Dor em Membros
Dor nos membros
Resumo
Dor em membros é dor em braços ou pernas; pode ter causas simples ou graves; procure avaliação médica
Identificação
- Código Principal
- R52
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Dor inespecífica de membros segundo OMS
- Nome em Inglês
- Limb pain
- Outros Nomes
- dor nos membros • dor de membros • dor nos membros superiores • dor nos membros inferiores • dor de extremidades
- Siglas Comuns
- DOR_MBR MBR_DOR DOR_EXT
Classificação
- Capítulo CID
- Cap. IX - Doenças do aparelho musculoesquelético
- Categoria Principal
- Dor e distúrbios musculoesqueléticos
- Subcategoria
- Dor inespecífica de membros
- Tipo de Condição
- sindrome
- Natureza
- adquirida
- Gravidade Geral
- variável
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global incerta; muitos casos subnotificados; varia com idade e etiologia.
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais limitados; variação conforme regiões e acesso à assistência.
- Faixa Etária Principal
- Adultos de meia-idade a idosos
- Distribuição por Sexo
- Predominância variável, sem padrão único
- Grupos de Risco
- Idosos Pacientes com dor crônica Atletas com lesões Imobilizados Diabéticos
- Tendência Temporal
- Evolui de forma estável com variações regionais
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Origem multifatorial com componentes mecânicas e neuropáticas em membros
- Mecanismo Fisiopatológico
- Condução nervosa alterada, inflamação, edema e alterações mecânicas geram dor em membros
- Fatores de Risco
- Trauma anterior Imobilização prolongada Idade avançada Obesidade Atividade física de alto impacto Doenças sistêmicas
- Fatores de Proteção
- Atividade física regular Posturas ergonômicas Controle metabólico Educação em manejo da dor
- Componente Genético
- Contribuição genética moderada para predisposição, varia por etiologia
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor nos membros, aguda ou crônica, com limitação de movimento
- Sintomas Frequentes
-
Dor ao movimentoDor em repousoParestesiasEdema localFraquezaDificuldade de alcance
- Sinais de Alerta
-
- Dor súbita com trauma grave
- Perda de força súbita
- Febre alta com dor
- Edema intenso com calor
- Dor irradiada com fraqueza
- Evolução Natural
- Sem tratamento, pode progredir para dor crônica e incapacidade
- Complicações Possíveis
- Dor crônica persistente Perda de função Atrofia muscular Deformidade articular Limitacao de atividades
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História detalhada + exame físico; alinhamento com CID correspondente; exclusões
- Exames Laboratoriais
- Hemograma VHS PCR Glicemia Creatinina
- Exames de Imagem
- Radiografia RM Ultrassom Doppler Tomografia se indicado
- Diagnóstico Diferencial
-
- Fibromialgia
- Artrite infecciosa
- Neuropatia periférica
- Tendinopatia
- Artralgia inespecífica
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Varia conforme etiologia e acesso a exames
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio da dor e recuperação funcional por abordagem multidisciplinar
- Modalidades de Tratamento
-
1 Analgesia2 Fisioterapia3 Terapia ocupacional4 Exercícios progressivos5 Cirurgia quando indicada
- Especialidades Envolvidas
- Clínico geral Ortopedista Fisioterapeuta Neurologista Reumatologista
- Tempo de Tratamento
- Semanas a meses, conforme etiologia
- Acompanhamento
- Retornos a cada 4-8 semanas ou conforme evolução
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Melhora com tratamento adequado; dor crônica pode persistir
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Boa resposta inicial
- Adesão ao plano
- Diagnóstico precoce
- Reabilitação eficaz
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Dor crônica refratária
- Comorbidades
- Neuropatia extensa
- Incapacidade de mobilidade
- Qualidade de Vida
- Dor persistente reduz sono e atividades, melhora com manejo
Prevenção
- Prevenção Primária
- Promover saúde geral, evitar traumas, tratar condições que causam dor
- Medidas Preventivas
-
Alongamento diárioPostura ergonômicaAtividade física regularControle metabólicoNão fumar
Dados no Brasil
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.