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cid dor no tornozelo
CID-10

Dor no tornozelo

Dor no tornozelo

Resumo

Dor no tornozelo é comum; envolve entorse, fraturas ou inflamação; avaliação adequada evita complicações.

Identificação

Código Principal
M25.57
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor no tornozelo (M25.57) segundo OMS, nomenclatura oficial para dor articular da região
Nome em Inglês
Ankle pain
Outros Nomes
dor na articulação do tornozelo • dor no tornozelo • dor no maléolo • dor articular do tornozelo • dor no pé superior do tornozelo
Siglas Comuns
DOR-TZ DORTO TOZ

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Dor musculoesquelética
Subcategoria
Dor no tornozelo
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
variável
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor no tornozelo é comum; lesões leves a graves ocorrem em esportistas e população ativa.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; lesões esportivas predominam entre jovens.
Faixa Etária Principal
Jovens adultos e atletas
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
praticantes de esportes de impacto adultos jovens ativos pessoas com sobrepeso treinadores/árbitros idosos com queda
Tendência Temporal
Aumento com prática esportiva de lazer

Etiologia e Causas

Causa Principal
Entorse do tornozelo e trauma agudo
Mecanismo Fisiopatológico
dano ligamentar com inflamação periarticular e alterações biomecânicas
Fatores de Risco
esportes de alto impacto superfícies irregulares calçados inadequados instabilidade ligamentar idade adulta obesidade
Fatores de Proteção
treinamento adequado fortalecimento de panturrilha propriocepção e alongamento calçados com bom suporte
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor aguda ou gradual na região do tornozelo, pior com peso
Sintomas Frequentes
inchaço
dor ao toque
dor ao caminhar
instabilidade
hematoma
limitação de movimento
Sinais de Alerta
  • dor súbita com deformidade
  • inchaço intenso
  • dor que não melhora com repouso
  • dor associada a febre
  • sensação de calor local
Evolução Natural
sem manejo, dor e inchaço persistem; com reabilitação, recuperação mais rápida
Complicações Possíveis
instabilidade articular dor crônica artrite pós-trauma limitacao funcional osteocondral

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história de trauma, exame físico, radiografia para excluir fratura, avaliação de ligamentos
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS fator reumatoide interferon
Exames de Imagem
radiografia simples RM ou RMN ultrassom TC
Diagnóstico Diferencial
  • fratura do maléolo
  • tendinite de Aquiles
  • tenosinovite
  • artrite séptica
  • osteocondrite dissecante
Tempo Médio para Diagnóstico
1 a 4 semanas dependendo da etiologia e acesso a imagens

Tratamento

Abordagem Geral
manejo inicial com proteção, gelo, repouso, compressão e fisioterapia guiada
Modalidades de Tratamento
1 proteção com órtese
2 controle da dor por meios não farmacológicos
3 fisioterapia precoce
4 fortalecimento progressivo
5 cirurgia apenas em fraturas graves
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Medicina de Família
Tempo de Tratamento
varia de semanas a meses conforme lesão
Acompanhamento
consulta de reavaliação a cada 2-6 semanas

Prognóstico

Prognóstico Geral
depende da etiologia; entorses leves costumam ter ótimo prognóstico com reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão à reabilitação
  • mobilidade preservada
  • sem fratura associada
  • retorno às atividades
Fatores de Mau Prognóstico
  • fratura grave
  • dor crônica
  • instabilidade não controlada
  • uso inadequado de órtese
Qualidade de Vida
impacto na mobilidade e atividades diárias, melhorar com reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
aquecimento, treino de equilíbrio, fortalecimento, calçados adequados
Medidas Preventivas
aquecimento dinâmico
fortalecimento de panturrilha
treino de propriocepção
calçados com bom suporte
superfícies seguras
Rastreamento
null

Dados no Brasil

milhares de internações/ano
Internações/Ano
mortalidade baixa
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
maior incidência em estados com mais esporte e população jovem

Perguntas Frequentes

1 Qual o tempo típico de recuperação?
Depende da lesão; entorse leve melhora em 1-2 sem recidiva com fisioterapia
2 Pode prevenir entorse repetida?
Fortalecimento, propriocepção e treino de equilíbrio reduzem o risco
3 Como confirmar fratura?
Radiografia inicial costuma esclarecer; RM pode detectar lesões ocultas
4 Quando usar imobilização?
Sinais de entorse grave indicam imobilização temporária e avaliação
5 Quais sinais de alerta?
Dor intensa, inchaço progressivo, deformidade ou febre exigem avaliação

Mitos e Verdades

Mito

entorse sempre exige cirurgia

Verdade

Várias entorses melhoram com imobilização e reabilitação

Mito

dor no tornozelo é sempre grave

Verdade

Grande parte das dores é muscular ou ligamentar e tratável

Mito

qualquer inchaço é fratura

Verdade

Nem toda dor indica fratura; avaliação necessária

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure atendimento com ortopedista ou clínica de esporte
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
deformidade, dor intensa, incapacidade de apoiar peso, edema grave
Linhas de Apoio
SUS 1366 Central de Saúde Disque Saúde

CIDs Relacionados

M25.57 M25.50 M24.0 S93.4 S93.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.