distúrbios de equilíbrio Lesões prévias do pé
Fatores de Proteção
Calçados adequados Treinamento supervisionado Alongamento diário Exercícios de fortalecimento do pé
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor localizada no dedo, dor ao toque e ao apoiar o pé
Sintomas Frequentes
Dor local mantida
Inchaço e hematoma
Sensibilidade ao toque
Dificuldade para calçar
Dor ao caminhar
Limitação de movimento
Sinais de Alerta
  • Dor intensa com deformidade
  • Impossibilidade de apoiar o peso
  • Alteração de cor da pele com sinais de má perfusão
  • Hematoma extenso
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e pode haver deformidade residual
Complicações Possíveis
Dor crônica Rigidez articular Deformidade residual Alteração da marcha Instabilidade

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor focal com edema; raio-X confirma fratura de falange ou base
Exames Laboratoriais
Hemograma Bioquímica geral Coagulograma Função renal Nível de cálcio
Exames de Imagem
Radiografia do pé em 2 vistas Radiografia com incidência oblíqua TC em fratura complexa RM quando tecidos moles precisam avaliar
Diagnóstico Diferencial
  • Contusão sem fratura
  • Luxação digital
  • Fratura de metatarso
  • Tendinopatia digital
  • Lesão de ligamento plantar
Tempo Médio para Diagnóstico
Imediato com raio-X inicial

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização, alívio da dor e planejamento de reabilitação; cirurgia apenas se deslocamento ou fratura complexa
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização temporária
2 Redução fechada
3 Cirurgia em fraturas deslocadas
4 Fisioterapia precoce
5 Treinamento de marcha
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Traumatologia Fisioterapia Podiatria Reabilitação
Tempo de Tratamento
Semanas a meses, conforme gravidade
Acompanhamento
Consultas de retorno a cada 1-2 semanas; revisão de radiografias e ajuste da imobilização

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; maioria retorna às atividades normais
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Fraturas simples
  • Pouco desvio
  • Sem comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desvio significativo
  • Fratura exposta
  • Comorbidades relevantes
  • Incapacidade de seguir reabilitação
Qualidade de Vida
Recuperação gradual; qualidade de vida costuma melhorar ao longo do tempo

Prevenção

Prevenção Primária
Calçados adequados, evitar quedas e treino de equilíbrio
Medidas Preventivas
Calçados com bom amortecimento
Treinamento de equilíbrio
Fortalecimento de pés
Superfícies seguras
Aquecimento pré-treino
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Centenas de internações anuais no SUS para fraturas de pé
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta nas fraturas de dedo
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste/Sul com maior registro; Nordeste e Norte com menor

Perguntas Frequentes

1 Posso andar com fratura de dedo do pé?
Somente se orientado pelo médico; muitas fraturas permitem apoio com imobilização adequada.
2 Quando operar?
Cirurgia indicada em desvio grave, fratura exposta ou falha do alinhamento conservador.
3 Fraturas simples sempre curam rápido?
Sim; com imobilização correta e repouso adequado, a maioria evolui bem.
4 Preciso de fisioterapia?
Sim; a fisioterapia ajuda mobilidade, força e retorno à atividade.
5 Existe prevenção?
Usar calçado adequado, treino de equilíbrio e retorno gradual às atividades.

Mitos e Verdades

Mito

fraturas pequenas não precisam de imobilização

Verdade

imobilização adequada acelera cura e evita deformidade

Mito

dedo do pé não precisa de diagnóstico por imagem

Verdade

raio-X é essencial para confirmar fratura

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

cirurgia é rara e depende do alinhamento

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico diante de dor no pé; vá ao pronto atendimento se houver deformidade
Especialista Indicado
Ortopedista ou traumatologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com deformidade, dormência prolongada ou alteração de pulso exige atendimento
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 SUS 0800 701 1997 Central de Informações 135

CIDs Relacionados

S92.3 S92.9 S92.0 S92.4 S92.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.