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cid dor em ombros
CID-10

Dor no ombro, etiologia inespecífica

Dor no ombro

Resumo

Dor no ombro costuma ter origem em tendões ou bursas; melhora com fisioterapia.

Identificação

Código Principal
M25.50
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor no ombro inespecífica segundo ICD-10
Nome em Inglês
Shoulder pain, unspecified
Outros Nomes
dor no ombro • dor na região do ombro • dor do ombro não especificada • dor articular do ombro • dor no ombro sem causa definida
Siglas Comuns
DOR-OMB DO-OMB DOROMB

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético e tecido conjuntivo
Categoria Principal
Dor articular/esqueleto
Subcategoria
Dor inespecífica do ombro
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor no ombro afeta 2-4% da população global a cada ano, com maior variação por idade e ocupação.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; alta prevalência entre adultos ativos e trabalhadores.
Faixa Etária Principal
40-65 anos
Distribuição por Sexo
Predominância leve em mulheres
Grupos de Risco
Esportes de arremesso e levantamento Uso repetitivo do ombro Idade avançada Obesidade Diabetes
Tendência Temporal
Taxas estáveis com leve aumento por envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem comum: tendinopatia do manguito rotador, bursite subacromial ou desgaste articular sem trauma.
Mecanismo Fisiopatológico
Desgaste e inflamação dos tecidos do ombro, com dor ao movimento.
Fatores de Risco
Envelhecimento Uso repetitivo do ombro Obesidade Diabetes Síndrome do impacto Fatores ocupacionais
Fatores de Proteção
Exercícios de fortalecimento Postura ergonômica Acompanhamento regular Evitar sobrecarga
Componente Genético
Herança rara; não há padrão único.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no ombro, localizada ou difusa, piora com movimentos acima da cabeça.
Sintomas Frequentes
Dor ao levantar o braço
Dor ao deitar de lado
Rigidez matinal curta
Crepitação ao movimento
Inchaço local
Limitação de movimento
Sinais de Alerta
  • Dor intensa após trauma
  • Perda repentina de força
  • Dormência progressiva
  • Edema significativo
  • Deformidade visível
Evolução Natural
Sem tratamento pode haver rigidez e dor crescente, reduzindo atividades diárias.
Complicações Possíveis
Redução da amplitude Dor crônica Perda de força Capsulite adesiva Desalinhamento articular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame físico direcionado, apoio de imagem para confirmar lesões.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VS Fator reumatoide Anticorpos ANA
Exames de Imagem
Radiografia de ombro Ultrassom Ressonância magnética TC
Diagnóstico Diferencial
  • Tendinopatia do manguito
  • Artrite AC
  • Capsulite adesiva
  • Bursite subacromial
  • Lesão labral
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas com avaliação e imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Plano conservador com reabilitação, manejo da dor e retorno gradual.
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia com fortalecimento
2 Infiltrações guiadas
3 Analgésicos conforme necessidade
4 AINEs quando apropriado
5 Cirurgia apenas em refratariedade
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Radiologia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Duração depende da gravidade; rotina de reabilitação de semanas a meses.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 4-6 semanas com ajustes

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com tratamento adequado; dor pode persistir.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce de fisioterapia
  • Adesão ao tratamento
  • Ausência de comorbidades
  • Lesões tratadas adequadamente
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Lesões complexas
  • Baixa adesão
  • Dor neuropática
Qualidade de Vida
Pode reduzir tarefas diárias; reabilitação melhora função

Prevenção

Prevenção Primária
Ergonomia, alongamento e aquecimento antes de atividades.
Medidas Preventivas
Aquecimento adequado
Fortalecimento do manguito rotador
Postura correta
Pausa e variação de tarefas
Evitar movimentos dolorosos
Rastreamento
Check-ups clínicos periódicos para avaliar ROM e dor

Dados no Brasil

Variações regionais; dezenas a centenas por ano
Internações/Ano
Baixos; dor ombro rara como causa direta de morte
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste/Sul com maior densidade; Nordeste menor

Perguntas Frequentes

1 Dor no ombro pode significar algo grave?
Pode, mas geralmente é tratável com fisioterapia.
2 Quanto tempo leva para melhora com exercícios?
Melhora costuma ocorrer em 4-12 semanas com treino.
3 Quando é preciso imagem diagnóstico?
Imagens auxiliam quando há limitação ou trauma.
4 Dói apenas à noite, é sinal de algo grave?
Dor noturna pode ocorrer; avalie com profissional.
5 Posso voltar ao esporte imediatamente?
Retorne gradualmente sob orientação de especialista.

Mitos e Verdades

Mito

repouso sozinho cura tudo.

Verdade

fisioterapia e treino são essenciais.

Mito

cirurgia é primeira opção.

Verdade

cirurgia geralmente é refratária a tratamento conservador.

Mito

ombro dói apenas por culpa do médico.

Verdade

diagnóstico correto evita tratamentos desnecessários.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou ortopedista se dor durar mais de 2 semanas.
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com deformidade, dormência progressiva, ou fraqueza extrema
Linhas de Apoio
0800-611-6161 SUS 136 DisqueSaúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.