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cid f60.3 o que significa
CID-10

Transtorno de personalidade evitante

Personalidade evitante

Resumo

Transtorno de personalidade evitante envolve evitar pessoas por medo de rejeição.

Identificação

Código Principal
F60.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtorno de personalidade evitante
Nome em Inglês
Avoidant Personality Disorder
Outros Nomes
evitação social • transtorno de evitação de personalidade • distúrbio de personalidade evitante • personalidade evitante • evitação interpessoal
Siglas Comuns
PE TP Evitante TrP Evitante

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e de comportamento
Categoria Principal
Transtornos de personalidade
Subcategoria
F60.3 Transtorno de personalidade evitante
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais de 2 a 3% da população com transtorno de personalidade evitante.
Prevalência no Brasil
Dados brasileiros limitados; estimativas semelhantes à média mundial.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
história de rejeição na infância ansiedade social prévia baixa autoestima ambiente familiar crítico fatores de estresse social
Tendência Temporal
Estável ao longo do tempo; não é condição aguda.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa multifatorial: traços de personalidade, ambiente social e genética interagem.
Mecanismo Fisiopatológico
Padrões duradouros de evitação e insegurança, com redução de exposição social e adaptabilidade.
Fatores de Risco
histórico de rejeição ansiedade social baixa autoestima ambiente familiar crítico isolamento social
Fatores de Proteção
rede de apoio sólida terapia precoce habilidades sociais autoestima fortalecida
Componente Genético
Contribuição genética moderada, com forte influência de fatores ambientais.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Evitar situações sociais por medo de rejeição e culpa.
Sintomas Frequentes
evitação de encontros
ansiedade ao falar
baixa autoestima
sensibilidade a críticas
relacionamentos limitados
autoisolamento
Sinais de Alerta
  • ideação suicida
  • comportamento extremo de isolamento
  • conflitos familiares graves
  • compulsões que interferem
  • intensa depressão
Evolução Natural
Sem tratamento, padrões persistem, prejudicando bem-estar e relações; com terapia, melhora é possível.
Complicações Possíveis
isolamento intenso depressão crônica dificuldades profissionais conflitos familiares autoisolamento extremo

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Padrões duradouros de evitação, insegurança social e sensibilidade à crítica, iniciando na juventude e gerando prejuízo.
Diagnóstico Diferencial
  • ansiedade social predominante
  • fobia social predominante
  • depressão maior
  • outros transtornos de personalidade
  • transtorno de ansiedade generalizada
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; diagnóstico pode ocorrer ao longo da adolescência ou adultez.

Tratamento

Abordagem Geral
Psicoterapia focada em reduzir evitação, melhorar habilidades sociais e participação.
Modalidades de Tratamento
1 psicoterapia cognitivo-comportamental
2 treinamento em habilidades sociais
3 terapia de apoio
4 intervenções psicodinâmicas
5 abordagens digitais complementares
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia clínica Terapia ocupacional
Tempo de Tratamento
Plano de longo prazo, com metas mensais.
Acompanhamento
Consultas regulares com psicólogo/psiquiatra; monitorar evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva moderadamente estável com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • início na juventude
  • rede de apoio forte
  • participação em terapia
  • comorbidades bem manejadas
Fatores de Mau Prognóstico
  • comorbidades graves
  • isolamento extremo
  • falta de acesso a tratamento
  • psicopatologia não tratada
Qualidade de Vida
Pode reduzir bem-estar, mas melhora com tratamento e apoio social.

Prevenção

Prevenção Primária
Fortalecer saúde mental, redes de apoio e educação emocional desde a infância.
Medidas Preventivas
desenvolvimento de habilidades sociais
redução de bullying
apoio familiar
acesso a tratamento precoce
ambiente escolar inclusivo

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior relato em grandes centros; acesso molda dados.

Perguntas Frequentes

1 Como é diagnosticado Transtorno de Personalidade Evitante?
Avaliação clínica por psicólogo/psiquiatra com critérios persistentes.
2 Quais são sinais iniciais?
Evitar situações sociais, ansiedade em encontros e baixa autoestima.
3 Tratamento envolve remédios?
Medicação não cura; psicoterapia é o foco; medicamentos apenas para comorbidades.
4 É possível melhorar com tempo?
Sim, com terapia constante; participação social aumenta qualidade de vida.
5 Como a família pode ajudar?
Estimular participação gradual e buscar orientação profissional.

Mitos e Verdades

Mito

é apenas timidez

Verdade

envolve padrões estáveis de comportamento.

Mito

remédios curam tudo

Verdade

farmacologia ajuda comorbidades; psicoterapia essencial.

Mito

não há tratamento

Verdade

há tratamento eficaz com terapia e apoio.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure psicólogo clínico ou psiquiatra para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo clínico.
Quando Procurar Emergência
Sinais de crise severa, ideação suicida ou comportamento perigoso requerem atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Linha de apoio emocional local CAPS da sua região SUS 136

CIDs Relacionados

F60.3 F60.1 F60.9 F41.1 F60.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.