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cid espondiloartrose lombar
CID-10

Espondiloartrose lombar

Degeneração lombar da coluna

Resumo

Dor lombar por desgaste, tratada com exercícios e manejo da dor.

Identificação

Código Principal
M47.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Osteoartrose da coluna lombar
Nome em Inglês
Lumbar spine osteoarthritis
Outros Nomes
Espondilose lombar • Artrose da lombar • Degeneração da lombar • Osteoartrose de coluna lombar • Desgaste lombar
Siglas Comuns
EA-Lombar Espondy-L SD-L

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho osteomuscular
Categoria Principal
Doenças da coluna vertebral
Subcategoria
Espondiloartrose lombar
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência moderada em idosos; varia por método.
Prevalência no Brasil
Mais comum em pessoas idosas; dados nacionais limitados.
Faixa Etária Principal
60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Proporção parecida entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Idade avançada Obesidade Sedentarismo Histórico familiar Traumas repetidos
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento da população

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste degenerativo da coluna com degeneração discal e facetária
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração gradual de discos e articulações com dor e limitação
Fatores de Risco
Idade Obesidade Sedentarismo Tabagismo Histórico familiar
Fatores de Proteção
Exercício regular Peso adequado Postura ergonômica Fortalecimento lombar
Componente Genético
Herança pode influenciar resistência a desgaste

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor lombar crônica com rigidez
Sintomas Frequentes
Dor que piora com atividade
Rigidez matinal curta
Dor referida para glúteos
Redução de flexibilidade
Piora após ficar sentado
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita
  • Perda de controle da bexiga
  • Dor muito intensa com febre
  • Sinais neurológicos novos
Evolução Natural
Sem tratamento pode tornar dor crônica e limitar atividades
Complicações Possíveis
Estenose lombar Dor crônica refrátaria Déficit neurológico progressivo Redução de mobilidade Incapacidade funcional parcial

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História consistente, exame e imagem compatíveis
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VHS para excluir inflamação Reumatologia se indicado Função renal/hepática para medicação
Exames de Imagem
Radiografia lombar RM lombar detalhando discos TC quando necessário Avaliação de canal vertebral
Diagnóstico Diferencial
  • Hérnia de disco lombar
  • Fibromialgia
  • Espondilite anquilosante
  • Dor facetária
  • Doenças reumatológicas
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar meses; diagnóstico complexo.

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, manter mobilidade, exercícios e educação postural
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Medicamentos analgésicos
3 Infiltrações facetárias
4 Cirurgia rara
5 Exercícios de fortalecimento
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Reumatologista Neurologista Médico de família
Tempo de Tratamento
Plano de curto a longo prazo, depende da gravidade
Acompanhamento
Consultas a cada 6-12 semanas durante reabilitação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; melhora com manejo conservador, alguns ficam com dor crônica
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Exercício regular
  • Boa postura
  • Peso equilibrado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Baixa adesão
  • Estenose significativa
  • Queda funcional
Qualidade de Vida
Pode variar; com manejo adequado, qualidade de vida é boa

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso ideal, atividade física, boa postura
Medidas Preventivas
Alongamento diário
Fortalecimento lombar
Postura ergonômica
Pausas ativas no trabalho
Não fumar
Rastreamento
Não há rastreamento específico; considere avaliação se dor persistente

Dados no Brasil

Estimativas dependem de região; internações são menos comuns
Internações/Ano
Baixos; mortalidade não é direta pela doença degenerativa
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum onde há população idosa maior

Perguntas Frequentes

1 Essa condição é curável?
Não cura, mas controla dor e função com tratamento.
2 Exercícios ajudam mesmo com dor?
Sim, fortalecem a lombar e reduzem rigidez.
3 Quando pensar em cirurgia?
Cirurgia só se estenose grave ou falha conservadora.
4 Posso retornar ao trabalho?
Sim, com adaptação ergonômica e reabilitação.
5 Qual a alimentação ajuda?
Alimentação equilibrada ajuda controle de peso, não cura.

Mitos e Verdades

Mito

dor sempre aumenta com envelhecimento

Verdade

estilo de vida e manejo mudam o curso

Mito

cirurgia resolve tudo rapidamente

Verdade

cirurgia é opção rara e depende de gravidade

Mito

dieta cura

Verdade

dieta ajuda, não cura a doença

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou ortopedista ao notar dor persistente
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisioterapeuta
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, perda de controle urinário, dor aguda intensa
Linhas de Apoio
0800 SUS Central de Regulação

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.