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cid discopatia lombar
CID-10

Discopatia lombar

Dor lombar por desgaste discal

Resumo

Dor lombar por desgaste discal; diagnóstico por imagem confirma; tratamento foca em função.

Identificação

Código Principal
M51.36
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doença degenerativa do disco lombar segundo OMS
Nome em Inglês
Lumbar intervertebral disc disease
Outros Nomes
Degeneração de disco lombar • Doença do disco lombar • Discopatia lombar crônica • Estenose discal lombar • Dor lombar degenerativa
Siglas Comuns
DDD IDD LDD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças da coluna vertebral
Subcategoria
Discopatias lombares
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estima-se alta prevalência mundial entre adultos com dor lombar crônica.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais são limitados; contexto similar ao global.
Faixa Etária Principal
Adultos de 30 a 60 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres de forma parecida; leve predomínio feminino em algumas séries
Grupos de Risco
Sedentarismo Tabagismo Obesidade Trauma lombar Esforço físico repetitivo
Tendência Temporal
Detecção precoce com fisioterapia; tendência estável.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Degeneração discal com desidratação do núcleo e fissuras anulares
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração do disco leva a desidratação, fissuras e protusão que irrita raízes nervosas
Fatores de Risco
Idade avançada Sedentarismo Obesidade Tabagismo Hipermobilidade Trauma repetitivo
Fatores de Proteção
Exercício regular Postura adequada Fortalecimento do core Redução de peso
Componente Genético
Influência genética moderada; início precoce em alguns indivíduos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor lombar persistente com radiculopatia em alguns casos
Sintomas Frequentes
Dor lombar que piora ao flexionar
Radiculopatia em membros inferiores
Rigidez matinal curta
Melhora com repouso curto
Dor crônica progressiva
Fadiga causada pela dor
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita de membros
  • Incontinência urinária/fecal
  • Perda de sensibilidade perineal
  • Dor aguda com febre
  • Piora progressiva com febre
Evolução Natural
Sem tratamento, dor pode persistir; com manejo, melhora funcional é comum.
Complicações Possíveis
Radiculopatia persistente Dor crônica Declínio funcional Instabilidade lombar Síndrome facetária

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor com tempo crônico, imagem com degeneração discal e/ou hérnia
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Velocidade de hemossedimentação Proteína C-reativa IgG/IgM para infecção Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
RM lombar com sequências de disco TC lombar Radiografia lombar Cintilografia óssea
Diagnóstico Diferencial
  • Dor musculoesquelética local
  • Estenose lombar leve
  • Hérnia de disco sem radiculopatia
  • Fibromialgia
  • Dor facetária
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de semanas a meses com avaliação clínica e imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, melhoria da função com exercícios, fisioterapia e educação terapêutica.
Modalidades de Tratamento
1 Medicação analgésica
2 Fisioterapia
3 Infiltração epidural
4 Cirurgia apenas se indicado
5 Terapias diferenciais
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Varia conforme severidade; monitoramento mensal inicial.
Acompanhamento
Retornos a cada 1-3 meses; ajustar plano conforme resposta.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente boa com manejo; dor pode persistir, depende de adesão.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Fisioterapia regular
  • Pouca dor inicial
  • Boa saúde geral
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor refratária
  • Ausência de reabilitação
  • Comorbidades relevantes
  • Cirurgia precoce
Qualidade de Vida
Pode diminuir temporariamente; com manejo adequado, muitas atividades retornam.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso adequado, atividade física regular, postura correta.
Medidas Preventivas
Alongamento diário
Fortalecimento do core
Pausas ativas no trabalho
Ergonomia
Hidratação
Rastreamento
Avaliação clínica guiada por sintomas; não há rastreamento universal

Dados no Brasil

>10 mil/ano
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais incidência nas regiões com envelhecimento populacional e acesso

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais da discopatia lombar?
Dor lombar com irradiação; imagem confirma degeneração/disc herniation.
2 Cirurgia é sempre necessária?
Não; depende de gravidade, resposta a tratamentos conservadores.
3 O diagnóstico depende apenas de exames de imagem?
Não; exige avaliação clínica, história e resposta a tratamento.
4 Como prevenir a discopatia lombar?
Manter peso, atividade física, boa postura e ergonomia no trabalho.
5 Qualidade de vida após tratamento?
Melhora com manejo adequado; muitos retomam atividades normais.

Mitos e Verdades

Mito

Descansar por dias cura a discopatia

Verdade

Movimento controlado reduz dor e melhora função

Mito

Cirurgia rápida corrige tudo

Verdade

Tratamento é multimodal; cirurgia é última opção

Mito

Dor lombar sempre piora com idade

Verdade

Muitos pacientes melhoram com reabilitação adequada

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família, ortopedista ou fisiatra ao primeiro sinal
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, incontinência, piora rápida da dor
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 TeleAtende

CIDs Relacionados

M51.2 M51.26 M54.5 M99.9 M47.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.