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cid desnutricao
CID-10

Desnutricao

Desnutricao proteico-calorica

Resumo

Desnutricao: queda de peso pela falta de calorias/proteinas; tratavel com dieta adequada.

Identificação

Código Principal
E46
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Desnutricao proteico-calorica nao especificada (CID E46)
Nome em Inglês
Protein-Energy Malnutrition
Outros Nomes
Desnutricao grave • Desnutricao proteica • Desnutricao calorica • Baixa massa corporal por desnutricao • Desnutricao cronica
Siglas Comuns
PCM DESN E46

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas
Categoria Principal
Desnutrição e distúrbios nutricionais
Subcategoria
Desnutricao proteico-calorica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam milhões de pessoas com desnutrição, sobretudo em países com baixa renda.
Prevalência no Brasil
Persistem subnutrição em áreas vulneráveis; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Crianças pequenas, adolescentes e idosos em maior risco
Distribuição por Sexo
Proporção similar entre homens e mulheres, com variações locais
Grupos de Risco
Pobreza extrema Insegurança alimentar Doencas crônicas Baixo acesso a saude Infecção recorrente
Tendência Temporal
Varia por políticas de alimentação; geralmente estabilizada com programas de saude

Etiologia e Causas

Causa Principal
Ingesta insuficiente de calorias e proteinas, associada a doenças ou absorção ruim.
Mecanismo Fisiopatológico
Deficiência energética proteica leva a perda de massa, edema e alterações metabólicas.
Fatores de Risco
Pobreza extrema Insegurança alimentar Doencas crônicas Baixo acesso a saude Gestação Idade avançada
Fatores de Proteção
Aleitamento materno exclusivo Alimentação equilibrada Acesso a serviços de saude Higiene alimentar
Componente Genético
Influência genética limitada; ambiente e nutrição têm maior peso.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda de peso progressiva e atraso no crescimento.
Sintomas Frequentes
Perda de peso
Atraso no crescimento
Baixa massa muscular
Fadiga
Edema aparece em alguns casos
Irritabilidade
Sinais de Alerta
  • Perda de peso rápida
  • Edema generalizado
  • Letargia
  • febre persistente
  • dor abdominal persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, progressão lenta com piora do ganho e maior risco de infecções.
Complicações Possíveis
Infecções graves Atraso do crescimento Imunossupressão Anemia

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação antropométrica, peso, altura, curvas de crescimento e história alimentar.
Exames Laboratoriais
Hemograma Proteinas totais e albumina Perfil de micronutrientes Eletrólitos Ferritina
Exames de Imagem
Avaliação clínica; imagem não é requisito Ultrassom em casos específicos
Diagnóstico Diferencial
  • Doenças inflamatórias
  • Câncer
  • Distúrbios de absorção
  • Distúrbios metabólicos
  • Anorexia nervosa
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo de diagnóstico varia com acesso e vigilância, geralmente semanas.

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento nutricional com metas de ganho ponderal aliado ao manejo da doença de base.
Modalidades de Tratamento
1 Reabilitação nutricional
2 Suplementação proteico-calórica
3 Correção de deficiências
4 Tratamento de infecções
5 Revisão de medicações e doenças subjacentes
Especialidades Envolvidas
Nutrição Pediatria Gastroenterologia Endocrinologia Nutrição de redes
Tempo de Tratamento
Varia por gravidade; semanas a meses.
Acompanhamento
Consultas regulares com nutricionista e monitoramento de peso/altura.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da gravidade; recuperação possível com intervenção adequada.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesao ao tratamento
  • Correção de deficiências
  • Disposição de apoio familiar
  • Acesso a serviços de saude
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade alta
  • Infecções recorrentes
  • Doencas subjacentes graves
  • Acesso limitado a alimentos e serviços
Qualidade de Vida
Melhora significativa com nutrição estável e retorno de energia.

Prevenção

Prevenção Primária
Alimentação equilibrada, aleitamento adequado e saneamento básico.
Medidas Preventivas
Amamentação exclusiva
Alimentação diversificada
Suplementação quando indicado
Higiene alimentar
Água potável
Rastreamento
Acompanhamento de crescimento e avaliação nutricional regular.

Dados no Brasil

Varia por ano; milhares
Internações/Ano
Mortalidade varia com gravidade
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Norte/Nordeste com maior carga; zonas rurais

Perguntas Frequentes

1 Pode curar desnutricao com a dieta comum?
Com tratamento adequado, sim; envolve dieta personalizada e manejo da doença de base.
2 Como saber se meu filho esta desnutrido?
Peso baixo, atraso no crescimento e sinais clinicos sao indicacoes; procure avaliacao.
3 Desnutricao e fome sao a mesma coisa?
Fome é falta de alimento; desnutricao envolve ingestao e absorção inadequadas.
4 Quais tratamentos existem?
Plano nutricional individual, corrigindo deficiências e tratando a doença de base.
5 Como prevenir?
Aleitamento, diversidade alimentar, higiene e agua segura.

Mitos e Verdades

Mito

desnutricao ocorre apenas em criancas

Verdade

adultos também podem ficar desnutridos.

Mito

suplementos curam sozinhos

Verdade

nutrição precisa de dieta e tratamento de base.

Mito

magreza indica saude ruim?

Verdade

pode haver desnutricao com peso normal.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade de saude basica ou servico de nutrição.
Especialista Indicado
Nutricionista ou nutrólogo pediátrico
Quando Procurar Emergência
Perda de peso acentuada, letargia, edema severo, convulsao.
Linhas de Apoio
0800-123-4567 DisqueSaude Centro de Informação em Nutrição

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.