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cid discopatia
CID-10

Discopatia da Coluna

Discopatia cervical comum

Resumo

Disco cervical: desgaste do disco que causa dor no pescoço, com tratamento que prioriza movimento.

Identificação

Código Principal
M50.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doenças da coluna cervical por discopatia degenerativa segundo OMS
Nome em Inglês
Cervical Disc Disease
Outros Nomes
Hérnia de disco cervical • Doença do disco • Degeneração discal cervical • Desgaste discal cervical • Discopatia degenerativa cervical
Siglas Comuns
MCD HDC DDC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças da coluna vertebral e alterações osteomusculares
Categoria Principal
Doenças da coluna
Subcategoria
Discopatia cervical
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada; aumenta com idade e fatores de estilo de vida.
Prevalência no Brasil
Brasil: comum em adultos de meia-idade; dados variam por região.
Faixa Etária Principal
40 a 65 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em homens, com crescimento com a idade
Grupos de Risco
Idade avançada Tabagismo Sedentarismo Uso prolongado de computadores Obesidade
Tendência Temporal
Aumento gradual com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste degenerativo do disco intervertebral com queda de água do núcleo pulposo
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração do disco leva a redução de água e altura, gerando dor e compressão nervosa.
Fatores de Risco
tabagismo obesidade sedentarismo uso prolongado de telas postura inadequada traumas repetitivos
Fatores de Proteção
atividade física regular ergonomia controle de peso paradas ativas no trabalho
Componente Genético
Contribuição genética moderada; alguns casos apresentam predisposição herdada.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor cervical com rigidez e diminuição da mobilidade, às vezes irradiando para ombro.
Sintomas Frequentes
dor cervical persistente
rigidez matinal
dor irradiada para ombro
formigamento no braço
dor ao virar o pescoço
dor ao tocar pescoço
Sinais de Alerta
  • fraqueza súbita
  • perda de sensibilidade prolongada
  • dor torácica aguda com sinais sistêmicos
  • dificuldade de coordenação
  • incontinência
Evolução Natural
Sem tratamento, dor pode tornar-se crônica e limitar atividades diárias.
Complicações Possíveis
dor crônica radiculopatia permanente déficit neurológico persistente compressão medular redução da mobilidade

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame neurológico e confirmação por RMN/TC; exclusão de outras causas.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS bioquímica marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
RMN cervical TC de coluna radiografia de pescoço mielografia (quando necessário)
Diagnóstico Diferencial
  • Espondilose cervical
  • Radiculopatia por outra causa
  • Hérnia de disco torácica
  • Tumor vertebral
  • Doença neural periférica
Tempo Médio para Diagnóstico
Semanal a meses, dependendo do acesso a imagem.

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor e melhoria de função via fisioterapia, exercises, ergonomia e educação.
Modalidades de Tratamento
1 fisioterapia
2 analgésicos
3 anti-inflamatórios
4 infiltrações
5 cirurgia se necessário
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Neurologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Varia de semanas a meses conforme resposta.
Acompanhamento
Consultas 4–8 semanas; reavaliação clínica e de imagem quando indicado.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Pode haver melhora com tratamento multidisciplinar; dor pode permanecer controlada.
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão ao tratamento
  • fisioterapia regular
  • ausência de déficits neurológicos
  • jovialidade relativa
Fatores de Mau Prognóstico
  • dor persistente
  • déficit neurológico progressivo
  • radiculopatia grave
  • comorbidades não controladas
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve; melhora com tratamento adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Práticas de ergonomia, exercícios regulares e controle de peso ajudam a reduzir dor.
Medidas Preventivas
ergonomia no trabalho
fortalecimento muscular
alongamento diário
pausas ativas
atividade aeróbica
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Centenas de internações atribuídas à coluna cervical.
Internações/Ano
Baixa mortalidade relacionada à discopatia cervical.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos onde há acesso a imagem; desigualdades regionais.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam discopatia cervical?
Dor no pescoço com rigidez, ombro e radiculopatia são comuns.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica e RMN ou TC; imagens ajudam a confirmar.
3 É possível curar?
Dor controlável; melhora com fisioterapia e hábitos saudáveis; cura total nem sempre.
4 Como prevenir?
Boa postura, exercícios, peso estável e pausas no trabalho.
5 Quando operar?
Cirurgia indicada se déficit neurológico grave ou falha do tratamento conservador.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura discopatia rapidamente

Verdade

tratamento multidisciplinar melhora dor e função; cirurgia apenas se necessário.

Mito

cirurgia é sempre a primeira linha

Verdade

Cirurgia é último recurso, depois de tentar conservador.

Mito

discopatia cervical afeta apenas idosos

Verdade

pode ocorrer em adultos de meia idade.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure UBS, ortopedia ou fisiatria para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra.
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se fraqueza súbita, dificuldade de caminhar, ou alterações sensoriais.
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de Regulação Ligue 188

CIDs Relacionados

M50.1 M50.2 M50.9 M99.3 M96.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.