Fratura de Cotovelo
Fratura de cotovelo
Resumo
Dor, inchaço e necessidade de imobilização indicam fratura de cotovelo
Identificação
- Código Principal
- S42.4
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Fratura distal do úmero envolvendo a região do cotovelo, com ou sem desvio
- Nome em Inglês
- Distal humerus fracture
- Outros Nomes
- Fratura distal do úmero • Lesão do cotovelo • Fratura do húmero distal • Fratura em cotovelo
- Siglas Comuns
- FC cotovelo Frt cotovelo Fract cotovelo
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XIII - Fraturas do esqueleto
- Categoria Principal
- Fraturas do aparelho locomotor
- Subcategoria
- Fratura distal do úmero
- Tipo de Condição
- traumatica
- Natureza
- aguda
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Incidência moderada, pico em jovens adultos e idosos.
- Prevalência no Brasil
- Brasil com alta incidência entre idosos e trabalhadores.
- Faixa Etária Principal
- Adultos jovens e idosos
- Distribuição por Sexo
- Masculino em jovens, feminino em idosos
- Grupos de Risco
- Idosos com Osteoporose Atletas de alto impacto Quedas recorrentes Uso de corticosteroides Desnutrição
- Tendência Temporal
- Envelhecimento global eleva números; tendência estável
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Trauma direto no cotovelo ou queda com apoio
- Mecanismo Fisiopatológico
- Força de trauma desloca a região distal do úmero, rompendo os ossos e tecidos
- Fatores de Risco
- osteoporose idade avançada trauma de alto impacto quedas repetidas fraqueza muscular distúrbios de equilíbrio
- Fatores de Proteção
- exercícios de fortalecimento proteção em atividades ambiente seguro calçados adequados
- Componente Genético
- Influência genética na densidade óssea aumenta fragilidade
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor aguda no cotovelo após trauma com ou sem deformidade
- Sintomas Frequentes
-
Dor intensaInchaçoDeformidade perceptívelDificuldade de moverSensibilidade localLimitação de força
- Sinais de Alerta
-
- Pulso distal fraco
- Parestesia distal
- Perda de sensibilidade
- Edema severo
- Alteração de circulação
- Evolução Natural
- Sem tratamento, dor persiste e função piora; recuperação depende de intervenção
- Complicações Possíveis
- Rigidez persistente Dor crônica Falha de consolidação Lesão nervosa Artrite pós-traumática
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de trauma, exame neurovascular e confirmação por imagem
- Exames Laboratoriais
- Hemograma PCR VHS Calcio Ferro
- Exames de Imagem
- Radiografia cotovelo AP e lateral TC se necessário RM para tecidos moles Ultrassom se dúvida de tecidos moles
- Diagnóstico Diferencial
-
- Luxação do cotovelo
- Fratura de rádio distal
- Lesão de ligamentos
- Entorse grave
- Lesão do manguito
- Tempo Médio para Diagnóstico
- 1 a 2 semanas na prática clínica
Tratamento
- Abordagem Geral
- Imobilizar, avaliar neurovascular e planejar redução e reabilitação
- Modalidades de Tratamento
-
1 Imobilização com tala/gesso2 Redução fechada3 Cirurgia de fixação4 Fisioterapia5 Controle da dor
- Especialidades Envolvidas
- Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Anestesiologia Reabilitação
- Tempo de Tratamento
- Consolidação geralmente 6–12 semanas; cirurgia conforme necessidade
- Acompanhamento
- Retornos frequentes nas primeiras semanas
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Momento favorável com tratamento adequado; rigidez pode ocorrer sem reabilitação
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- aderência ao tratamento
- reabilitação precoce
- cirurgia bem indicada
- boa função prévia
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- dor crônica
- comprometimento neurovascular
- infecção
- falha na consolidação
- Qualidade de Vida
- Intermitente, depende de função e dor
Prevenção
- Prevenção Primária
- Medidas para evitar quedas e manter densidade óssea
- Medidas Preventivas
-
exercícios de equilíbriocalcio e vitamina D adequadosambiente seguroproteção em atividadessupervisão de idosos
- Rastreamento
- Densitometria óssea para idosos conforme diretrizes
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
toda fratura do cotovelo exige cirurgia.
alguns casos melhoram com imobilização e fisioterapia.
dor indica não necessidade de tratamento.
dor forte após trauma precisa avaliação imediata.
fraturas leves curam sozinhas sem cuidado.
acompanhamento profissional evita complicações.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure ortopedista ou emergência em trauma agudo
- Especialista Indicado
- Ortopedista
- Quando Procurar Emergência
- Dor aguda com deformidade ou pulso ausente
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Central de Teleatendimento SAMU 192
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.