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cid e 78
CID-10

Doenças vasculares periféricas

Claudicação arterial, má circulação nos membros

Resumo

Doenças vasculares periféricas reduzem fluxo sanguíneo nas pernas, causando dor ao caminhar e feridas com risco de piora.

Identificação

Código Principal
cid e 78
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doenças vasculares periféricas, incluindo estenose arterial e oclusão de membros
Nome em Inglês
Peripheral Arterial Disease
Outros Nomes
claudicação • doença arterial periférica • DAP • vasculopatia periférica • doenças vasculares de membros
Siglas Comuns
DAP PVD VAP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema circulatório
Categoria Principal
Vasculopatias periféricas
Subcategoria
Doença arterial periférica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais sugerem 10-20% de adultos com 65+; varia por método diagnóstico.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta prevalência entre idosos, com subdiagnóstico em muitos casos.
Faixa Etária Principal
Adultos com 60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Proporção masculina levemente maior
Grupos de Risco
Tabagismo Diabetes Hipertensao Dislipidemia Idade_avancada
Tendência Temporal
Populações envelhecidas aumentam; tratamento reduz complicações.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Aterosclerose arterial periférica como mecanismo principal.
Mecanismo Fisiopatológico
Placas ateroscleróticas estreitam artérias periféricas, reduzindo fluxo sanguíneo; inflamação sustenta o quadro.
Fatores de Risco
tabagismo diabetes hipertensao dislipidemia idade_avancada sedentarismo
Fatores de Proteção
controle_glicose parar_de_fumar atividade_fisica alimentacao_saudavel
Componente Genético
Predisposição familiar em alguns casos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor nas pernas ao andar, aliviada com repouso (claudicação intermitente).
Sintomas Frequentes
claudicação ao esforço
pulsos fracos
dor em repouso nos estágios avançados
feridas que não cicatrizam
mudança de cor da pele
pele fria nos membros
Sinais de Alerta
  • dor súbita no membro com fraqueza
  • perda de sensibilidade
  • dificuldade repentina de movimentar o membro
  • úlceras que sangram sem cura
  • febre com sinais locais de infecção
Evolução Natural
Sem tratamento, desgaste progressivo com dor, feridas e possível amputação.
Complicações Possíveis
isquemia grave úlceras crônicas amputação infecção de feridas dor crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de claudicação; diagnóstico com índice tornozelo-braço e Doppler colorido.
Exames Laboratoriais
lipidograma glicemia PCR hemograma função renal
Exames de Imagem
Doppler arterial de membros angio-TC angio-RM ultrassom Doppler
Diagnóstico Diferencial
  • doenca venosa crônica
  • neuropatia periférica
  • artrite inflamatória
  • livedo reticular
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo típico entre início de sintomas e confirmação varia.

Tratamento

Abordagem Geral
Multidisciplinar: controle de risco, reabilitação e manejo de sintomas.
Modalidades de Tratamento
1 mudança de estilo de vida
2 medicação lipídica
3 antitrombótico conforme indicação
4 revascularização endovascular
5 cirurgia de revascularização
Especialidades Envolvidas
Angiologia Cirurgia Vascular Clinica Geral Fisioterapia Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração depende da gravidade; acompanhamento de longo prazo.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses; monitoramento de risco cardiovascular.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; melhoria com controle de fatores de risco e tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • controle_glicose
  • tabagismo_zero
  • atividade_fisica
  • lipidico_ok
Fatores de Mau Prognóstico
  • tabagismo_ativo
  • diabetes_pouco_controlado
  • hipertensao_descontrolada
  • isquemia_grave
Qualidade de Vida
Impacto variável; reabilitação pode melhorar bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco, parar de fumar, alimentação saudável e atividade física.
Medidas Preventivas
parar_de_fumar
controle_peso
atividade_fisica
controle_pressao
controle_colesterolemia
Rastreamento
Doppler de membros em indivíduos com fatores de risco; não substitui avaliação clínica.

Dados no Brasil

Varia com gravidade; casos variam de dezenas a centenas.
Internações/Ano
Mortalidade baixa para casos simples; maior com isquemia crítica.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em regiões com acesso tardio a vascular.

Perguntas Frequentes

1 Q: O que é DAP?
R: Doença arterial periférica reduz fluxo sanguíneo nas extremidades, causando dor ao caminhar.
2 Q: Como se confirma o diagnóstico?
R: História clínica, índice tornozelo-braço e Doppler vascular ajudam a confirmar.
3 Q: Precisa de cirurgia?
R: Depende da gravidade; pode exigir cirurgia ou tratamento endovascular.
4 Q: Posso prevenir?
R: Sim. Controle de fatores de risco, atividade física e parar de fumar ajudam bastante.
5 Q: Qual a melhoria esperada?
R: Dor reduzida e melhor fluxo sanguíneo com adesão a tratamento e reabilitação.

Mitos e Verdades

Mito

mito_1: fumar apenas piora a circulação das pernas.

Verdade

verdade_1: parar de fumar diminui evolução da doença e melhora o prognóstico.

Mito

mito_2: dor forte sempre significa doença grave.

Verdade

verdade_2: gravidade varia; alguns têm dor discreta mas risco alto.

Mito

mito_3: apenas idosos têm DAP.

Verdade

verdade_3: adultos de meia-idade com fatores de risco também podem ter.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Unidade básica de saúde, clínica ou serviço de angiologia.
Especialista Indicado
Angiologia ou Cirurgia Vascular.
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, ferida que sangra, sintomas neurológicos súbitos.
Linhas de Apoio
SUS 136 Disque Coração 0800-000-0000

CIDs Relacionados

I78.9 I70.9 Z86.9 I73.9 I79.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.