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cid fratura de radio distal
CID-10

Fratura distal do rádio

Fratura de rádio distal

Resumo

Fratura distal do rádio: lesão comum após quedas, tratada com imobilização ou cirurgia conforme deslocamento.

Identificação

Código Principal
S52.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura distal do rádio
Nome em Inglês
Distal radius fracture
Outros Nomes
Fratura distal do rádio • Fratura do rádio distal • Fratura radial distal • Fratura de rádio no punho
Siglas Comuns
DRF FRD RDR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Fraturas de antebraço
Subcategoria
Fratura distal do rádio
Tipo de Condição
traumatica
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam alta incidência entre adultos ativos e idosos com osteoporose.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variação regional na densidade óssea e quedas.
Faixa Etária Principal
Pico em jovens adultos e idosos com osteopenia.
Distribuição por Sexo
Mulheres idosas com maior carga; homens jovens expostos a traumas.
Grupos de Risco
Osteoporose feminina Quedas em idosos Traumas esportivos de alto impacto Fraturas prévias de antebraço Uso de corticoides
Tendência Temporal
Incidência global relativamente estável, com aumento em populações idosas.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma externo com queda ou impacto no punho.
Mecanismo Fisiopatológico
Força de compressão ou torção que flete o rádio distal.
Fatores de Risco
Osteoporose Idade avançada Feminino Quedas frequentes Uso de corticosteroides Baixa densidade óssea
Fatores de Proteção
Exercícios regulares Vitamina D adequada Calcio na dieta Densidade óssea monitorada
Componente Genético
Predisposição genética para menor densidade óssea.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no punho após o trauma.
Sintomas Frequentes
Dor no punho
Inchaço
Deformidade leve
Dor à palpação
Dificuldade de movimento
Dor ao apoiar o punho
Sinais de Alerta
  • Perda de pulso
  • Dor intensa com deformidade grave
  • Comprometimento neurológico
  • Rigidez acentuada
  • Isquemia do membro
Evolução Natural
Fratura não tratada pode deslocar e limitar função, com dor contínua.
Complicações Possíveis
Rigidez persistente Deformidade residual Pseudoartrose Dor crônica Artrite pós-traumática

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com radiografias simples confirmando fratura distal.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Densitometria óssea Teste de função renal
Exames de Imagem
Radiografia punho AP e oblíqua Radiografia dupla de controle TC se complexa RM para lesões ligamentosas
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse grave
  • Luxação do punho
  • Fratura de rádio proximal
  • Lesão de nervo local
  • Fratura de ulna associada
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico comum em até 1 semana após trauma

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão com redução, imobilização e reabilitação conforme idade e fractura.
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com gesso
2 Redução fechada
3 Cirurgia com placas
4 Fixação interna com parafusos
5 Reabilitação precoce
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Radiologia Fisioterapia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Varia, típica imobilização de 4-6 semanas.
Acompanhamento
Consultas a cada 2-3 semanas até consolidação e reabilitação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa maioria recupera função com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Idade jovem
  • Fratura não deslocada
  • Consolidação rápida
  • Tratamento precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Osteoporose grave
  • Fratura intra-articular deslocada
  • Desalinhamento pós-trauma
  • Comorbidades relevantes
Qualidade de Vida
Recuperação gradual; retorno às atividades varia por idade e função

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir quedas em casa, piso livre de obstáculos e iluminação adequada.
Medidas Preventivas
Exercícios de equilíbrio
Vitamina D adequada
Calcio na dieta
Calçados antiderrapantes
Ambiente seguro
Rastreamento
Densitometria para osteoporose em idosos

Dados no Brasil

Acometimento anual moderado com variações regionais.
Internações/Ano
Óbitos incomuns; fraturas geralmente não fatais.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com mais idosos; Sudeste e Sul com maior concentração.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam fratura distal do rádio?
Dor intensa no punho, inchaço e deformidade sugerem fratura.
2 Precisa de cirurgia sempre?
Nem toda fratura exige cirurgia; decisão depende do deslocamento.
3 Quanto tempo leva para recuperar?
Consolidação leva semanas; reabilitação acelera retorno.
4 Como prevenir novas fraturas?
Melhorar densidade óssea, atividade física e quedas prevenção.
5 Pode voltar a praticar esportes?
Somente após consolidação e orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

imobilização total cura rápido

Verdade

tratamento adequado previne sequelas e restaura função

Mito

toda fratura precisa cirurgia

Verdade

cirurgia depende da fratura e articular

Mito

idade não afeta recuperação

Verdade

densidade óssea e idade influenciam tempo de recuperação

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Dirija-se a serviço de ortopedia ou pronto atendimento.
Especialista Indicado
Ortopedista.
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, deformidade ou pulso ausente exigem atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 Central de saúde 0800 SAMU 192

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.