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cid enterorragia
CID-10

Enterorragia intestinal

Sangramento retal

Resumo

Sangramento pelo reto tem várias causas; exames ajudam a descobrir a razão e tratar.

Identificação

Código Principal
K92.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hemorragia gastrointestinal, conforme OMS
Nome em Inglês
Gastrointestinal hemorrhage
Outros Nomes
Enterorragia • Hematochezia • Sangramento intestinal baixo • Sangramento digestivo baixo • Hemorragia digestiva baixa
Siglas Comuns
HEGI GI bleed DGI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema digestivo
Categoria Principal
Doenças gastrointestinais
Subcategoria
Hemorragia GI baixa
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por etiologia; sangramento GI é comum em adultos com doenças intestinais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; prevalência depende de doenças associadas.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Aproximadamente equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Doentes com doença intestinal crônica Uso de anticoagulantes Diverticulose Pólipos colorretais Câncer colorretal
Tendência Temporal
Depende da etiologia; variações conforme acesso a diagnóstico.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem mais comum é sangramento de GI baixo por fissuras, diverticulose, pólipos colorretais, ou câncer colorretal
Mecanismo Fisiopatológico
Lesão mucosa, erosão ou tumor leva a sangramento; inflamação aumenta vascularidade e risco de sangramento.
Fatores de Risco
Idade avançada Uso de anticoagulantes Doenças inflamatórias intestinais Diverticulose Polipose familiar Síndromes hemorrágicas
Fatores de Proteção
Rastreamento de câncer colorretal Tratamento adequado de doenças GI Dieta rica em fibras Hidratação adequada
Componente Genético
Contribuição genética modesta em polipose familiar; na maioria dos casos não herdada.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sangue vivo nas fezes, geralmente visível ao evacuar
Sintomas Frequentes
Hematochezia visível
Dor abdominal leve
Urgência para evacuar
Fadiga por anemia
Massa abdominal pode ocorrer
Sinais de Alerta
  • Sangramento intenso ou prolongado
  • Desmaios
  • Taquicardia
  • Hipotensão
  • Palidez marcada
Evolução Natural
Sem tratamento, sangramento pode persistir, com anemia e piora clínica.
Complicações Possíveis
Anemia ferropriva Shock hemorrágico Transfusões Necrose intestinal rara Falha de tratamento da doença subjacente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame, hemograma, ferritina, colonoscopia, biópsias, imagem conforme necessidade
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Ferritina Proteína C reativa Coagulograma Testes de ferro
Exames de Imagem
Colonoscopia Endoscopia Tomografia abdominal Angiografia se sangramento ativo
Diagnóstico Diferencial
  • Hemorroidas
  • Doença diverticular
  • Pólipos
  • Câncer colorretal
  • Doença inflamatória intestinal
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de horas a dias, conforme acesso a exames

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar etiologia, estabilizar paciente, controlar sangramento, encaminhar para avaliação endoscópica.
Modalidades de Tratamento
1 Hemostasia endoscópica
2 Reposição volêmica
3 Transfusões
4 Cirurgia em sangramento resistente
5 Tratamento da doença base
Especialidades Envolvidas
Gastroenterologia Cirurgia Hemoterapia Clínica médica Radiologia
Tempo de Tratamento
Variável; depende da etiologia e resposta
Acompanhamento
Consultas regulares com gastroenterologia; controle de anemia; rastreamento de câncer colorretal

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia com etiologia; ligado a diagnóstico precoce e manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Estado clínico estável
  • Adesão ao tratamento
  • Acompanhamento regular
Fatores de Mau Prognóstico
  • Sangramento maciço
  • Anemia severa
  • Idade avançada
  • Doença oncológica
Qualidade de Vida
Pode variar; melhorias com manejo adequado e orientação clara

Prevenção

Prevenção Primária
Rastreamento de câncer colorretal quando indicado; alimentação equilibrada
Medidas Preventivas
Rastreamento regular
Controle de doenças inflamatórias
Uso consciente de anticoagulantes
Dieta rica em fibras
Hidratação adequada
Rastreamento
Colonoscopia de rastreamento conforme idade e histórico

Dados no Brasil

Milhares de internações por sangramento GI variam por ano
Internações/Ano
Mortalidade associada à etiologia subjacente; não específica
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior diagnóstico em capitais; variação regional considerável

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais exigem atendimento imediato?
Sangramento intenso, tontura, desmaio, dor forte ou palidez pedem avaliação urgente.
2 Quem faz o diagnóstico inicial?
História clínica, exames de sangue e colonoscopia são fundamentais.
3 Existem opções de tratamento sem cirurgia?
Sim, muitas hemorragias respondem à endoscopia terapêutica e medicações.
4 O que influencia meu prognóstico?
Causa subjacente, início do tratamento e adesão influenciam.
5 Como prevenir recorrências?
Acompanhamento, rastreamento de lesões e manejo da doença base reduzem risco.

Mitos e Verdades

Mito

sangramento retal é apenas coisa de velhos

Verdade

qualquer idade pode ter sangramento; exige avaliação médica

Mito

dieta sozinha cura enterorragia

Verdade

dieta ajuda, mas tratamento depende da causa

Mito

colonoscopia sempre causa cirurgia

Verdade

muitos casos apenas diagnosticam; cirurgia fica para necessidade

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento ou gastroenterologista
Especialista Indicado
Gastroenterologista
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, tontura, desmaio, pele pálida; procure ajuda
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Centro de Saúde local SAMU 192

CIDs Relacionados

K92.2 R19.5 K63.9 D12.0 Z87.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.