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cid dor
CID-10

Dor inespecífica

Dor geral

Resumo

Dor é desconforto; entender causas ajuda buscar cuidado.

Identificação

Código Principal
R52
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor não especificada
Nome em Inglês
Pain, unspecified
Outros Nomes
Dor não localizada • Dor inespecífica • Dor geral
Siglas Comuns
DOR DOL DOR-NS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas e sinais clínicos não classificados
Categoria Principal
Grupo de sintomas dolorosos
Subcategoria
Dor geral
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dor é comum; dor crônica afeta parcela significativa da população global.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; dor crônica é comum, com variação por acesso a tratamento.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos predominam
Distribuição por Sexo
Distribuição entre sexos é semelhante, dependendo da etiologia
Grupos de Risco
Idosos Doentes crônicos Pacientes acidentados Trab. sedentários Populações vulneráveis
Tendência Temporal
Tende a permanecer estável no curto prazo; o aumento acompanha doenças crônicas.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Vínculo multifatorial entre lesões, inflamação, estresse e fatores emocionais
Mecanismo Fisiopatológico
Nocicepção e modulação central com alterações inflamatórias
Fatores de Risco
Idade avançada Sedentarismo Obesidade Uso prolongado de analgésicos Doenças crônicas Estresse psicológico
Fatores de Proteção
Exercício regular Sono de qualidade Hidratação Vida social estável
Componente Genético
Contribuição genética moderada para dor crônica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queixa principal é dor percebida, com variação de local, intensidade e qualidade
Sintomas Frequentes
Dor persistente
Irradiação a membros
Sensibilidade ao toque
Rigidez articular
Dificuldade para dormir
Fadiga relacionada à dor
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa com início rápido
  • Fraqueza progressiva
  • Perda de sensibilidade
  • Dor que piora com febre
  • Alteração de consciência
Evolução Natural
Sem tratamento, pode tornar-se crônica com flutuações
Complicações Possíveis
Insônia Depressão Redução de mobilidade Uso indevido de analgésicos Isolamento social

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame e exclusão de causas graves; uso de escalas
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/ESR Função tireoidiana Marcadores inflamatórios Glicemia
Exames de Imagem
Raio-X Ultrassom Tomografia Ressonância Magnética
Diagnóstico Diferencial
  • Dor visceral
  • Dor referida
  • Dor neuropática complexa
  • Fibromialgia
  • Artrite
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia pela etiologia; dor crônica pode levar meses até diagnóstico completo

Tratamento

Abordagem Geral
Plano multimodal com educação, atividade física, manejo da dor e suporte psicossocial
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos
2 Fisioterapia
3 Terapias manuais
4 Intervenções não farmacológicas
5 Cirurgia quando indicado
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Neurologista Fisioterapeuta Psicólogo Anestesiologista
Tempo de Tratamento
Duração varia por etiologia; acompanhamento pode ser de meses
Acompanhamento
Retornos regulares a cada 1-3 meses para ajuste

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da etiologia; dor crônica pode ter courses estáveis com tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Identificação precoce
  • Tratamento adequado
  • Engajamento do paciente
  • Rede de apoio
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor refratária
  • Comorbidades
  • Uso inadequado de analgésicos
  • Isolamento social
Qualidade de Vida
Dor persistente reduz atividades, sono e bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Manter atividade física, boa postura e sono adequado
Medidas Preventivas
Exercícios
Ergonomia
Hidratação
Alimentação balanceada
Gestão do estresse
Rastreamento
Rastreamento depende da etiologia; não substitui avaliação clínica

Dados no Brasil

Varia pela etiologia; não há cifra única
Internações/Ano
Dor não é causa isolada de óbito
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais altos em regiões com população idosa e acesso

Perguntas Frequentes

1 Por que algumas dores não parecem ter lesão visível?
Lesões pequenas podem causar dor; nervos e cérebro participam da sensação.
2 Como a dor é medida?
Escalas simples, como 0 a 10, ajudam a quantificar a dor.
3 Dor neuropática requer tratamento específico?
Pode exigir fármacos especiais e abordagens nervosas direcionadas.
4 É possível prevenir dor crônica?
Atividade regular, sono e manejo do estresse ajudam a prevenir.
5 Qual a frequência de retorno ao médico?
Depende da etiologia; evolui conforme o plano terapêutico.

Mitos e Verdades

Mito

dor sempre indica lesão grave

Verdade

dor pode ocorrer sem lesão grave visível

Mito

repouso total cura rápido

Verdade

movimento suave facilita recuperação

Mito

analgésicos viciam sempre

Verdade

uso supervisionado evita dependência

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com médico; procure serviço de dor se persistir
Especialista Indicado
Neurologista ou anestesiologista com foco em dor
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, dificuldade respiratória ou confusão
Linhas de Apoio
SUS 136 Linha de apoio 0800 Central de apoio emocional

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.