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cid dor em mama
CID-10

Dor mamária inespecífica

Dor na mama

Resumo

Dor na mama é comum; costuma ser benigna e ligada a hormônios. Procure avaliação se sinais anormais surgirem.

Identificação

Código Principal
N64.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Mastalgia
Nome em Inglês
Mastalgia
Outros Nomes
Mastalgia • Dor mamária • Dor de mama • Dor no seio • Mamalgia
Siglas Comuns
N64.4 MAST

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Endócrino, Nutricional e Metabólico
Categoria Principal
Dor mamária e síndromes
Subcategoria
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global comum entre mulheres em idade fértil.
Prevalência no Brasil
Relatos frequentes em mulheres jovens; dados variam por região.
Faixa Etária Principal
20 a 50 anos
Distribuição por Sexo
Predominantemente mulheres; homens muito raros
Grupos de Risco
Mulheres em idade reprodutiva Uso de hormônios exógenos Síndrome pré-menstrual Gravidez/amamentação Estresse hormonal
Tendência Temporal
Varia com ciclos; tendência estável ao longo do tempo

Etiologia e Causas

Causa Principal
Variações hormonais cíclicas com sensibilidade mamária.
Mecanismo Fisiopatológico
Aumento do fluxo sanguíneo e maior sensibilidade nervosa na mama durante flutuações hormonais.
Fatores de Risco
Variações hormonais cíclicas Uso de anticoncepcionais hormonais Gravidez ou amamentação Estresse História familiar de dor mamária Exposição a hormônios exógenos
Fatores de Proteção
Acompanhamento médico regular Gestão adequada de hormônios Peso estável Hidratação e sono adequado
Componente Genético
Predisposição leve; não há herança única estabelecida.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor mamária cíclica ou contínua, sensibilidade ao toque.
Sintomas Frequentes
Dor cíclica ligada ao ciclo
Sensibilidade ao toque
Inchaço mamário temporário
Piora pré-menstrual
Melhora após a primeira metade do ciclo
Pouca relação com atividade física
Sinais de Alerta
  • Nódulo novo rapidamente aumentável
  • Descarga sanguinolenta
  • Dor intensa com febre
  • Assimetria mamária súbita
  • Pele vermelha quente com sinais sistêmicos
Evolução Natural
Pode seguir ciclos, ou melhorar com manejo; alguns quadros permanecem crônicos.
Complicações Possíveis
Dor crônica Ansiedade sobre câncer Impacto na qualidade de vida Problemas de sono Busca por exames repetidos

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese detalhada, exame mamário e avaliação de ciclo; excluir sinais de tumor; ajustar exames conforme idade.
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH/hormônios sexuais se indicado Prolactina se suspeita hiperprolactinemia PCR se infecção Casos específicos
Exames de Imagem
Mamografia Ultrassom mamário RM apenas se casos complexos Doppler em avaliação de inflamação
Diagnóstico Diferencial
  • Câncer de mama com nódulo suspeito
  • Infecção mamária
  • Fibroadenoma doloroso
  • Doenças da pele mamária
  • Gestação/atividade lactante
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo médio varia com acesso a serviços; geralmente semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem centrada no manejo da dor, educação sobre ciclo hormonal e autocuidado.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso (analgésicos leves)
2 Terapias hormonais somente se indicado
3 Fisioterapia/educação postural
4 Aconselhamento
5 Cirurgia apenas para massas suspeitas
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Clínico geral Mastologia Fisioterapia Oncologia (quando necessário)
Tempo de Tratamento
Duração depende da causa; acompanhamento de semanas a meses
Acompanhamento
Consultas regulares de seguimento; ajuste conforme resposta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom; dor tende a diminuir com manejo e ciclos hormonais.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida a medidas
  • Dor relacionada a ciclo moderada
  • Ausência de nódulo suspeito
  • Concordância com acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente sem resposta
  • Nódulo sólido novo
  • Descarga anormal persistente
  • Desencadeante câncer duvidoso
Qualidade de Vida
Pode permanecer boa com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Manter equilíbrio hormonal, alimentação saudável e sono adequado.
Medidas Preventivas
Acompanhamento médico regular
Controle de peso
Uso judicioso de hormônios
Autocuidado e autoconsulta mensal
Redução de cafeína, quando indicado
Rastreamento
Exames preventivos conforme idade e histórico familiar.

Dados no Brasil

Poucas internações diretas; maioria atendimentos ambulatoriais.
Internações/Ano
Óbitos atribuídos são raros; não relacionado a câncer na maioria.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia com acesso à saúde; áreas urbanas relatam mais diagnóstico.

Perguntas Frequentes

1 Dor na mama pode ser sinal de câncer?
A maioria não é câncer; porém diagnóstico correto exige avaliação médica se houver sinais suspeitos.
2 Trauma recente pode justificar dor?
Traumas podem provocar dor; procure avaliação se houver deformidade, sangramento ou febre.
3 Dores periódicas precisam de exames?
Nem sempre; se durar meses ou houver nódulo, é indicado exame clínico e, se necessário, imagem.
4 Quando iniciar mamografia?
Guia varia por idade e risco; médica orienta quando começar e repetição.
5 Como aliviar dor no cotidiano?
Use sutiã de suporte, compressas mornas, hidratação e siga orientações médicas; evite automedicação.

Mitos e Verdades

Mito

dor mamária sempre é câncer.

Verdade

dor mamária é comum e geralmente benigna; diagnóstico adequado é essencial.

Mito

cafeína é única causa.

Verdade

cafeína pode influenciar; ciclos hormonais costumam predominar.

Mito

câncer de mama dói nos estágios iniciais.

Verdade

câncer costuma não provocar dor inicial; atenção a nódulos e alterações.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Clínica de Mastologia ou Ginecologia para avaliação inicial
Especialista Indicado
Mastologista ou ginecologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se detectar nódulo novo, pele vermelha, febre ou dor súbita.
Linhas de Apoio
0800 saúde Disque SUS Central de atendimento materno

CIDs Relacionados

N64.4 R52 Z00.0 Z01.3 N60.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.