contato@nztbr.com
cid dor no braço
CID-10

Dor no Braço (dor de membro superior)

Dor não específica no braço

Resumo

Dor no braço tem várias causas; avaliação ajuda a orientar tratamento.

Identificação

Código Principal
R52
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor inespecífica de membros superiores, dor não localizada
Nome em Inglês
Arm pain
Outros Nomes
dor de braço inespecífica • dor de membro superior • dor não localizada no braço • dor braquial não especificada • dor no ombro até pulso
Siglas Comuns
DNMB DMB DOR_BRACO

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Dor e sintomas inespecíficos
Categoria Principal
Dor musculoesquelética de membros
Subcategoria
Dor de braço sem etiologia definida
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta para dor de braço inespecífica, especialmente em adultos ativos.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta prevalência, com variação regional e ocupacional.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens à meia-idade
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Atletas de repetição Trabalhadores com esforço repetitivo Idade avançada Sedentarismo Obesidade
Tendência Temporal
Permanece estável; picos associam-se a atividades sazonais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causa principal: dor musculoesquelética relacionada a uso repetitivo e lesões leves.
Mecanismo Fisiopatológico
Lesões por uso repetitivo, inflamação local e sensitização neural.
Fatores de Risco
atividade física repetitiva mau alongamento lesões prévias obesidade fatores ocupacionais idade
Fatores de Proteção
alongamento regular fortalecimento muscular ergonomia descanso adequado
Componente Genético
Contribuição genética mínima para algumas tendinopatias.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no braço, pior com movimento; pode irradiar para ombro/antebraço.
Sintomas Frequentes
Dor ao toque
Rigidez matinal
Edema leve
Fraqueza muscular
Limitação de alcance
Estalidos no ombro
Sinais de Alerta
  • Dor súbita com trauma
  • Fraqueza marcada
  • Parestesia/parestesia persistente
  • Dor que piora muito
  • Alteração de cor/calor
Evolução Natural
Pode persistir sem tratamento; melhora com reabilitação adequada.
Complicações Possíveis
Limitação funcional Dor crônica Fraqueza residual Alteração postural Recidiva

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese precisa, exame físico focal, exclusão de causas graves.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VS Perfil metabólico Vitamina D se suspeita Não rotineiros para dor simples
Exames de Imagem
Raio-X ombro/braço Ultrassom tendíneo Ressonância magnética TC se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Dor cervical com radiculopatia
  • Artrite do ombro
  • Tendinite de cotovelo
  • Fratura não detectada
  • Dor cardíaca de risco
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas com avaliação clínica segura

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar etiologia, controlar dor, manter mobilidade, evitar repouso extremo.
Modalidades de Tratamento
1 Analgesia não opioide
2 Fisioterapia
3 Alongamento/fortalecimento
4 Calor/frio local
5 Cirurgia apenas se indicado
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Neurologia Reumatologia Medicina de Família
Tempo de Tratamento
Semanas a meses conforme etiologia
Acompanhamento
Reavaliação a cada 4–6 semanas, ajuste de reabilitação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado; dor aguda tende a melhorar
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta à fisioterapia
  • Adesão ao plano
  • Ausência de lesões graves
  • Função preservada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor crônica persistente
  • Inatividade
  • Comorbidades
  • Lesões irreversíveis
Qualidade de Vida
Impacto moderado; melhora com reabilitação e educação

Prevenção

Prevenção Primária
Fortalecimento, alongamento, ergonomia, pausas no trabalho
Medidas Preventivas
Aquecimento
Pausas no trabalho
Ergonomia
Fortalecimento de ombro
Correção de postura
Rastreamento
Avaliação clínica quando com sinais; não há rastreamento universal

Dados no Brasil

Internações são incomuns; maioria trata em ambulatório
Internações/Ano
Óbitos por dor de braço isolada são raros
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em áreas com alta atividade ocupacional

Perguntas Frequentes

1 Dor no braço pode ser sinal de toda dor grave?
Nem toda dor é grave; avaliação ajuda a distinguir causas simples de situações que precisam atendimento.
2 Exames básicos para começar a investigar?
Exame físico, alguns níveis de imagem e sangue conforme suspeita clínica.
3 Quando começo fisioterapia?
Logo após avaliação inicial, assim que a causa for identificada.
4 A dor pode voltar mesmo após tratamento?
Pode ocorrer, especialmente com esforço repetitivo; prevenção é essencial.
5 Posso trabalhar com dor no braço?
Depende da função afetada; ajustes ergonômicos ajudam muito.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura a dor de braço.

Verdade

equilíbrio entre repouso e movimento orientado favorece recuperação.

Mito

qualquer dor indica infarto.

Verdade

existem sinais que sugerem outra causa; avaliação é essencial.

Mito

cirurgia é a primeira opção.

Verdade

cirurgia é rara; fisioterapia costuma resolver na maioria dos casos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico ou fisioterapeuta se a dor persistir > 2 semanas
Especialista Indicado
Ortopedista ou médico de família
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, dificuldade de mover o braço, dormência intensa
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS Central de Atendimento

CIDs Relacionados

R52 M75.82 G54.0 M54.2 M19.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.