Diminuição da acuidade auditiva
Baixa de audição
Resumo
Perda auditiva é queda da percepção sonora; causas e tratamentos variam.
Identificação
- Código Principal
- R49.0
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Perda de audição — nomenclatura OMS
- Nome em Inglês
- Hearing loss
- Outros Nomes
- Hipoacusia • Redução auditiva • Surdo parcial • Perda auditiva leve • Diminuição da audição
- Siglas Comuns
- HA HL H.AUD
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo VIII - Doenças do ouvido e mastoide
- Categoria Principal
- Doenças da audição
- Subcategoria
- Tipo de Condição
- sintoma
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam alta prevalência de perda auditiva, especialmente entre idosos.
- Prevalência no Brasil
- Brasil tem parcela expressiva de idosos com hiato auditivo; dados variam por estudo.
- Faixa Etária Principal
- Acima de 60 anos
- Distribuição por Sexo
- Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- Idosos Exposição a ruído ocupacional Uso frequente de fones Infecções otológicas prévias Diabetes
- Tendência Temporal
- Aumento com envelhecimento populacional e maior exposição a ruídos.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Origem multifatorial, envolvendo danos sensoriais, condutivos e neurossensoriais.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Dano de células ciliadas, alterações neuralizadas e do fluxo de som
- Fatores de Risco
- Envelhecimento Ruído ocupacional Tabagismo Diabetes Doenças cardiovasculares Uso de fármacos ototóxicos
- Fatores de Proteção
- Proteção acústica Vacinação adequada Gerenciamento de doenças crônicas Exames auditivos regulares
- Componente Genético
- Predisposição genética moderada para algumas formas de perda auditiva
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Queda auditiva percebida, especialmente em ruído.
- Sintomas Frequentes
-
Dificuldade em ouvir em ambientes barulhentosDificuldade em entender conversaZumbidoSensação de ouvido entupidoPercepção de som abafadoSolicitar repetição
- Sinais de Alerta
-
- Perda auditiva súbita
- Dor intensa
- Secreção purulenta
- Paralisia facial súbita
- Tontura com queda
- Evolução Natural
- Sem tratamento, pode progredir lentamente ou estabilizar, conforme causa.
- Complicações Possíveis
- Dificuldade de comunicação Isolamento social Transtornos de sono Depressão leve Risco de quedas
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História, exame otoscópico e audiometria tonal/verbal definem o diagnóstico.
- Exames Laboratoriais
- Não específicos Avaliação de comorbidades Exames metabólicos
- Exames de Imagem
- Otoscopia detalhada Timpanometria TC osso temporal RM vestibulococlear
- Diagnóstico Diferencial
-
- Perda condutiva isolada
- Perda neurossensorial por idade
- Doença de Ménière
- Tumor do VIII nervo
- Otite média crônica
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Varia de meses a anos conforme acesso à saúde.
Tratamento
- Abordagem Geral
- Abordagem multidisciplinar, tratar causa, reabilitar comunicação, preservar audição.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Aparelhos auditivos2 Implante coclear3 Tratamento médico de causas4 Terapia de leitura labial5 Reabilitação auditiva
- Especialidades Envolvidas
- Otorrinolaringologista Foniatra Audiologista Psicólogo Fisioterapeuta da fala
- Tempo de Tratamento
- Tempo variável; aparelhos ajudam rapidamente, reabilitação gradual.
- Acompanhamento
- Consulta audiológica a cada 6-12 meses; ajuste de aparelhos.
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Depende da etiologia; muita gente mantém boa qualidade de vida com tratamento.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Detecção precoce
- Gravidade inicial baixa
- Adesão à reabilitação
- Tratamento da causa
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Perda súbita não tratada
- Idade avançada
- Exposição contínua a ruído
- Doenças otológicas recorrentes
- Qualidade de Vida
- Impacto na interação social e autonomia; reabilitação melhora.
Prevenção
- Prevenção Primária
- Proteção auditiva, vacinação, manejo de infecções otológicas.
- Medidas Preventivas
-
Protetores auricularesReduzir ruído no ambienteCheque audiométrico regularEvitar fones em volumes perigososTratar infecções rapidamente
- Rastreamento
- Triagem auditiva em grupos de alto risco.
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
ruído não causa dano se parece ouvir bem.
Dano pode ocorrer silenciosamente; proteção é essencial.
só idosos ficam surdos.
Pode ocorrer em qualquer idade; fatores multiplicam o risco.
aparelhos atrasam a recuperação natural.
Aparelhos ajudam a comunicação sem prejudicar saúde auditiva.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Primeiro passo é procurar otorrino ou audiologista.
- Especialista Indicado
- Otorrinolaringologista ou Audiologista.
- Quando Procurar Emergência
- Perda súbita, tontura intensa ou dor severa.
- Linhas de Apoio
- SUS 136 Central de Saúde Auditiva Disque Saúde
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.