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cid enfisema pulmonar
CID-10

Enfisema Pulmonar

Enfisema

Resumo

Enfisema reduz a capacidade de respirar; mudanças de hábitos ajudam.

Identificação

Código Principal
J43.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Enfisema pulmonar
Nome em Inglês
Pulmonary Emphysema
Outros Nomes
Doença pulmonar obstrutiva crônica - enfisema • EM • Enfisema pulmonar - DPOC
Siglas Comuns
EPOC J43

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças pulmonares obstrutivas
Subcategoria
Enfisema
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam dezenas de milhões de pessoas com enfisema, fortemente ligadas ao tabagismo.
Prevalência no Brasil
Brasil tem carga relevante entre fumantes; variação regional e acesso influenciam dados.
Faixa Etária Principal
Adultos acima de 50 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum entre homens, varia com tabagismo
Grupos de Risco
Tabagismo intenso Exposição a poeiras/químicos Poluição do ar Historia familiar de DPOC Idade avançada
Tendência Temporal
Tendência global estável em muitos locais, com quedas ao controle do tabagismo.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Tabagismo prolongado causa destruição do parênima pulmonar.
Mecanismo Fisiopatológico
Perda de alvéolos, destruição de septos e inflamação crônica leva a hiperinsuflação.
Fatores de Risco
Tabagismo intenso Exposição a poeiras/químicos Poluição do ar História familiar de DPOC Idade avançada Baixo nível socioeconômico
Fatores de Proteção
Não fumar Ambiente livre de fumaça Reabilitação pulmonar Proteção ocupacional
Componente Genético
Contribuição genética reconhecida, especialmente com alfa-1 antitripsina.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Falta de ar progressiva ao esforço
Sintomas Frequentes
Dispneia ao esforço
Tosse crônica
Produção de muco
Chiado no peito
Fadiga
Perda de peso leve
Sinais de Alerta
  • Dispneia grave súbita
  • Dor torácica intensa
  • Confusão mental
  • Cianose
  • Hipoxemia persistente
Evolução Natural
Evolução lenta sem tratamento, com piora da respiração ao longo do tempo.
Complicações Possíveis
Insuficiência respiratória Infecções recorrentes Hipertensão pulmonar Agravamento da qualidade de vida Cor pulmonale

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dispneia, espimetria com FEV1 reduzido e hiperinsuflação; exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
Hemograma Gasometria arterial DLCO PCR
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Tomografia de tórax RM pulmonar Ecocardiograma
Diagnóstico Diferencial
  • Asma grave
  • Bronquite crônica
  • Fibrose pulmonar
  • Edema pulmonar
  • Tuberculose
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos; depende de acesso ao cuidado.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar: cessação do tabaco, reabilitação e manejo farmacológico.
Modalidades de Tratamento
1 Broncodilatadores
2 Corticosteroides inalatórios
3 Reabilitação pulmonar
4 Oxigenoterapia
5 Cirurgia de redução de volume
Especialidades Envolvidas
Pneumologia Fisioterapia respiratória Nutrição Atenção Primária Enfermagem
Tempo de Tratamento
Duração varia conforme estágio e resposta.
Acompanhamento
Consultas regulares, monitoramento de função pulmonar e vacinação.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva varia com tabagismo e acesso ao tratamento; qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Cessação do tabagismo
  • Adesão ao tratamento
  • Boa função pulmonar inicial
  • Acesso à reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Tabagismo ativo
  • Exposição ocupacional alta
  • Exacerbações frequentes
  • Baixa massa muscular
Qualidade de Vida
Impacto significativo na respiração diária; mobilidade reduzida e necessidade de suporte.

Prevenção

Prevenção Primária
Não fumar; evitar poeiras; estilo de vida saudável.
Medidas Preventivas
Cessação do tabaco
Uso de EPIs
Vacinas como influenza e pneumococo
Ventilação adequada em casa
Exercícios regulares
Rastreamento
Rastreamento de função pulmonar em fumantes para DPOC precoce.

Dados no Brasil

Centenas de milhares de internações/ano.
Internações/Ano
Dezenas de milhares de óbitos/ano.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga no Sudeste e Sul, variação por acesso.

Perguntas Frequentes

1 Como ocorre o enfisema?
Dano aos alvéolos dificulta passagem de ar.
2 Quais são sintomas comuns?
Dispneia, tosse, fadiga aparecem aos poucos.
3 Como confirmar o diagnóstico?
Espirometria com imagem mostra alterações típicas.
4 Posso evitar piora?
Parar de fumar, reabilitação e vacinas ajudam.
5 Qual é o tratamento?
Tratamento é personalizado com reabilitação e remédios.

Mitos e Verdades

Mito

enfisema ocorre apenas com fumantes.

Verdade

pode ter base genética; não é só tabaco.

Mito

não há tratamento.

Verdade

manejo melhora sintomas e qualidade de vida.

Mito

exercícios prejudicam a doença.

Verdade

exercícios ajudam com orientação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou pneumologista para iniciar avaliação.
Especialista Indicado
Pulmonologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória intensa, pele azul, confusão.
Linhas de Apoio
DisqueSUS 136 Centro de referência respiratória SUS 0800-644-6455

CIDs Relacionados

J43.9 J44 J48 J47 J43

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.