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cid dorsalgia
CID-10

Dorsalgia: dor na região dorsal

Dor nas costas

Resumo

Dor nas costas comum; geralmente respondem bem a exercícios e postura correta.

Identificação

Código Principal
M54.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dorsalgia, dor na região dorsal associada a estruturas da coluna vertebral
Nome em Inglês
Dorsalgia (back pain)
Outros Nomes
dor dorsal • dor nas costas • lumbodorsalgia • dor dorsal axial • dor do dorso
Siglas Comuns
DOR DORS M54.5

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doenças músculo-esqueléticas
Subcategoria
Dor dorsal inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estima-se dor nas costas afete 20-30% da população anual.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta carga de dorsalgia entre adultos.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade (30-60 anos)
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos; leve predomínio feminino em algumas séries.
Grupos de Risco
sedentarismo obesidade fatores ocupacionais tabagismo idade avançada
Tendência Temporal
Tendência estável com variações regionais e envelhecimento.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa principal: dor musculoesquelética por esforço, degeneração ou postura inadequada.
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração discal, inflamação local e sensitização neural com dor
Fatores de Risco
sedentarismo obesidade fatores ocupacionais tabagismo idade avançada posturas inadequadas
Fatores de Proteção
atividade física regular ergonomia no ambiente controle de peso boa postura
Componente Genético
Influência genética moderada na predisposição à lombalgia crônica.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor dorsal ou lombar que piora com esforço e movimentos.
Sintomas Frequentes
dor constante ou intermitente
rigidez matinal
dor ao flexionar
dor ao ficar sentado
limitação de movimento
sensibilidade local
Sinais de Alerta
  • fraqueza súbita das pernas
  • dor com febre alta
  • perda de peso inexplicada
  • falha neurológica focal
  • incontinência
Evolução Natural
Sem tratamento, dor pode tornar-se crônica com limitação.
Complicações Possíveis
dor crônica limitação funcional distúrbios do sono ansiedade dependência de analgésicos

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame físico e exclusão de causas graves.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR FPS glicemia hemoglobina HbA1c
Exames de Imagem
Rx lombar RM lombar TC lombar cintilografia se indicada
Diagnóstico Diferencial
  • dor lombar inespecífica
  • radiculopatia
  • fratura vertebral
  • dor referida
  • artrite inflamatoria
Tempo Médio para Diagnóstico
Depende do caso; diagnóstico comum em semanas.

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, restauração da função e fortalecimento muscular.
Modalidades de Tratamento
1 medicamentoso
2 fisioterapia
3 educação postural
4 infiltração seletiva
5 cirurgia apenas com indicação clara
Especialidades Envolvidas
clínico geral ortopedista fisioterapeuta neurologista reabilitador físico
Tempo de Tratamento
Duração varia conforme resposta; meses podem ser necessários.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 4-6 semanas conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente favorável com manejo adequado; pode tornar-se crônica caso fatores persistam.
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão ao tratamento
  • atividade física regular
  • foco na reabilitação
  • ausência de radiculopatia
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor crônica persistente
  • radiculopatia progressiva
  • comorbidades graves
  • aspectos psicossociais negativos
Qualidade de Vida
Pode reduzir temporariamente a qualidade de vida, com melhora após tratamento.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter postura correta, atividade física e peso adequado para reduzir dor.
Medidas Preventivas
ergonomia no trabalho
exercícios de fortalecimento
higiene postural
alongamento diário
evitar tabagismo
Rastreamento
Avaliação clínica periódica conforme sintomas; não há rastreamento universal.

Dados no Brasil

Números de internação variam regionalmente; casos graves atípicos.
Internações/Ano
Óbitos são raros, geralmente por comorbidades associadas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em áreas urbanas com menor acesso à fisioterapia.

Perguntas Frequentes

1 Qual a principal causa da dorsalgia?
Origem comum envolve esforço, má postura e degeneração; lesões graves são menos frequentes.
2 Dorsalgia é igual a hérnia de disco?
Não é sempre; hérnia pode ocorrer, mas dor dorsal pode ter causas musculares.
3 Como é feito o diagnóstico?
História, exame e, se necessário, exames de imagem para confirmar.
4 Posso evitar com exercícios?
Atividade física adequada e postura correta ajudam a prevenir recidivas.
5 Qualidade de vida com dorsalgia?
Com tratamento adequado, dor diminui e função retorna; apoio profissional ajuda.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura dor nas costas.

Verdade

movimento moderado favorece recuperação.

Mito

dor lombar sempre indica lesão grave.

Verdade

na maioria, lesão grave ausente após avaliação.

Mito

cirurgia é primeira opção para dorsalgia.

Verdade

cirurgia rara; manejo conservador comum.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista para avaliação.
Especialista Indicado
Ortopedista ou neurologista.
Quando Procurar Emergência
Sinais de alarme: fraqueza súbita, incontinência, febre alta.
Linhas de Apoio
0800 SUS Central Convênio Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.