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cid estenose aortica
CID-10

Estenose Aórtica

Estenose da válvula aórtica

Resumo

Válvula aórtica estreita impede passagem de sangue, causando cansaço e falta de ar.

Identificação

Código Principal
I35.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
estenose da válvula aórtica (OMS)
Nome em Inglês
Aortic Valve Stenosis
Outros Nomes
estenose da válvula aórtica • estenose aórtica • estenose valvular aórtica
Siglas Comuns
EA AS VAVR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças da valva cardíaca
Subcategoria
Estenose valvar aórtica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global relevante em adultos mais velhos, alta com idade.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; maior na população idosa, variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos acima de 65 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres aproximadamente iguais
Grupos de Risco
Idosos Hipertensão Hiperlipidemia Válvula bicúspide Doença cardiovascular
Tendência Temporal
Tendência estável com aumento de detecção pela longevidade

Etiologia e Causas

Causa Principal
Degeneração calcífica associada ao envelhecimento
Mecanismo Fisiopatológico
Calcificação progressiva reduz o orifício, aumentando resistência ao fluxo.
Fatores de Risco
Envelhecimento Hiperlipidemia Hipertensão Diabetes Tabagismo Doença cardiovascular prévia
Fatores de Proteção
Atividade física Controle lipídico Tratamento da HTA Vacinação adequada
Componente Genético
Contribuição genética associada a válvula bicúspide em alguns casos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fadiga ao esforço com dispneia progressiva
Sintomas Frequentes
Dispneia de esforço
Angina
Síncope
Intolerância ao exercício
Sopro sistólico
Palpitações
Sinais de Alerta
  • Dor no peito súbita
  • Desmaio intenso
  • Dispneia grave
  • Edema agudo de pulmão
  • Arritmias sintomáticas
Evolução Natural
Progresso lento sem tratamento para insuficiência cardíaca
Complicações Possíveis
Insuficiência cardíaca Fibrilação atrial Angina Síncope Endocardite infecciosa

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
ECG e ecocardiograma Doppler confirmam gravidade
Exames Laboratoriais
Hemograma NT-proBNP Creatinina Lipidograma Troponina
Exames de Imagem
Ecocardiografia Doppler ECG Radiografia torácica TC cardíaca se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Miocardiopatia hipertrófica
  • DAC avançada
  • Endocardite infecciosa
  • Hipertensão arterial pulmonar
  • Dificuldades de fluxo
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a anos desde sintomas até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar gravidade e opções entre cirurgia e TAVI, visando reduzir sintomas
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos sintomáticos
2 Substituição valvular
3 TAVI/TAVR
4 Reabilitação
5 Controle de fatores risco
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Cirurgia cardíaca Radiologia Anestesiologia Reabilitação cardíaca
Tempo de Tratamento
Duração depende da intervenção, semanas a meses
Acompanhamento
Retornos regulares com cardiologia; monitorização de função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade e tratamento; boa resposta à cirurgia bem realizada
Fatores de Bom Prognóstico
  • Cirurgia bem-sucedida
  • Gravidade leve
  • Função ventricular preservada
  • Acesso a tratamento adequado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade grave
  • Idade avançada
  • Multiplas comorbidades
  • Contraindicação cirúrgica
Qualidade de Vida
Geralmente boa; há recuperação de capacidade física

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco, hipertensão e estilo de vida saudável
Medidas Preventivas
Controle de pressão arterial
Dieta balanceada
Exercício regular
Não fumar
Gestão de lipídios
Rastreamento
Avaliação clínica com eco em casos suspeitos

Dados no Brasil

Estimativas nacionais variam; não há contagem única.
Internações/Ano
Mortalidade dependente de gravidade e acesso a cirurgia.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Centros urbanos concentram melhor acesso ao tratamento.

Perguntas Frequentes

1 Apenas idosos desenvolvem estenose aórtica?
Pode ocorrer em adultos jovens com válvula bicúspide.
2 O que é necessário para confirmar o diagnóstico?
Ecocardiograma doppler essencial para gravidade.
3 É possível tratar sem cirurgia?
Casos graves requerem válvula; medicamentos aliviam sintomas.
4 Como evitar complicações?
Controle de fatores de risco e acompanhamento médico regular.
5 Qual a qualidade de vida após intervenção?
Geralmente boa, com restauração de capacidade física.

Mitos e Verdades

Mito

apenas idosos perdem válvula aórtica.

Verdade

pode ocorrer jovens com bicúspide.

Mito

cirurgia sempre é inevitável.

Verdade

TAVI é opção para alto risco; decisão depende.

Mito

sintomas indicam fim da vida.

Verdade

tratamento pode restaurar qualidade de vida.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro contato com clínico geral ou cardiologia
Especialista Indicado
Cardiologista
Quando Procurar Emergência
Dor no peito intensa ou desmaio súbito
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Regulação de regulação Centro de cardiologia local

CIDs Relacionados

I35.0 I35.1 I35.2 I35.9 I34.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.