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cid f32 f41
CID-10

Transtorno depressivo comorbido com ansiedade

Depressão com ansiedade (episódio único)

Resumo

Transtornos de humor com ansiedade podem coexistir; tratamento ajuda muito.

Identificação

Código Principal
F32
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtorno depressivo, episódio único (F32)
Nome em Inglês
Depressive Episode with Anxiety
Outros Nomes
episódio depressivo • depressão episódica • transtorno depressivo curto
Siglas Comuns
F32 F41 MDD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentais
Categoria Principal
Transtornos mentais - humor/ansiedade
Subcategoria
Depressão comorbida por ansiedade
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: depressão afeta cerca de 5-7% da população; ansiedade comum; comorbidade eleva o risco.
Prevalência no Brasil
Brasil: depressão ~5% da população; ansiedade varia por região e renda.
Faixa Etária Principal
Adultos 18 a 64 anos
Distribuição por Sexo
Maioria mulheres, variações regionais
Grupos de Risco
Fatores psicossociais História familiar Rede de apoio curta Trauma na infância Doenças crônicas
Tendência Temporal
Tendência global crescente com maior reconhecimento e diagnóstico.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Interação genética, neuroquímica e estressores ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Alterações neuroquímicas, hiperatividade do eixo HPA e inflamação.
Fatores de Risco
Historia familiar Estresse ocupacional Isolamento social Baixa escolaridade Trauma infantil Dificuldades financeiras
Fatores de Proteção
Rede de apoio Acesso a tratamento Habilidades de coping Estilo de vida saudável
Componente Genético
Contribuição genética moderada; hereda risco aumentado.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Humor deprimido persistente, ansiedade constante.
Sintomas Frequentes
Tristeza contínua
Alterações de sono
Fadiga
Dificuldade concentração
Ansiedade generalizada
Perda de interesse
Sinais de Alerta
  • Ideação/Plano de suicídio
  • Perda de autocuidado
  • Comportamento de isolamento extremo
  • Queda abrupta de funcionalidade
  • Agressividade protectora comouth
Evolução Natural
Pode piorar sem tratamento; melhoria com intervenção adequada.
Complicações Possíveis
Uso de substâncias Isolamento social Agravamento de doenças crônicas Risco de suicídio Problemas de sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, duração dos sintomas e exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Vit B12 Função hepática Vitamina D
Exames de Imagem
Não há imagem específica; usar se suspeita de outra condição
Diagnóstico Diferencial
  • Transtorno bipolar em fase depressiva
  • Transtorno de ansiedade
  • Depressão secundária a doença médica
  • Distimia
  • Transtorno de estresse pós-traumático
Tempo Médio para Diagnóstico
Variável; pode levar semanas a meses.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem integrada com psicoterapia, apoio social e fármacos conforme necessidade.
Modalidades de Tratamento
1 Psicoterapia cognitivo-comportamental
2 Terapia interpessoal
3 Terapias de apoio
4 Antidepressivos
5 Exposição gradual
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia Clínico geral Enfermagem psiquiátrica Assistência social
Tempo de Tratamento
Meses a anos; acompanhamento prolongado conforme resposta.
Acompanhamento
Consultas quinzenais iniciais, depois mensais; ajuste conforme resposta.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Melhora com tratamento; recidivas são comuns sem continuidade.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesao ao tratamento
  • Rede de apoio
  • Resposta inicial positiva
  • Ausência de comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Ideação suicida
  • Comorbidades graves
  • Falta de suporte social
  • Uso de substâncias
Qualidade de Vida
Pode reduzir a qualidade de vida; melhora com tratamento adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Gerenciar estresse, apoiar redes, buscar ajuda precoce.
Medidas Preventivas
Sono regular
Exercício leve
Alimentação equilibrada
Reduzir álcool
Rede de apoio
Rastreamento
Triagem com PHQ-9 e GAD-7 em atenção básica.

Dados no Brasil

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam avaliação necessária?
Sinais persistentes de tristeza, ansiedade intensa e prejuízo funcional pedem avaliação.
2 Existe cura?
Remissão possível; melhora comum com tratamento adequado e acompanhamento.
3 Diagnóstico definitivo depende de?
História clínica, entrevista estruturada e critérios oficiais.
4 Como prevenir?
Rotina estável, sono adequado, apoio social e tratamento precoce.
5 Dicas práticas?
Rotina simples, atividades diárias e conversa com alguém de confiança.

Mitos e Verdades

Mito

depressão é fraqueza.

Verdade

é doença tratável com apoio adequado.

Mito

ansiedade não tem tratamento.

Verdade

há opções eficazes de psicoterapia e medicamento.

Mito

depressão some sozinha.

Verdade

buscar ajuda acelera recuperação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento primário ou psiquiatria; avaliação inicial essencial.
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo.
Quando Procurar Emergência
Ideação suicida, planos, comportamento de alto risco exigem atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Ligue 188 (CVV) SNAS Sans

CIDs Relacionados

F32 F41 F32.9 F41.9 F41.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.