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cid escarlatina
CID-10

Escarlatina

escarlatina

Resumo

Escarlatina é infecção causada por bactéria; erupção vermelha, febre, tratável com antibióticos.

Identificação

Código Principal
A38
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Escarlatina; doença infecciosa aguda causada por Streptococcus pyogenes grupo A
Nome em Inglês
Scarlet fever
Outros Nomes
febre escarlate • escarlatina • rash escarlatinóide • doença de garganta vermelha • exantema escarlatino
Siglas Comuns
A38 SF ESC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças infecciosas e parasitárias
Categoria Principal
Doenças infecciosas
Subcategoria
Infecções por Streptococcus grupo A
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global estimada baixa; surtos sazonais em regiões com saneamento precário.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variação regional observada.
Faixa Etária Principal
Crianças 5-15 anos são o grupo mais afetado
Distribuição por Sexo
Aproximadamente equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
crianças pequenas adolescentes contatos próximos condições de higiene ambientes fechados
Tendência Temporal
Surtos em períodos frios; tendência de queda com tratamento adequado.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Streptococcus pyogenes grupo A
Mecanismo Fisiopatológico
Infecção faríngea por bactéria com produção de toxinas que causam erupção cutânea característica
Fatores de Risco
exposição a caso confirmado aglomeração social higiene inadequada malnutrição reinfeção frequente desnutrição
Fatores de Proteção
higiene respiratória tratamento adequado de faringite ambiente bem ventilado acesso rápido à saúde
Componente Genético
Predisposição genética não bem definida; maioria não hereditária

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Erupção cutânea vermelha, áspera ao toque, associada a febre e dor de garganta
Sintomas Frequentes
dor de garganta
febre baixa
rash difuso com aspecto de lixa
língua de morango
linfadenopatia cervical
mal-estar
Sinais de Alerta
  • dificuldade para respirar
  • dor torácica súbita
  • desidratação
  • congelamento mental
  • convulsao
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para complicações respiratórias ou cardíacas
Complicações Possíveis
febre reumática glomerulonefrite otite média sinusite bacterial

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de contato com caso, erupção típica, confirmação por teste rápido ou cultura
Exames Laboratoriais
hemograma com leucocitose neutrofílica teste rápido de estreptococo cultura de garganta PCR para S. pyogenes
Exames de Imagem
radiografia de tórax ultrassom cervical RM se complicações none
Diagnóstico Diferencial
  • rubéola
  • measles
  • exantema por alergia
  • difteria
  • coqueluche
Tempo Médio para Diagnóstico
Normalmente 1-3 dias desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Antibióticos eliminam a bactéria; manejo de febre e dor com medidas gerais
Modalidades de Tratamento
1 antibióticos apropriados
2 cuidados de suporte
3 analgésicos/antipiréticos
4 higiene de vias respiratórias
5 hidratação
Especialidades Envolvidas
clínica geral pediatria infectologia enfermagem otorrino
Tempo de Tratamento
Geralmente 7-10 dias de antibiótico; acompanhamento
Acompanhamento
Retorno recomendado em 48-72h; reavaliação de febre e erupção

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente boa com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • tratamento rápido
  • ausência de comorbidades
  • bom acesso à saúde
  • inicio precoce da recuperação
Fatores de Mau Prognóstico
  • retardo no tratamento
  • desnutrição
  • imunossupressão
  • reinfecção
Qualidade de Vida
Recuperação rápida com retorno às atividades normais

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene adequada das vias respiratórias e identificação rápida de casos
Medidas Preventivas
lavar as mãos com frequência
evitar compartilhar utensílios
cobrir boca ao tossir
ambiente bem ventilado
busca de atendimento precoce
Rastreamento
Vigilância de casos e contatos em surtos

Dados no Brasil

Estimativas variam; não há números fixos públicos.
Internações/Ano
Mortalidade baixa; relaciona-se a complicações.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em regiões com saneamento precário; variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 A escarlatina é contagiosa?
Sim, transmite-se por gotículas; antibióticos reduzem transmissão.
2 É possível ter escarlatina sem febre?
Raro, a febre costuma acompanhar a erupção.
3 Como confirmar diagnóstico?
Teste rápido ou cultura de garganta, junto com sinais clínicos.
4 Posso frequentar escola após início de tratamento?
Pode retornar conforme orientação médica e estado clínico.
5 Qual a prevenção mais eficaz?
Higiene, evitar compartilhamento de utensílios e contatos com sintomas.

Mitos e Verdades

Mito

escarlatina não é contagiosa.

Verdade

transmite-se por gotículas; tratada com antibióticos.

Mito

apenas adultos adoecem.

Verdade

crianças são as mais acometidas, embora adultos possam adoecer.

Mito

não precisa de antibiótico.

Verdade

antibiótico adequado reduz sintomas e complicações.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade de saúde mais próxima
Especialista Indicado
Clínico geral ou pediatra
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, fevere alta súbita, desidratação
Linhas de Apoio
136 SUS 188 Coração de Criança Telefone da prefeitura

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A38

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.