Neoplasias benignas dos órgãos genitais femininos
Tumores benignos de órgãos genitais femininos
Resumo
Resumo: neoplasias benignas dos genitais femininos são tumores não cancerosos.
Identificação
- Código Principal
- D33
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Neoplasias benignas dos órgãos genitais femininos
- Nome em Inglês
- Benign Neoplasms of Female Genital Organs
- Outros Nomes
- Neoplasia benigna de útero • Tumor benigno de ovário • Lesão benigna do colo do útero • Adenoma benigno de órgãos genitais femininos • Tumor de órgãos genitais femininos
- Siglas Comuns
- NBGF TBNF NB-GF
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo II - Neoplasias
- Categoria Principal
- Neoplasias benignas
- Subcategoria
- Genitais femininos
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- neoplasica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global baixa, depende do órgão envolvido
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais variam por órgão e estudo; não há cifra única
- Faixa Etária Principal
- Adultos amplamente afetados, variações por órgão
- Distribuição por Sexo
- Predominantemente mulheres; variações por localização
- Grupos de Risco
- Idade avançada História familiar Uso de hormônios Infecção crônica Cirurgias abdominais
- Tendência Temporal
- Tendência estável com variações regionais segundo órgão
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Alterações celulares locais levando a um tumor benigno nos órgãos genitais
- Mecanismo Fisiopatológico
- Crescimento celular não invasivo com possível compressão local
- Fatores de Risco
- Idade avançada História familiar Uso de hormônios Infecção crônica Obesidade Distúrbios hormonais
- Fatores de Proteção
- Acesso precoce a saúde Acompanhamento ginecológico regular Hábitos saudáveis
- Componente Genético
- Influência genética moderada em alguns subtipos
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Varia conforme órgão; muitos casos são assintomáticos
- Sintomas Frequentes
-
Massa palpávelDor pélvica leveAlterações no fluxoSensação de peso na pelveCrescimento lento
- Sinais de Alerta
-
- Crescimento rápido
- Dor intensa
- Febre persistente
- Dor lombar aguda
- Súbita compressão de órgãos
- Evolução Natural
- Crescimento lento; pode permanecer estável sem intervenção
- Complicações Possíveis
- Compressão de estruturas adjacentes Dor crônica Infecção secundária Recidivas
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Avaliação clínica, imagem e confirmação histológica quando necessário
- Exames Laboratoriais
- Hemograma completo Marcadores inflamatórios Teste de gravidez Função renal e hepática Painel hormonal
- Exames de Imagem
- Ultrassom transvaginal RM pélvica TC abdominal
- Diagnóstico Diferencial
-
- Miomas
- Quistos ovarianos
- Inflamações pélvicas
- Cistos de retenção
- Linfomas não
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Geralmente semanas a meses desde o aparecimento
Tratamento
- Abordagem Geral
- Observação vigilante quando estável; cirurgia apenas por sintomas ou tamanho
- Modalidades de Tratamento
-
1 Observação2 Cirurgia conservadora3 Remoção da massa4 Tratamento hormonal conforme órgão5 Cirurgia endoscópica
- Especialidades Envolvidas
- Ginecologia Radiologia Patologia Oncologia (benigna) Cirurgia
- Tempo de Tratamento
- Variação de meses para monitoramento
- Acompanhamento
- Consultas semestrais com imagens conforme necessidade
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Bom; maioria permanece estável ou curável com intervenção
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Ausência de sintomas graves
- Detecção precoce
- Remoção completa
- Baixa recidiva
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Cirurgia complexa
- Multiplas massas extensas
- Complicações intraoperatorias
- Recorrência frequente
- Qualidade de Vida
- Boa a moderada, ligada aos sintomas e recuperação
Prevenção
- Prevenção Primária
- Manter saúde ginecológica e exames de rotina
- Medidas Preventivas
-
Exames regularesControle hormonal conforme orientaçãoVacinas atualizadasHábitos saudáveisAcesso rápido à saúde
- Rastreamento
- Não aplicável; depende do órgão específico
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
todos os tumores são cancerosos.
a maioria é benigna, com bom desfecho.
cirurgia sempre é necessária.
depende de tamanho, localização e sintomas.
afeta apenas mulheres idosas.
pode ocorrer em diferentes faixas etárias conforme órgão.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure ginecologista ou clínico para avaliação inicial
- Especialista Indicado
- Ginecologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa, febre alta, sangramento abundante ou piora súbita
- Linhas de Apoio
- 0800-111-1111 136 - SUS 188 - CVV
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.