contato@nztbr.com
cid dor lombar
CID-10

Dor lombar inespecífica

Dor lombar inespecífica

Resumo

Dor nas costas comuns; melhora com movimento e orientação

Identificação

Código Principal
M54.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dorsalgia
Nome em Inglês
Lower back pain
Outros Nomes
Dorsalgia • Lombalgia • Dor nas costas • Dor lombar • Lombalgia inespecífica
Siglas Comuns
Dorsalgia LB M54.5

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças musculoesqueléticas
Subcategoria
Dorsalgia e lombalgias
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta; dor lombar comum entre adultos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variados; comum entre adultos.
Faixa Etária Principal
adultos de meia-idade
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Sedentarismo Idade avançada Obesidade Trabalho repetitivo Fatores psicossociais
Tendência Temporal
Estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causas mecânicas prevalentes: esforço lombar e desgaste degenerativo
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste degenerativo das vértebras, irritação das facetas, compressão nervosa leve
Fatores de Risco
Sedentarismo Sobrepeso Tabagismo Trabalho repetitivo Fatores psicossociais
Fatores de Proteção
Exercícios regulares Postura correta Fortalecimento do core Hidratação e sono
Componente Genético
Contribuição genética moderada em algumas pessoas; não prediz dor.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor lombar localizada, típica, que piora com esforço
Sintomas Frequentes
Rigidez matinal breve
Dor ao tocar a região
Alívio com movimento leve
Dor que regressa com esforço
Melhora com fisioterapia
Dor ao sentar por longos períodos
Sinais de Alerta
  • Dor súbita após trauma
  • Fraqueza progressiva da perna
  • Incontinência urinária/fecal
  • Perda de sensibilidade genital
  • Febre com rigidez de nuca
Evolução Natural
Sem tratamento, dor pode tornar-se recorrente; melhora com atividade física e fisioterapia.
Complicações Possíveis
Dor crônica Limitação funcional Distúrbios do sono Dependência de analgésicos Impacto na qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica e exame; sinais de alarme ausentes; imagem apenas se indicado.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Creatinina Glicose TSH
Exames de Imagem
Radiografia lombar Ressonância magnética lombar Tomografia lombar
Diagnóstico Diferencial
  • Dor miofascial
  • Fibromialgia
  • Espondilose sem compressão
  • Radiculopatia sem compressão
  • Hérnia de disco
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas conforme acesso ao cuidado

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com educação, mobilidade e reabilitação.
Modalidades de Tratamento
1 Exercícios terapêuticos
2 Fisioterapia manual
3 Analgésicos não opioides
4 Terapia cognitivo-comportamental
5 Modalidades físicas
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Medicina de família Reabilitação
Tempo de Tratamento
Variável; semanas a meses conforme resposta
Acompanhamento
Retornos mensais até estabilizar; ajuste de exercícios

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico geralmente favorável com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Exercício regular
  • Boa adesão
  • Ausência de comorbidades graves
  • Resposta precoce ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor refratária
  • Radiculopatia persistente
  • Comorbidades graves
  • Sedentarismo constante
Qualidade de Vida
Pode reduzir temporariamente; melhora com exercícios e educação

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, atividade física regular, boa postura
Medidas Preventivas
Exercícios de fortalecimento do core
Alongamento diário
Ergonomia no trabalho
Pausas ativas
Atenção à dor aguda
Rastreamento
Avaliação clínica quando dor persiste; não há rastreamento específico

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior freq. em áreas com melhor acesso

Perguntas Frequentes

1 Dor lombar constante indica lesão grave?
Não necessariamente; muitas causas são benignas e melhoram com tratamento.
2 Quando fazer imagem radiológica?
Se houver sinais de alarme ou dor persistente (>6 semanas).
3 Posso fazer exercícios com dor?
Sim, sob orientação; movimento adequado facilita recuperação.
4 Como prevenir lombalgia?
Pratique atividade, ergometria correta e alongamentos diários.
5 Tratamento inicial recomendado?
Educação, mobilidade, fisioterapia e analgésicos simples se necessário.

Mitos e Verdades

Mito

dor lombar sempre exige cirurgia

Verdade

Voz de verdade: maioria melhora com manejo conservador.

Mito

repouso total cura a lombalgia

Verdade

manter movimento é fundamental para recuperação.

Mito

fisioterapia não ajuda

Verdade

fisioterapia costuma reduzir dor e melhorar função.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista ao iniciar dor lombar.
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Dor aguda pós trauma, fraqueza, incontinência, febre alta
Linhas de Apoio
SUS 136 Crônicas – 0800 970 1234 Centro de saúde local

CIDs Relacionados

M54.2 M54.6 M53.1 G89.4 M47.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.