contato@nztbr.com
cid f32 2 o que significa
CID-10

Transtorno depressivo maior, episódio único, grave

Depressão grave de episódio único

Resumo

F32.2 = depressão grave num único episódio; melhora com tratamento

Identificação

Código Principal
F32.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtorno depressivo maior, episódio único, grave, código F32.2 segundo OMS
Nome em Inglês
Major depressive disorder, single episode, severe
Outros Nomes
Depressão maior, episódio único grave • Transtorno depressivo maior • Depressão grave • Episódio depressivo único
Siglas Comuns
F32.2 DDMA MDD1

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentais
Categoria Principal
Transtornos mentais
Subcategoria
Transtorno depressivo maior, episódio único, grave
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: depressão maior afeta ~5% da população mundial.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência entre 5 a 9% da população adulta.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade, 18-45 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Mulheres em idade fértil Histórico de trauma Baixa renda Uso de álcool Doenças crônicas
Tendência Temporal
Tendência global em alta nos últimos anos, com variações regionais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção monoaminérgica, eixo HPA, neuroinflamação
Fatores de Risco
História familiar Estresse prolongado Drogas/álcool Doenças crônicas Fatores socioeconômicos Isolamento social
Fatores de Proteção
Rede de apoio Atividade física Sono adequado Tratamento precoce
Componente Genético
Hereditários; contribuição de múltiplos genes

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Humor deprimido persistente ou vazio emocional
Sintomas Frequentes
Anedonia
Fadiga
Distúrbios do sono
Baixa autoestima
Alterações de apetite
Dificuldade de concentração
Sinais de Alerta
  • Ideação suicida
  • Plano ou tentativa de se machucar
  • Perda de autocuidado
  • Alterações extremas de comportamento
  • Intoxicação/abuso de substâncias
Evolução Natural
Pode piorar sem tratamento, afetando vida diária
Complicações Possíveis
Transtornos de ansiedade Abuso de substâncias Suicídio Deterioração funcional Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Critérios DSM-5/ICD-10, pelo menos 2 semanas de sintomas
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH Glicemia B12 Ferritina?
Exames de Imagem
RM/TC não requeridos no diagnóstico inicial Avaliação neuropsiquiátrica Não há padrão único
Diagnóstico Diferencial
  • Distimia
  • Transtorno bipolar
  • Ansiedade
  • Depressão secundária a doença
  • Distúrbios do sono
Tempo Médio para Diagnóstico
Variação ampla; pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem integrada: psicoterapia, sono, atividade e medicações quando indicadas
Modalidades de Tratamento
1 Psicoterapia
2 Medicação antidepressiva
3 Terapia de apoio
4 Intervenções em sono
5 Atividade física
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia Enfermagem Assistência social Nutrição
Tempo de Tratamento
Meses a longo prazo, com ajuste conforme resposta
Acompanhamento
Consultas regulares; ajuste de tratamento conforme progresso

Prognóstico

Prognóstico Geral
Pode melhorar com tratamento adequado; recaídas comuns
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a tratamento
  • Engajamento terapêutico
  • Rede de apoio
  • Adesão ao plano
Fatores de Mau Prognóstico
  • Comorbidades graves
  • História de suicídio
  • Falta de suporte
  • Fatores socioeconômicos baixos
Qualidade de Vida
Melhora significativa com tratamento; impacto reduzido com cuidado contínuo

Prevenção

Prevenção Primária
Hábitos saudáveis ajudam a reduzir risco de depressão
Medidas Preventivas
Sono regular
Exercício
Rede de apoio
Gerenciamento de estresse
Cuidados com álcool/drogas
Rastreamento
Triagem em atenção básica para sinais precoces

Dados no Brasil

Números variam por região; hospitalizações comuns.
Internações/Ano
Mortalidade indireta maior que direta; suicídio relevante.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em áreas urbanas; desigualdades persistem.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais da depressão?
Tristeza persistente, perda de interesse, fadiga, sono alterado e mudanças no apetite.
2 A depressão pode curar sozinha?
Geralmente não; tratamento aumenta remissão e bem-estar.
3 Preciso de antidepressivos sempre?
Nem sempre; psicoterapia pode bastar; medicação depende da avaliação.
4 Pode prevenir episódios futuros?
Há fatores de proteção; tratamento regular reduz recaídas.
5 Como ajudar alguém com depressão?
Ouça sem julgar, incentive buscar ajuda e mantenha contato constante.

Mitos e Verdades

Mito

Depressão é fraqueza; não é doença real

Verdade

É condição biológica tratável com apoio profissional

Mito

Antidepressivos causam dependência

Verdade

Uso médico controlado não cria dependência; descontinuação supervisionada

Mito

Poucas pessoas ficam deprimidas

Verdade

Afeta pessoas de diferentes idades; tratamento funciona

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica de saúde ou CAPS próximo
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo clínico
Quando Procurar Emergência
Ideação suicida, comportamento arriscado ou confusão
Linhas de Apoio
CVV 188 CAPS local Samu 192 em emergência

CIDs Relacionados

F32.0 F32.1 F32.3 F32.9 F33.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.