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cid d21
CID-10

Neoplasia benigna do tecido conectivo

Neoplasia benigna do tecido conjuntivo

Resumo

Resumo direto: neoplasia benigna do tecido conectivo

Identificação

Código Principal
D21
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Benign neoplasm of connective and other soft tissue
Nome em Inglês
Benign neoplasm of connective and other soft tissue
Outros Nomes
Neoplasia benigna de tecido conectivo • Tumor benigno de tecido conectivo • Neoplasia benigna de tecido mole • Lesão benigna de tecido conectivo • Neoplasia de tecido conectivo não maligna
Siglas Comuns
NTCT TBCT BTCT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Neoplasias do tecido conectivo
Categoria Principal
Neoplasias benignas de tecidos moles
Subcategoria
Tecido conectivo e tecidos moles
Tipo de Condição
doenca
Natureza
neoplasica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Baixa prevalência global; variações por sítio.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comunicação científica heterogênea.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino
Grupos de Risco
idade avancada história familiar rara trauma local fatores genéticos raros exposição a radiação
Tendência Temporal
Estável, variações regionais observadas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Proliferação benigna de tecido conectivo; origem não maligna
Mecanismo Fisiopatológico
Proliferação celular benigna sem invasão de tecidos adjacentes; crescimento lento
Fatores de Risco
idade avançada história familiar rara trauma local repetido infecção prévia exposição a radiação
Fatores de Proteção
fator de proteção pouco conhecido detecção precoce seguimento médico regular estilo de vida saudável
Componente Genético
Possível envolvimento genético esporadico em alguns subtipos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulo ou massa palpável, geralmente indolor
Sintomas Frequentes
massa palpável
crescimento lento
sensibilidade leve
mobilidade varia
assintomático
não febre
Sinais de Alerta
  • crescimento rápido
  • dor intensa
  • parestesias
  • alteração neurológica focal
  • dor nocturna persistente
Evolução Natural
Crescimento lento ao longo de meses, geralmente estável.
Complicações Possíveis
dor persistente deformidade local alteração estética recidiva após cirurgia exposição a trauma

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com confirmação por biópsia e análise histopatológica.
Exames Laboratoriais
hemograma bioquímica marcadores inflamatórios não específicos função hepática função renal
Exames de Imagem
ultrassom RM TC exame de imagem guiado se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • lipoma
  • fibroma
  • sarcoma de tecidos moles (maligno)
  • cisto sebáceo
  • neurinoma
Tempo Médio para Diagnóstico
variável; tipicamente semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Cirurgia de remoção completa quando indicada; monitoramento para massas estáveis.
Modalidades de Tratamento
1 cirurgia
2 observação
3 fisioterapia
4 terapia guiada
5 reconstrução
Especialidades Envolvidas
Cirurgia geral Dermatologia Oncologia Patologia Radiologia
Tempo de Tratamento
depende; remoção geralmente rápida com recuperação em semanas
Acompanhamento
consultas semestrais durante 2 anos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom prognóstico; recidiva depende de margens cirúrgicas
Fatores de Bom Prognóstico
  • remoção completa
  • margens livres
  • baixa agressividade
  • diagnóstico precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • recidiva associada a margens inadequadas
  • subtipo agressivo
  • localização difícil
  • idade avançada
Qualidade de Vida
geralmente boa após tratamento e retorno às atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção específica; monitorar alterações na pele ou tecidos.
Medidas Preventivas
autoexame de massas
consulta rápida com profissional
evitar trauma repetido
acesso a saúde
alertas de crescimento
Rastreamento
não há rastreamento específico; avalie massas suspeitas

Dados no Brasil

Estimativas locais; variação regional
Internações/Ano
Dados gerais de cânceres benignos não aplicáveis
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais relatos em áreas com maior acesso à saúde

Perguntas Frequentes

1 Risco de câncer é alto?
Risco é baixo; biópsia confirma malignidade.
2 Massas reaparecem após retirada?
Recidiva depende de margens de remoção; geralmente baixa.
3 Diagnóstico pode demorar?
Pode levar semanas; histopatologia define subtipo.
4 Tratamento simples pode curar?
Sim, cirurgia adequada tem alta taxa de cura.
5 Posso evitar recorrência?
Acompanhamento regular reduz risco de retorno.

Mitos e Verdades

Mito

massa sempre maligno

Verdade

maioria é benigna; avaliação necessária

Mito

qualquer cirurgia é arriscada

Verdade

cirurgia segura quando indicada

Mito

não precisa de diagnóstico

Verdade

diagnóstico histológico é essencial

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica geral ou dermatologia ao notar massa
Especialista Indicado
Cirurgião geral ou dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se rápido aumento, dor, sangramento
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 Centros de Atenção à Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.