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cid e29 1
CID-10

Hiperprolactinemia

Prolactina alta

Resumo

Prolactina alta pode vir de doença na hipófise ou de remédios; diagnóstico e tratamento ajudam.

Identificação

Código Principal
E29.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hyperprolactinemia
Nome em Inglês
Hyperprolactinemia
Outros Nomes
hiperprolactinemia • excesso de prolactina • prolactinemia elevada • aumento de prolactina • galactorreia associada
Siglas Comuns
PRL↑ HPRL HIPERPRL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas, Nutrição e Metabólicas
Categoria Principal
Endocrinopatias
Subcategoria
Disfunção da prolactina
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; 0,5% a 5% na população, maior em mulheres.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações conforme acesso a exames.
Faixa Etária Principal
Mulheres em idade fértil e adultos (20-60)
Distribuição por Sexo
Frequente em mulheres; homens também podem apresentar.
Grupos de Risco
Uso de antipsicóticos Adenomas hipofisários Hipotireoidismo Gravidez Distúrbios hormonais
Tendência Temporal
Tendência estável com melhoria de detecção e manejo.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Aumento da prolactina por hipófise ou efeito de fármacos dopaminérgicos antagonistas.
Mecanismo Fisiopatológico
Redução de dopamina aumenta prolactina pela hipófise.
Fatores de Risco
Uso de antipsicóticos Gravidez Hipotireoidismo Insuficiência renal Estresse extremo História familiar
Fatores de Proteção
Tratamento adequado de tireoide Monitoramento de medicações Orientação antes de gravidez Acompanhamento de sinais
Componente Genético
Influência genética é possível em raros; maioria é adquirida.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Galactorreia com ou sem gravidez é queixa comum.
Sintomas Frequentes
amenorreia
galactorreia
infertilidade
diminuição da libido
irregularidades menstruais
osteopenia/insuficiência óssea
Sinais de Alerta
  • dor de cabeça súbita
  • perda de visão progressiva
  • fraqueza neurológica focal
  • sinais de tumor hipofisário
  • alterações visuais graves
Evolução Natural
Sem tratamento, sinais podem persistir; saúde óssea e menstrual prejudicadas.
Complicações Possíveis
Infertilidade Osteoporose Disfunção sexual Galactorreia crônica Desequilíbrio hormonal

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Prolactina alta em duas ocasiões, gravidez descartada, RM se indicado.
Exames Laboratoriais
Prolactina sérica TSH T4 livre LH/FSH Beta-hCG
Exames de Imagem
RM hipófise com contraste TC se RM indisponível Avaliação visual se indicado Imagem adicional conforme necessidade
Diagnóstico Diferencial
  • Hipotireoidismo
  • Gravidez
  • Tumor hipotalâmico
  • Pseudohyperprolactinemia
  • Uso de antipsicóticos
Tempo Médio para Diagnóstico
Entre semanas a meses, conforme acesso a exames.

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão multidisciplinar baseada em etiologia e qualidade de vida.
Modalidades de Tratamento
1 Ajuste de medicações
2 Terapia hormonal
3 Cirurgia microcirúrgica
4 Radioterapia em casos raros
5 Observação cuidadosa
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Ginecologia Oftalmologia Neurologia Psiquiatria
Tempo de Tratamento
Varia de meses a anos, conforme etiologia
Acompanhamento
Retornos a cada 3-6 meses; repetir prolactina e exames conforme necessidade.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • ausência de tumor
  • boa resposta a medicação
  • controle da tireoide
  • gestação bem-sucedida
Fatores de Mau Prognóstico
  • macroprolactinoma
  • resistência a terapia
  • hipotireoidismo não tratado
  • retardo no diagnóstico
Qualidade de Vida
Controle adequado eleva bem-estar, sono e energia.

Prevenção

Prevenção Primária
Limitar uso de fármacos que elevam prolactina; tratar tireoide.
Medidas Preventivas
Acompanhamento médico regular
Ajuste de medicações
Educação sobre sinais
Gravidez monitorada
Suporte nutricional
Rastreamento
Rastreamento é recomendado quando há sintomas ou uso de meds.

Dados no Brasil

Estudos com números variam; hospitalizações são pouco frequentes.
Internações/Ano
Mortalidade associada é baixa quando bem tratada.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Diagnóstico mais comum em centros com endocrinologia; variação regional.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais comuns?
Galactorreia, irregularidades menstruais e infertilidade são frequentes.
2 Hiperprolactinemia tem cura?
Depende da causa; remédios podem ser ajustados ou descontinuados.
3 Como é feito o diagnóstico?
Prolactina medida em duas ocasiões; gravidez excluída; RM se indicado.
4 Quais opções de tratamento?
Ajuste de medicamentos, terapias hormonais ou cirurgia em tumores.
5 É seguro na gravidez?
Precisa de orientação médica; manejo individual pode ser necessário.

Mitos e Verdades

Mito

apenas mulheres ficam com hiperprolactinemia

Verdade

homens também são afetados.

Mito

dieta sozinha cura a condição

Verdade

alimentação ajuda, porém tratamento depende da causa.

Mito

cirurgia é sempre necessária

Verdade

cirurgia só em tumores ou quando medicamentoso falha.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou endocrinologista para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Visão alterada ou dor de cabeça severa exigem avaliação rápida.
Linhas de Apoio
CVV 188 SUS local Associação de pacientes

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.