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cid desvio de septo
CID-10

Desvio de septo nasal

Desvio de septo nasal

Resumo

Desvio do septo nasal é desalinhamento da parede interna do nariz causando obstrução.

Identificação

Código Principal
J34.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Deviated nasal septum
Nome em Inglês
Deviated nasal septum
Outros Nomes
desvio nasal • desvio do septo • septum nasal torto • nariz desviado • obstrução nasal por septo
Siglas Comuns
DNS DNSN DNS septo

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do nariz e seios paranasais
Categoria Principal
Doenças do nariz e seios paranasais
Subcategoria
Obstrução nasal por desvio de septo
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada, variação com diagnóstico e população.
Prevalência no Brasil
Ocorrência comum em adultos, com variação regional e acesso à avaliação.
Faixa Etária Principal
Adultos entre 20 e 60 anos
Distribuição por Sexo
Distribuição quase igual entre homens e mulheres
Grupos de Risco
adultos com desvio nasal congênito trauma nasal passado rinite alérgica crônica polipose nasal dificuldade respiratória preexistente
Tendência Temporal
Tendência estável ao longo dos anos, variação depende de diagnóstico e acesso.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desvio anatômico do septo nasal, geralmente congênito ou após trauma.
Mecanismo Fisiopatológico
Desvio septal cria obstrução nasal; fluxo entra irregularmente, levando à congestão.
Fatores de Risco
trauma nasal anatomia nasal estreita obstrução crônica rinite alérgica polipose nasal uso de tabaco
Fatores de Proteção
higiene nasal adequada tratamento de alergias eficaz evitar trauma nasal cirurgia corretiva quando indicado
Componente Genético
Contribuição genética possível em alguns indivíduos; não determina o desvio.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Desvio nasal resulta em obstrução do fluxo de ar.
Sintomas Frequentes
obstrução nasal
respiração bucal
ronco
dor facial leve
cefaleia frontal
congestão persistente
Sinais de Alerta
  • sangramento nasal intenso
  • dor facial súbita
  • febre alta com piora rápida
  • fraqueza facial súbita
  • dor ocular intensa
Evolução Natural
Pode piorar sem tratamento, com obstrução nasal persistente.
Complicações Possíveis
sinusite crônica cefaleias frequentes obstrução persistente ronco importante alteração olfativa

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, rhinoscopia e, se necessário, tomografia facial.
Exames Laboratoriais
não específicos exames sanguíneos com função geral
Exames de Imagem
tomografia facial radiografia nasal endoscopia com imagem RM apenas se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • rinite alérgica
  • sinusite crônica
  • polipose nasal
  • rinite vasomotora
  • tumor nasal
Tempo Médio para Diagnóstico
dias a semanas, conforme gravidade e acesso ao atendimento

Tratamento

Abordagem Geral
Reduzir obstrução, melhorar respiração e qualidade de vida com medidas não invasivas ou cirurgia.
Modalidades de Tratamento
1 medicamentoso
2 manejo de alergias
3 sprays corticosteroides nasais
4 septoplastia
5 reabilitação nasal
Especialidades Envolvidas
otorrinolaringologista fisioterapeuta respiratório cirurgião plástico nasal alergologista clínico geral
Tempo de Tratamento
depende da gravidade; semanas a meses; cirurgia conforme indicação
Acompanhamento
consultas de follow-up a cada 3-6 meses até estabilização

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva favorável com tratamento adequado; qualidade de vida tende a melhorar.
Fatores de Bom Prognóstico
  • grau leve de obstrução
  • boa resposta ao spray nasal
  • bom ajuste cirúrgico
  • acompanhamento adequado
Fatores de Mau Prognóstico
  • trauma não tratado
  • comorbidades graves
  • inflamação crônica mal controlada
  • desvio muito severo
Qualidade de Vida
melhora respiratória tende a aumentar sono e bem-estar geral

Prevenção

Prevenção Primária
evitar trauma nasal, tratar alergias e manter higiene nasal
Medidas Preventivas
protetor nasal em esportes
tratar rinite alérgica
evitar poluentes
higiene nasal diária
consulta regular
Rastreamento
avaliação clínica quando houve obstrução persistente; não há rastreio específico

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais; depende da gravidade.
Internações/Ano
Óbitos são raros; não é condição de alto risco vital.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior concentração de serviços em áreas urbanas; desigualdade.

Perguntas Frequentes

1 Dói respirar com desvio todo dia?
Pode ocorrer; diagnóstico e tratamento variam por gravidade.
2 Quais tratamentos existem?
Medidas simples, sprays nasais; cirurgia em casos indicados.
3 Como é feito o diagnóstico?
Exame nasal, endoscopia e, às vezes, tomografia.
4 Pode evitar cirurgia?
Tratamentos conservadores ajudam, mas desvio severo pode exigir cirurgia.
5 Qual é o prognóstico?
Boa maioria tem melhora significativa com manejo adequado.

Mitos e Verdades

Mito

cirurgia é sempre a única solução.

Verdade

nem todo caso precisa de cirurgia; manejo varia.

Mito

desvio melhora sozinho com tempo.

Verdade

alguns desvios permanecem estáveis sem cirurgia artificial.

Mito

só pessoas com rinite passam pelo problema.

Verdade

desvio pode ocorrer sem rinite, por trauma ou genética.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou otorrino com queixa de obstrução nasal
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, dificuldade respiratória, dor facial forte
Linhas de Apoio
DisqueSaúde 136 SUS Central 0800-702-1514 Telefone da prefeitura local

CIDs Relacionados

J34.2 J34.1 R09.81

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.