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cid fratura dedo
CID-10

Fratura de falange do dedo

Fratura de dedo

Resumo

Dedo quebrado exige repouso, tala e acompanhamento; cura com cuidado adequado.

Identificação

Código Principal
S62.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura de falange do dedo (CID-10 S62.3) OMS
Nome em Inglês
Finger phalanx fracture
Outros Nomes
Fratura de falange do dedo • Fratura no dedo • Quebra de dedo • Fratura das falanges
Siglas Comuns
FD Fdo DedoFr

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Lesões músculo-esqueléticas
Subcategoria
Fraturas de falanges
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência de fraturas de dedos é comum, variando com atividade física e idade
Prevalência no Brasil
Dados nacionais são limitados; fraturas de dedos aparecem na urgência
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e idosos propensos a quedas
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Esportes de alto impacto Quedas em idosos Trabalho manual Uso excessivo da mão
Tendência Temporal
Incidência estável nos últimos anos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico direto ou compressão
Mecanismo Fisiopatológico
Carga excessiva desloca ou quebra a falange durante impacto
Fatores de Risco
Idade avançada Osteoporose Esportes de alto impacto Trabalho manual repetitivo Uso de corticosteroides Fraturas prévias
Fatores de Proteção
Proteção durante atividades Treino de fortalecimento de mão Prevenção de quedas Calçados adequados
Componente Genético
Influência genética limitada; osteoporose pode ter componente hereditário

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita no dedo após trauma com inchaço
Sintomas Frequentes
dor aguda
inchaço local
deformidade visível
hematoma
dor ao tocar
dificuldade para dobrar o dedo
Sinais de Alerta
  • deformidade grave
  • perda de sensibilidade
  • parestesia persistente
  • fraqueza ao segurar objetos
  • dor que aumenta com movimento
Evolução Natural
Sem tratamento adequado, pode evoluir com deformidade e rigidez
Complicações Possíveis
Rigidez articular Deformidade permanente Retardo de consolidação Instabilidade Infecção (rara)

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame clínico com avaliação de alinhamento e mobilidade; confirmação por radiografia
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Coagulação Perfil renal
Exames de Imagem
Radiografia da mão/dedo Tomografia RM de tecidos moles Ultrassom se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Luxação de dedo
  • Entorse grave
  • Contusão profunda
  • Fratura do metacarpo
  • Lesão de ligamento
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, conforme disponibilidade de atendimento

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização adequada, controle da dor e avaliação ortopédica precoce
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização (tala/gesso)
2 Redução fechada
3 Cirurgia de fixação
4 Reabilitação
5 Analgésicos apropriados
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Radiologia Fisioterapia Anatomia da Mão Cirurgia Reconstrutiva
Tempo de Tratamento
4 a 6 semanas para falange, maior em desalinhamento
Acompanhamento
Retornos semanais nas primeiras 4–6 semanas, com avaliação radiográfica

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento adequado; maior risco com fraturas graves
Fatores de Bom Prognóstico
  • Fratura simples
  • Sem desalinhamento
  • Idade jovem
  • Acesso rápido a tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desalinhamento
  • Fratura múltipla
  • Consolidação retardada
  • Infeção
Qualidade de Vida
Impacto temporário nas atividades manuais; adaptação de tarefas

Prevenção

Prevenção Primária
Proteja as mãos, use proteção em esportes, evite quedas
Medidas Preventivas
Proteção de dedos
Calçados adequados
Treinamento de força
Aquecimento antes de exercícios
Ambiente seguro
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Poucas internações, geralmente por fraturas complexas
Internações/Ano
Baixo índice de mortalidade direto
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração em capitais; regiões com menos acesso apresentam subnotificação

Perguntas Frequentes

1 Posso dirigir com dedo fraturado?
Não recomendado até avaliação; pode piorar a lesão.
2 Devo usar gelo e repouso?
Gelo e repouso ajudam, siga orientação médica.
3 Precisa cirurgia?
Somente o médico decide; muitos casos curam com imobilização.
4 Quanto tempo para recuperar?
Varia com idade e fratura; 4–6 semanas são comuns.
5 Como prevenir futuras fraturas?
Proteção, treino de força e cuidado ao manusear objetos

Mitos e Verdades

Mito

toda fratura precisa de cirurgia

Verdade

muitos casos curam com tala simples

Mito

dor após trauma indica fratura

Verdade

nem toda dor indica fratura; avaliação é essencial

Mito

dedo fraturado não volta ao movimento

Verdade

com tratamento adequado, amplitude pode retornar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ou ortopedista logo após o trauma para avaliação inicial.
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com deformidade, perda de sensibilidade ou incapacidade de mover o dedo
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 SUS central 0800-123-4567

CIDs Relacionados

S62.3 S62.0 S62.4 S62.5 S63.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.