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cid fratura de costelas
CID-10

Fratura de costelas

Costelas quebradas

Resumo

Fratura de costela acontece após trauma; trata com dor controlada e respiração monitorizada.

Identificação

Código Principal
S22.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura de costela, trauma torácico com fratura de ossos da caixa torácica
Nome em Inglês
Rib fracture
Outros Nomes
Fratura de costelas • Fraturas torácicas • Quebra de costela • Rib fracture • Fratura de costela única
Siglas Comuns
S22.3 Fr costelas RFC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do torácico e traumas do tronco
Categoria Principal
Fraturas do tórax
Subcategoria
Fratura de costela
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência elevada em traumas torácicos, especialmente acidentes de veículo.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam, com subnotificação em cenários de trauma.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens
Distribuição por Sexo
Predominantemente homens
Grupos de Risco
Motoristas de carro Ciclistas Idosos Atletas de alto impacto Trabalhadores da construção
Tendência Temporal
Tendência estável nos últimos 10 anos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma torácico contuso por queda, colisão veicular ou impacto esportivo.
Mecanismo Fisiopatológico
Força de compressão/tração sobre costelas, levando à fratura e risco de lesão pulmonar.
Fatores de Risco
Trauma de alto impacto Osteoporose Corticosteroides crônicos Tabagismo Idade avançada Doenças pulmonares
Fatores de Proteção
Proteção física em esportes Densidade óssea saudável Prevenção de quedas Ocupação segura

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor torácica aguda após trauma, piora com respiração profunda.
Sintomas Frequentes
Dor ao respirar
Dor ao toque na região
Tosse dolorosa
Dificuldade respiratória leve
Hematoma local
Crepitação em fraturas complexas
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória aguda
  • Dor que piora com respirações profundas
  • Hip radiológico grave
  • Sangramento suspeito
  • Sinais de pneumotórax
Evolução Natural
Dor gradual diminui com analgesia; consolidação óssea ocorre em 6-8 semanas.
Complicações Possíveis
Pneumonia Atelectasia Pneumotórax Hematotórax Lesão pulmonar

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma torácico + dor à palpação + imagem confirmatória.
Exames Laboratoriais
Hemograma Gasometria Marcadores inflamatórios CO2 Plaquetas
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Tomografia torácica Radiografia oblíqua de costelas RM não rotineira
Diagnóstico Diferencial
  • Contusão torácica
  • Pneumotórax simples
  • Dor pleural
  • Fratura de clavícula
  • Lesão de tecido mole torácico
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias dependendo da disponibilidade de imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, suporte respiratório e reabilitação; evitar imobilização excessiva.
Modalidades de Tratamento
1 Analgesia apropriada
2 Cuidados respiratórios
3 Manejo não cirúrgico
4 Fisioterapia respiratória
5 Cirurgia em fraturas raras com deslocamento
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Traumato-ortopedia Fisioterapia Radiologia Fisioterapia respiratória
Tempo de Tratamento
Dependente da gravidade; 1-6 semanas para dor, 6-8 para consolidação
Acompanhamento
Retorno em 1-2 semanas para reavaliação pulmonar e dor

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento adequado; recuperação varia com fraturas múltiplas.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Fraturas não deslocadas
  • Dor controlada
  • Boa função pulmonar
  • Ausência de complicações
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fraturas deslocadas
  • Doenças pulmonares
  • Osteoporose grave
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Pode retornar ao normal com reabilitação adequada e controle da dor

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção torácica, treino de equilíbrio, densidade óssea estável e vacina pneumocócica conforme orientação.
Medidas Preventivas
Uso de equipamento de proteção
Exercícios de fortalecimento
Prevenção de quedas
Alimentação rica em cálcio
Exposição solar segura
Rastreamento
Avaliação de osteoporose em idosos com quedas ou fraturas repetidas

Dados no Brasil

Varia por gravidade; internações ocorrem em casos complexos
Internações/Ano
Mortalidade baixa para fratura isolada; maior em traumas graves
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior em estados com grandes centros urbanos

Perguntas Frequentes

1 Fratura de costela é grave?
Depende. Dor e complicações variam; maioria se recupera com manejo adequado.
2 Precisa cirurgia?
Na maioria, não. Cirurgia ocorre se fratura deslocada grave ou lesões associadas.
3 Como diagnostico?
História de trauma, exame físico e radiografia ou TC confirmam.
4 Dormir com dor é seguro?
Uso de analgésicos adequados facilita a respiração; siga orientação médica.
5 Quando retorno à atividade?
Condição clínica permite. Evite atividades extenuantes até liberação médica.

Mitos e Verdades

Mito

toda dor torácica após trauma indica cirurgia.

Verdade

muitos casos se resolvem com analgesia e repouso.

Mito

fraturas de costela sempre deformam o tórax.

Verdade

nem toda fratura provoca deformidade visível.

Mito

tosse piora fratura sempre.

Verdade

tosse também ajuda a limpar vias aéreas; controle da dor é chave.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento em caso de dor torácica súbita ou trauma.
Especialista Indicado
Ortopedista/Traumato-ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, pulso fraco, pele pálida, tontura intensa.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SAMU 192 Central de Teleatendimento 0800

CIDs Relacionados

S22.3 S20.2 T14.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.