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cid fratura de tibia
CID-10

Fratura da tíbia

Fratura na canela

Resumo

Fratura da tíbia ocorre por impacto; diagnóstico por raio-X; tratamento pode ser com gesso ou cirurgia.

Identificação

Código Principal
S82.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura da tíbia, isolada ou associada a lesões da perna
Nome em Inglês
Tibia fracture
Outros Nomes
Fratura tibial • Fratura da tíbia proximal • Fratura da tíbia distal • Fratura de perna
Siglas Comuns
S82.2 FTibia Fr tibia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho locomotor
Categoria Principal
Traumatologia óssea
Subcategoria
Fratura tibial
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas de tíbia representam parcela relevante entre fraturas longas globais.
Prevalência no Brasil
No Brasil, fraturas tibiais ocorrem com frequência em traumas de extremidade.
Faixa Etária Principal
Adultos ativos e jovens
Distribuição por Sexo
Homens predominam; relação approx 2:1
Grupos de Risco
Quedas em idosos Atletas de alto impacto Acidentes de trânsito Osteoporose Uso de corticoides
Tendência Temporal
Varia por região; tendência geralmente estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico de alta ou média energia
Mecanismo Fisiopatológico
Força excede resistência óssea; fragmentos se deslocam
Fatores de Risco
osteoporose idade avançada queda frequente esportes de alto risco uso de corticosteroides fraqueza muscular
Fatores de Proteção
treinamento adequado proteção esportiva nutrição rica em cálcio suporte médico precoce
Componente Genético
Contribuição genética ocorre via densidade óssea

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor intensa na perna, inchaço e difícil caminhar
Sintomas Frequentes
dor aguda
edema
deformidade
crepitação
dor ao toque
perda de mobilidade
Sinais de Alerta
  • fratura exposta com ferida
  • dor que piora com tempo
  • perda de pulso distal
  • febre na ferida
  • crescimento defalse
Evolução Natural
Sem tratamento pode haver deformidade e dor crônica
Complicações Possíveis
pseudoartrose infeção de pele lesão de nervo dor crônica síndrome compartimental

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma + dor + deformidade; raio-X confirmatório
Exames Laboratoriais
hemograma PCR bioquímica calcio fosfatase alcalina
Exames de Imagem
radiografia em dois planos TC RM quando necessário angiografia se Vasculature comprometer
Diagnóstico Diferencial
  • entorse grave
  • outra fratura
  • luxação de joelho
  • lesões ligamentares
  • mau alinhamento radiográfico
Tempo Médio para Diagnóstico
24-72 horas, quando oportuno

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, redução do desalinhamento e preservação de função com imobilização e reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 conservador com imobilização
2 redução fechada
3 cirurgia com fixação interna
4 fixação externa
5 reabilitação supervisionada
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Enfermeiro Radiologista Anestesiologista
Tempo de Tratamento
2 a 6 meses conforme tipo
Acompanhamento
Consultas regulares, imagens de controle e ajuste da reabilitação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Melhora com tratamento adequado; riscos reduzem com boa reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • idade jovem
  • fratura fechada
  • bom alinhamento
  • boa perfusão
Fatores de Mau Prognóstico
  • fratura exposta
  • infecção
  • osteoporose grave
  • comorbidades
Qualidade de Vida
Mobilidade impactada; retorno leva meses

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção em atividades, treino de equilíbrio e ambiente seguro
Medidas Preventivas
proteção esportiva
fortalecimento ósseo
supervisão de atividades
calçados adequados
superfícies seguras
Rastreamento
Check-ups periódicos para detecção de problemas ósseos

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais no SUS por fratura tibial
Internações/Ano
Óbitos atribuíveis são baixos para fratura tibial isolada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul têm maior frequência; regiões apresentam variação

Perguntas Frequentes

1 Fratura da tíbia cura sozinha sem cirurgia?
Pode ocorrer com fraturas estáveis; cada caso precisa de avaliação
2 Quando pode voltar ao trabalho?
Depende da função; fisioterapia orienta o retorno
3 Reabilitação é essencial?
Sim; exercícios ajudam força e mobilidade
4 Como evitar complicações?
Siga tratamento, higiene de feridas e controle de sinais de infecção
5 Pontos práticos do dia a dia?
Proteja a perna, use apoio e respeite a recuperação

Mitos e Verdades

Mito

repouso total acelera a cura

Verdade

Não; mobilização orientada favorece recuperação

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

Verdade depende da fratura; nem sempre cirúrgica

Mito

fratura de tíbia não volta ao normal

Verdade

com tratamento adequado, boa função pode retornar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista; procure pronto-socorro se houver ferida aberta
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, deformidade, ferida aberta, incapacidade de movimentar a perna
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800-11-8000 SAMU 192

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.