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cid fratura de rádio
CID-10

Fratura de Rádio

Fratura no rádio

Resumo

Fratura do rádio no antebraço, tratada com imobilização; recuperação com fisioterapia.

Identificação

Código Principal
S52.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura distal do rádio, com ou sem desvio, conforme CID-10
Nome em Inglês
Distal radius fracture
Outros Nomes
Fratura radial distal • Fratura de rádio distal • Fratura do rádio • Fratura no rádio distal • Fratura distal do rádio
Siglas Comuns
FRD S52.5 Rádio dist.

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Doenças do aparelho osteomuscular
Categoria Principal
Fraturas do membro superior
Subcategoria
Fratura distal do rádio
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas de rádio distal são comuns em quedas, especialmente em idosos com osteoporose.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais são limitados; padrão semelhante ao observado em outros países.
Faixa Etária Principal
Adolescentes, adultos jovens e idosos
Distribuição por Sexo
Quase equilibrio entre sexos, com pico em idosas.
Grupos de Risco
Idosos com osteoporose Quedas frequentes Osteopenia Uso de corticosteroides Fraqueza muscular
Tendência Temporal
Tendência estável; avanços reduzem complicações com imobilização padronizada.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Queda sobre a mão com apoio, transmitindo força ao rádio distal.
Mecanismo Fisiopatológico
Impacto direto no punho, quebrando o rádio distal e podendo desorganizar a articulação.
Fatores de Risco
Idosos com osteoporose Quedas frequentes Osteopenia Corticosteroides crônicos Fraqueza muscular
Fatores de Proteção
Treinamento de equilíbrio Dieta adequada de cálcio Suporte de punho em esportes Ambiente doméstico seguro

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita no punho após trauma com inchaço.
Sintomas Frequentes
Dor aguda no punho
Edema local
Limitação de movimento
Hematoma ao redor
Sensibilidade ao toque
Dor ao palpar
Sinais de Alerta
  • Pulso desigual
  • Parestesia progressiva
  • Dor que piora com movimento
  • Deformidade evidente que não cede
  • Necrose de tecidos moles (raridade)
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e deformidade pode evoluir.
Complicações Possíveis
Artrose precoce do punho Rigidez articular Deformidade residual Pseudoartrose Lesão nervosa leve

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma + exame físico + radiografias do punho e antebraço.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo PCR VHS Calcio Ferro
Exames de Imagem
Radiografias do punho e antebraço Tomografia se complexidade RM para lesões associadas Imagens de acompanhamento
Diagnóstico Diferencial
  • Luxação do punho
  • Fratura de ulna distal
  • Entorse grave do punho
  • Fratura proximal do rádio
  • Lesões de ligamentos do punho
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, dependendo da gravidade

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização com gesso/órtese; redução quando indicada; cirurgia para desvios ou fragmentos estáveis.
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização
2 Redução fechada
3 Redução cirúrgica
4 Fixação interna com placa
5 Reabilitação pós-operatória
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Radiologista Fisioterapeuta Enfermeiro Anestesiologista
Tempo de Tratamento
Semanas a meses, conforme gravidade
Acompanhamento
Follow-up com raio-X seriado até consolidação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa perspectiva com tratamento adequado e reabilitação.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Fratura sem desvio
  • Perfusão correta do punho
  • Adesão ao tratamento
  • Condição geral estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desvio significativo
  • Fratura exposta
  • Osteoporose grave
  • Instabilidade articular
Qualidade de Vida
Retorno gradual às atividades com boa função do punho

Prevenção

Prevenção Primária
Reduz quedas, fortaleça ossos e mantenha ambiente seguro.
Medidas Preventivas
Treinamento de equilíbrio
Dieta rica em cálcio e vitamina D
Iluminação adequada e piso antiderrapante
Calçados estáveis
Uso de protetor de punho em esportes

Dados no Brasil

Milhares/ano, dependendo da gravidade.
Internações/Ano
Baixos; falam de mortalidade relacionada a complicações.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste concentra mais casos; variações por idade.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam fratura de rádio?
Dor súbita no punho, inchaço, deformidade ou incapacidade de mover o punho.
2 Fratura de rádio sempre exige cirurgia?
Não. Desvios pequenos costumam tratar-se com imobilização; cirurgia quando instável.
3 Como é feito o diagnóstico?
História de trauma, exame físico e radiografias do punho/antebraço.
4 Quando começa a reabilitação?
Logo após imobilização inicial, com fisioterapia para ROM e força.
5 Posso prevenir futuras fraturas?
Sim: exercícios, cálcio/vitamina D, ambiente seguro, quedas evitadas.

Mitos e Verdades

Mito

toda fratura exige cirurgia.

Verdade

muitas curam com imobilização simples.

Mito

fratura não tratada repara sozinha.

Verdade

tratamento adequado evita complicações.

Mito

punho imobilizado causa atrofia irreversível.

Verdade

reabilitação restaura função progressivamente.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento em caso de dor, deformidade ou inchaço.
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, pulso fraco, alteração de cor ou sensação de formigamento
Linhas de Apoio
Disque Saúde SUS Central 0800-000-0000

CIDs Relacionados

S52.5 S52.50 S52.6 T14.2 M84.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.