Asma Brônquica
asma alérgica
Resumo
Asma é uma inflamação das vias aéreas; é controlável com medicação diária e evitar gatilhos.
Identificação
- Código Principal
- J45
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Asma brônquica, doença inflamatória crônica das vias aéreas com hiperresponsividade
- Nome em Inglês
- Asthma
- Outros Nomes
- asma brônquica • asma alérgica • asma eosinofílica • asma infantil
- Siglas Comuns
- FEV1 PEF ICS
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo X - Doenças do aparelho respiratório
- Categoria Principal
- Doenças do sistema respiratório
- Subcategoria
- Asma brônquica
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam dezenas de milhões, com variação regional e por idade.
- Prevalência no Brasil
- Brasil apresenta grande carga de asma, sobretudo em crianças e adolescentes.
- Faixa Etária Principal
- Crianças e jovens adultos
- Distribuição por Sexo
- Proporção semelhante entre homens e mulheres, com pico infantil.
- Grupos de Risco
- crianças história familiar de asma exposição a alérgenos poluição do ar fumaça de tabaco
- Tendência Temporal
- Tendência global mista; aumento em algumas regiões, estabilização em outras.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Inflamação crônica das vias aéreas com hiperresponsividade; interação genética-ambiental.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Broncoconstrição reversível com inflamação eosinofílica e remodelamento leve.
- Fatores de Risco
- história familiar de asma alergias fumaça de tabaco poluição ambiental infecções respiratórias na infância atividade física excessiva
- Fatores de Proteção
- redução de alérgenos vacinação adequada ambiente livre de fumaça educação em manejo
- Componente Genético
- Predisposição genética, com variantes associadas à resposta alérgica.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dispneia de esforço com chiado (sibilos) nas crises.
- Sintomas Frequentes
-
tossechiado expiratóriofalta de aropressão no peitopiora à noiteexcesso de secreção
- Sinais de Alerta
-
- uso intenso de músculos acessórios
- sinais de fadiga respiratória
- queda de saturação
- confusão mental
- Evolução Natural
- Sem tratamento, crises tornam-se mais frequentes; controle reduz impacto.
- Complicações Possíveis
- exacerbações graves redução da função pulmonar crises noturnas persistentes hiperinflação pulmonar infecções respiratórias
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de crises com resposta a broncodilatadores; espirometria com reversibilidade.
- Exames Laboratoriais
- hemograma com eosinofilia IgE total gasometria em crises teste de alergia cálculos de eosinófilos
- Exames de Imagem
- Radiografia de tórax HRCT quando indicado Ultrassom não é rotina
- Diagnóstico Diferencial
-
- EPOC
- bronquite crônica
- infecções respiratórias crônicas
- rinite alérgica com sibilos
- fibrose cística
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Tempo típico até diagnóstico varia; espirometria confirma.
Tratamento
- Abordagem Geral
- Controle ambiental, educação terapêutica e manejo de crises com broncodilatadores.
- Modalidades de Tratamento
-
1 broncodilatadores de alívio2 corticosteroides inalatórios3 terapias de controle4 educação do paciente5 vacinas
- Especialidades Envolvidas
- pneumologista clínico geral alergologista educador em saúde fisioterapeuta respiratório
- Tempo de Tratamento
- Longo curso com revisões periódicas e ajuste de dose.
- Acompanhamento
- Consultas frequentes, ajuste de medicação e monitoramento da função pulmonar.
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Controle adequado resulta em boa qualidade de vida; crises variam conforme adesão.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- boa adesão
- ajuste rápido da terapia
- ausência de exacerbações
- bom acesso ao cuidado
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- baixa adesão
- exacerbações frequentes
- comorbidades
- fatores socioeconômicos
- Qualidade de Vida
- Varia com controle; manejo eficaz mantém participação em atividades.
Prevenção
- Prevenção Primária
- Evitar alérgenos, fumaça de tabaco e infecções; promoção da saúde infantil.
- Medidas Preventivas
-
redução de alérgenosvacinação em diaambiente livre de fumaçahigiene respiratóriaevitar poluentes
- Rastreamento
- Monitoramento periódico de sintomas e função pulmonar.
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
inaladores viciam. Verdade: uso adequado não vicia.
controle reduz crises e melhora qualidade de vida.
asma aparece só na infância. Verdade: pode ocorrer em qualquer idade.
tratamento moderno é seguro e eficaz.
alergias não influenciam. Verdade: alergia é fator comum.
adesão é chave para controle estável.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure médico de família ou pneumologista; começar pela atenção básica.
- Especialista Indicado
- Pneumologista
- Quando Procurar Emergência
- Dificuldade crescente, saturação baixa, confusão ou necessidade de oxigênio.
- Linhas de Apoio
- Ligue 136 – Rede SUS SAMU 192 Centro de Atenção à Saúde
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Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.