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cid f41.1 da afastamento
CID-10

Transtorno de Ansiedade Generalizada

Ansiedade generalizada

Resumo

Transtorno de ansiedade generalizada gera preocupação constante; tratamento controle sintomas.

Identificação

Código Principal
F41.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtorno de ansiedade generalizada
Nome em Inglês
Generalized Anxiety Disorder
Outros Nomes
Transtorno de ansiedade generalizada • Ansiedade crônica • Desordem ansiosa persistente • Transtorno ansioso
Siglas Comuns
TAG GAD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentais
Categoria Principal
Transtornos de ansiedade
Subcategoria
Generalized anxiety disorder
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam 2,5% a 4,5% da população adulta com TAG.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta variações regionais; taxa próxima de 4% em adultos.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade, 20 a 39 anos
Distribuição por Sexo
Maior ocorrência em mulheres
Grupos de Risco
Mulheres Adultos jovens História de estresse Comorbidades Isolamento social
Tendência Temporal
Geralmente estável, com variações locais e regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores genéticos, neuroquímicos e estressores ambientais persistentes.
Mecanismo Fisiopatológico
Alteração de neurotransmissores, hiperatividade do eixo HPA e circuits frontais.
Fatores de Risco
Predisposição genética Depressão prévia Estresse ocupacional Eventos traumáticos Isolamento social Uso de álcool
Fatores de Proteção
Apoio social Tratamento precoce Higiene do sono Rotina equilibrada
Componente Genético
Herança moderada; hereditariedade estimada em 30-40%.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Preocupação excessiva por quase tudo, com inquietação e fadiga.
Sintomas Frequentes
Preocupação constante
Inquietação
Fadiga
Dificuldade de concentração
Distúrbios do sono
Irritabilidade
Sinais de Alerta
  • Ideação suicida frequente
  • Perda de peso sem explicação
  • Confusão mental aguda
  • Mudanças de comportamento agressivas
  • Isolamento extremo
Evolução Natural
Sem tratamento, pode persister por anos; com manejo adequado, melhora.
Complicações Possíveis
Desempenho ocupacional prejudicado Distúrbios do sono persistentes Abuso de substâncias Isolamento social Risco de depressão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Preocupação excessiva na maior parte dos dias por >6 meses, dificuldade de controle, com 3+ sinais.
Exames Laboratoriais
Não há biomarcador definitivo Avaliação de comorbidades Exames para excluir outras doenças Triagem de sono Avaliação hormonal
Exames de Imagem
Não específico para diagnóstico RM/CT apenas se suspeitar outra condição Avaliação neurológica quando necessário Não rotineiro
Diagnóstico Diferencial
  • Pânico
  • Depressão maior
  • Fobia social
  • Distúrbios de estresse
  • Hiperatividade
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente meses até confirmar diagnóstico

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem integrada com psicoterapia, sono saudável, manejo do estresse e educação.
Modalidades de Tratamento
1 TCC
2 Técnicas de relaxamento
3 Psicoterapia interpessoal
4 Medicamentos quando indicado
5 Suporte digital
Tempo de Tratamento
Duração variável; planejamento de semanas a meses
Acompanhamento
Retornos quinzenais iniciais, evoluindo para avaliações mensais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, controle de sintomas e melhoria funcional.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a tratamento eficaz
  • Compromisso com terapia
  • Rede de apoio
  • Baixa comorbidade física
Fatores de Mau Prognóstico
  • Estresse contínuo
  • Comorbidades depressivas
  • Uso de substâncias
  • Traumas não resolvidos
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento; bem-estar, trabalho e relações podem retornar.

Prevenção

Prevenção Primária
Gerenciar estresse, sono regular, atividade física e reduzir estimulantes.
Medidas Preventivas
Sono regular
Exercício
Redução de cafeína
Relaxamento
Apoio social
Rastreamento
Avaliar comorbidades físicas e risco suicida periodicamente.

Dados no Brasil

Não há internação específica para TAG; depende de comorbidades.
Internações/Ano
Óbitos diretos por TAG são incomuns; risco menor.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste com maior relato; litoral e interior variam.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais iniciais comuns?
Preocupação constante com vários temas, inquietude, fadiga e irritabilidade.
2 É possível curar?
Tratamento adequado reduz sintomas e melhora qualidade de vida; pode haver remissão.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, entrevista, escalas e exclusão de outras causas.
4 É possível prevenir?
Há fatores de risco; hábitos saudáveis ajudam a reduzir gravidade e episódios.
5 Posso continuar trabalhando?
Sim, com tratamento e apoio, muitos mantêm atividade profissional.

Mitos e Verdades

Mito

ansiedade é fraqueza.

Verdade

transtorno é condição médica tratável.

Mito

remédios mudam personalidade.

Verdade

fármacos reduzem sintomas, não definem quem você é.

Mito

só pessoas com crises graves precisam de ajuda.

Verdade

qualquer sinal persistente merece avaliação médica.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou psiquiatra para avaliação.
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo clínico.
Quando Procurar Emergência
Ideação suicida, comportamento autolesivo, confusão grave.
Linhas de Apoio
CVV 188 SAMU 192 Disque Saúde 136

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.