Dor anal inespecífica
Fissura anal
Resumo
Dor anal tem causas simples como fissura; higiene, fibra e agua ajudam
Identificação
- Código Principal
- K60.0
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Fissura anal
- Nome em Inglês
- Anal fissure
- Outros Nomes
- fissura do canal anal • rachadura anal • laceração anal • dor anal localizada
- Siglas Comuns
- FA Fiss. anal LCA
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo X - Doenças do aparelho digestivo
- Categoria Principal
- Doença do canal anal
- Subcategoria
- Fissura anal
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- aguda
- Gravidade Geral
- leve
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência mundial baixa; subdiagnóstico em serviços de saúde.
- Prevalência no Brasil
- Brasil acompanha padrão global, com lacunas de dados.
- Faixa Etária Principal
- Adultos 20-50 anos
- Distribuição por Sexo
- Proporção equilibrada entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- Constipação crônica Gestação Diabetes Idade avançada Obesidade Sedentarismo
- Tendência Temporal
- Estabilidade nos últimos anos com melhoria pela prevenção
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Trauma mínimo mucoso por evacuação dolorosa
- Mecanismo Fisiopatológico
- Rasgo da mucosa anal causa dor aguda com espasmo esfíncter
- Fatores de Risco
- Constipação crônica Esforço evacuação Gestação Diabetes Obesidade Sedentarismo
- Fatores de Proteção
- Fibra dietética Hidratação Higiene anal adequada Atividade física
- Componente Genético
- null
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor aguda na região anal, intensa durante evacuação
- Sintomas Frequentes
-
Dor ao evacuarSangramento levePruridoQueimaçãoEspasmo do esfíncter
- Sinais de Alerta
-
- Dor que persiste
- Febre com edema
- Abscesso perianal
- Sangramento intenso
- Quadro septicêmico
- Evolução Natural
- Pode evoluir para fissura crônica sem tratamento
- Complicações Possíveis
- Fissura crônica Espasmo esfíncter Abscesso Infecção local Cicatriz dolorosa
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Exame físico com inspeção; anorectal; anoscopia se necessário
- Exames Laboratoriais
- Hemograma CRP Ferritina Urina Proteína C reativa
- Exames de Imagem
- Anuscopia Retossigmoidoscopia Ultrassom anal RM pelve
- Diagnóstico Diferencial
-
- Hemorroidas simples
- Dermatite perianal
- Abscesso
- DII
- Neoplasia anal
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Horas a dias desde início dos sintomas
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio da dor, evacuação facilitada, fibra e higiene anal
- Modalidades de Tratamento
-
1 Dieta rica em fibras2 Banho de assento morno3 Topical anestésico4 Nitroglicerina tópica5 Cirurgia se refratária
- Especialidades Envolvidas
- Proctologia Clínica Geral Gastroenterologia Nutrição Fisioterapia pélvica
- Tempo de Tratamento
- Semanas a meses, conforme evolução
- Acompanhamento
- Retornos em 4-6 sem; monitorar dor e progresso
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Bom com manejo adequado; recidiva ligada a constipação
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Fibra adequada
- Evitar constipação
- Higiene anal
- Tratamento precoce
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Constipação crônica
- Esforço evacuação
- Reticência a buscar ajuda
- Infecção local
- Qualidade de Vida
- Impacto moderado durante episódios dolorosos
Prevenção
- Prevenção Primária
- Hidratação, fibra, evacuação regular, higiene adequada
- Medidas Preventivas
-
Fibra diáriaHidrataçãoEvitar esforço excessivoTratamento precoce de fissurasAtenção a diarreia ou constipação
- Rastreamento
- null
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
dor anal sempre indica câncer
causas comuns são fissura ou hemorroida
mito_2: banho morno cura tudo
alívio temporário; não substitui tratamento
mito_3: sangramento é sempre emergência
precisa avaliação, pode ser simples ou grave
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Primeiro atendimento ou clínica de proctologia
- Especialista Indicado
- Proctologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor aguda com febre, edema, sangramento intenso
- Linhas de Apoio
- 0800-123-456 152
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.