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cid diabete descompensada
CID-10

Diabetes mellitus descompensada

diabetes descompensada

Resumo

Diabetes descompensada exige hidratação, monitoramento e manejo de causas.

Identificação

Código Principal
E11.65
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Diabetes mellitus tipo 2 com descompensação hiperglicêmica, estado agudo
Nome em Inglês
Type 2 diabetes with hyperglycemic state
Outros Nomes
diabetes descompensado • hiperglicemia aguda • estado hiperglicêmico • diabetes com descontrole • descompensação glicêmica
Siglas Comuns
DH HHS CAD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas
Categoria Principal
Diabetes mellitus
Subcategoria
Diabetes mellitus tipo 2 com descompensação
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Diabetes tipo 2 com descompensação ocorre em milhões globalmente, maior entre idosos e com comorbidades.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta prevalência de DM2 com descompensação, especialmente em regiões com acesso limitado à saúde.
Faixa Etária Principal
Idade adulta 40 a 79 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente afetados
Grupos de Risco
obesidade sedentarismo história familiar de DM idade avançada gestação com DM gestacional
Tendência Temporal
Aumento gradual no mundo; envelhecimento e obesidade mantêm pressão

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desbalanceamento metabólico com deficiência relativa de insulina e resistência à insulina.
Mecanismo Fisiopatológico
Deficiência relativa de insulina com glicose elevada; gliconeogênese hepática aumentada
Fatores de Risco
obesidade sedentarismo história familiar idade avançada resistência à insulina fatores socioeconômicos
Fatores de Proteção
atividade física regular dieta equilibrada controle glicêmico estável abstinência de tabaco
Componente Genético
Herança multifatorial com predisposição à obesidade e DM

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sede intensa com poliúria e emagrecimento sem explicação.
Sintomas Frequentes
sede intensa
urina em grande volume
emagrecimento
fadiga
visão turva
infecções recorrentes
Sinais de Alerta
  • desidratação severa
  • confusão mental
  • dor no peito
  • fraqueza súbita
  • sinais de coma
Evolução Natural
progressão para desidratação e cetose se não houver manejo; melhora com tratamento
Complicações Possíveis
desidratação grave cetoacidose coma hiperglicêmico insuficiência renal aguda infecções profundas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
glicose elevada, cetonas positivas ou acidose; ou glicose >600 com osmolaridade alta
Exames Laboratoriais
glicose sanguínea corpos cetônicos pH arterial bicarbonato eletrólitos
Exames de Imagem
ultrassom abdominal radiografia de tórax se suspeita de infecção
Diagnóstico Diferencial
  • CAD
  • HHS
  • infecção grave
  • hipoglicemia induzida
  • doenças endócrinas
Tempo Médio para Diagnóstico
horas a dias; diagnóstico rápido com sinais clínicos

Tratamento

Abordagem Geral
hidratação IV, reposição de potássio, correção glicêmica, monitorização constante
Modalidades de Tratamento
1 reposição de fluidos IV
2 insulinoterapia IV
3 reposição de potássio
4 controle glicêmico
5 tratar infecção se presente
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Urgência Nefrologia Nutrição Enfermagem
Tempo de Tratamento
variável; até estabilização metabólica
Acompanhamento
seguimento com equipe multiprofissional, ajuste de insulina e dieta

Prognóstico

Prognóstico Geral
perspectiva de controle com manejo adequado; menor risco com adesão
Fatores de Bom Prognóstico
  • início precoce do tratamento
  • boa adesão
  • controle glicêmico estável
  • ausência de infecção grave
Fatores de Mau Prognóstico
  • desidratação severa
  • comorbidades graves
  • demora no tratamento
  • falha no monitoramento
Qualidade de Vida
impacto significativo, porém melhor com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
manter peso estável, alimentação balanceada, atividade física regular
Medidas Preventivas
redução de açúcares simples
controle de calorias
atividade física
evitar tabaco
monitoramento diário de glicose
Rastreamento
check-ups glicêmicos anuais; HbA1c a cada 3 meses na descompensação

Dados no Brasil

centenas de milhares de internações anuais
Internações/Ano
milhares de óbitos anuais relacionados
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
maior concentração no sudeste; desigualdades regionais

Perguntas Frequentes

1 Diabetes descompensada é grave?
Pode ser grave; tratamento rápido estabiliza glicose e fluidos.
2 Preciso de internação sempre?
Não sempre; depende da gravidade e do acesso ao monitoramento.
3 Dói muito para diagnosticar?
Exames simples como glicose ajudam a confirmar rapidamente.
4 Posso prevenir descompensação?
Adotar dieta estável e atividade física reduz risco.
5 Qual é o papel da HbA1c?
Mostra controle glicêmico dos últimos meses.

Mitos e Verdades

Mito

descompensação ocorre apenas em idosos

Verdade

pode surgir em adultos de qualquer idade

Mito

alimentação não influencia

Verdade

ritmo alimentar determina açúcar sanguíneo

Mito

diabetes é cura rápida

Verdade

controle contínuo evita complicações

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure unidade de saúde mais próxima ou pronto atendimento
Especialista Indicado
endocrinologista
Quando Procurar Emergência
dor torácica, confusão, desmaio, vômitos persistentes
Linhas de Apoio
Disque Saúde Linha de Apoio Diabetes

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.